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O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

A história do número 4

Após ouvir algumas histórias do tempo de adolescente do meu amigo Carlins, esta fascinou-me de tal forma que lhe perguntei se não se importava que eu a partilhasse aqui no meu blog.

A história foi escrita à mão pelo próprio Carlins, eu não mudei nada, apenas copiei do papel para o blog.


Eis a história:

 

Número 4

A minha história do número 4 é um pouco doida e muita gente já disse e de tolos mas isso nunca importou para nós, digo nós porque éramos 4 pessoas. 4 adolescentes, irmãos, amigos... 
Fomos unidos dos 15 aos 19 anos, estávamos sempre juntos e agora tenho 28 e ainda todos nós mantemos contacto, embora afastados uns dos outros seremos sempre irmãos unidos.
Saímos juntos, bebemos juntos até a gente dormir na mesma cama. Era ''la vida loca'' de adolescente...
Um dia, falando que tínhamos que fazer alguma coisa para que a gente nunca se esquecesse da nossa amizade, do nosso tempo único que um dia ia acabar, fazer algo que mesmo velhos sem memória, não íamos esquecer acontecesse o que acontecesse, então um de nós teve a ideia de aquecer um faca e fazer o número 4 para ficar marcado para o resto da vida e foi mesmo isso que fizemos. Bebemos bastante e depois já anestesiados, fizemos o número 4 todos na mesma zona do braço direito.
E fazia de novo se fosse preciso!
Os 4 éramos eu Carlos Alexandre, meu primo, meu amigo e meu irmão.
Esta é a minha história do número 4.

 

Obviamente que o que me fascinou não foi o facto de terem marcado o 4 no braço direito com uma faca quente depois de ficarem anestesiados de tanto álcool... também acho loucura. 
O que cativou a minha atenção foi a amizade daqueles 4 putos, 4 adolescentes, a união deles, a confiança que depositavam uns nos outros, tudo o que eles viveram uns com os outros e tudo isso ficará na história de vida deles. 

Isso é incrível.

Eu conheço o Carlins há pouco tempo, chamo-o pelo ''o rapaz que mete medo ao medo'' porque é grande mas do pouco que conheço dele é sem dúvida, uma pessoa com um coração tamanho do mundo. 
Vocês iam gostar de ser amigos dele.

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Antes ser burro 1500 vezes do que ser ignorante a vida inteira

Pensamento do dia

Eu não sei tudo nem pretendo saber tudo só num momento porque eu penso que a vida só é interessante quando temos algo para aprender. Que piada terá uma vida quando a pessoa já sabe tudo? Que frustante!

Eu não sei o que é morrer nem imagino como será o meu último dia de vida, no entanto, considero que será quando eu já não tiver nada para aprender. Eu vejo a vida de muitas formas e esta é uma delas.

Contudo, quando eu preciso de ajuda em algumas situações, muito por falta de experiência, algumas pessoas começam a rir-se de mim disfarçadamente, porque talvez é óbvio para elas. Uma vez, dirigi-me a uma instituição e fiz uma pergunta óbvia (agora eu sei que era uma óbvia) e a pessoa que me atendeu riu-se da minha cara. Nunca mais me esqueci. Na minha opinião, apesar do elevado nível de estudo que essa pessoa possa ter, não passa de uma pessoa ignorante porque ninguém começou nada na vida sem fazer bosta. Nenhum jogador de futebol foi bom à primeira, nenhum professor, nenhum médico... ninguém. E talvez essa pessoa lá na sua vidinha e no trabalhinho que tem deve cometer cada bosta uma maior do que a outra...

Posto isto, eu penso que sempre que uma pessoa não sabe, diz-nos que não sabe (mesmo que já a tínhamos ensinado 1500 vezes, mesmo que seja óbvio) e se de alguma forma pede-nos ajuda, devemos ajudar, primeiro porque já houve tempo de nós não sabermos fazer o que a pessoa não sabe hoje e haverá coisas que essa pessoa nos poderá ensinar amanhã.

 

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ImagemGoogleImagens

 

L I V R E

Não faz muito tempo que percebi que o Burguês já não é meu... eu já não sou a sua dona... se me perguntarem quantos gatos eu tenho, respondo que tenho três: o Burguês, o Marquês (mora no céu há 1 ano e meio) e o Winnie the Pooh. Para mim, serei sempre a sua dona e ele será sempre o meu melhor amigo felino, como eu lhe chamava, chamo e hei-de chamar até ao fim. Porém, já há meio ano que mal vem a casa  e cada vez vem menos. Nós sabemos do seu paradeiro e eu vejo-o às vezes e chamo-o... mas não vem mais, olha fixamente para mim e alguns minutos depois segue o seu caminho.

À exceção das necessidades serem feitas fora de casa, pois temos um quintal enorme, não há necessidade de ter uma caixa de areia dentro de casa, só nos dias de chuva é que pomos algo que eles possam usar caso precisem (o Pooh ainda é pequenino, faz dentro de casa), os meus gatos sempre tiveram toda a liberdade na nossa casa. Entram e saem quando querem, correm pela casa, brincam com o que querem e dormem onde querem. O B. não deixou de aparecer por falta de amor, comida, água, cuidados veterinários ou por maus-tratos. Nem foi por causa do Pooh, porque bem antes de o Pooh vir para nós, ele já estava ausente e eu nunca deixei com que ele se sentisse substituído. Diz-se que os gatos quando se tornem adultos, estão sempre na rua. Eu não sei.

Ele é que escolheu ser do mundo, das ruas... estar com os da sua espécie. Não sei até quando ou se voltará, mas no me cabe a mim, terá sempre a sua casa, a sua cama, a sua comida, a sua dona, se quiser e quando quiser voltar. Não concordo em que se prenda nem se force nenhum animal. Vai e volta, meu querido.

Já não me preocupa se por acaso, ele escolhe outra família ou quer viver assim, simplesmente nas ruas.

Nós nascemos para voar, para ir, para viver. Nós nascemos para a Liberdade. Somos do mundo, da vida, do vento!

Assim é o Homem, assim é o Animal.

 

 

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Onde está Deus?

Como chegaste aí, mermão?

Ontem, encontrei um conterrâneo meu a pedir dinheiro na rua. Há muito tempo que não o via. Quando ele regressou à terra, vindo expulso dos EUA (ou do Canadá), penso eu que foi por algo relacionado com drogas. Não sei bem. Mas, nessa altura apesar de tudo, ainda estava bem por aqui... estava na sua vida, talvez com muito pouca capacidade financeira e emocionalmente fragilizado, mas ainda tinha dignidade... vi-o ontem depois de dez anos e deu-me pena. Muito mesmo! 

Mal me viu, reconheceu-me. Ficou feliz de me ver. Falou comigo. A inicio, fiquei maldisposta e confusa, mas depois agi por impulso e antes de o perder de vista, tirei todas as moedas que tinha no bolso de trás das calças, sem olhar a quantia e fui dar-lhe... mas não é sobre isso que vim escrever. 

Bom, a minha questão é: como é que se chega ali? Como é? Porquê? O que acontece na vida de uma pessoa para acabar assim, na rua? A pedir esmola... Onde está esse Deus, que eu acredito que existe, mas onde Ele está? Porquê que permite essa tão pouca vida, chegar tão fundo, à miséria?! 

Porquê que Deus não o segurou na mão e o conduziu para outro caminho?

 ONDE ESTÁ DEUS?

Porquê que as pessoas não se aguentam, não firmam os pés na terra?

Que volta a vida dá para chegar àquilo?

Que raiva que dá!!! E podia ser o ''dono do mundo''. E foi isso, ele quis ser o dono do mundo. Pensou que se aguentaria, que com ele não ia se dar o pior. Que droga doce é essa que cega, que não deixa enxergar o caminho sem volta para onde se vai? Dinheiro, é o nome! A ambição, o poder que quer mais e mais e nem o mundo é tudo para quem deseja essa droga!

Como chegaste aí, mermão? Sai daí!!

Eu recuso-me a aceitar que a rua é o fim... aquela podridão, aquela fome, aquela miséria...RECUSO-ME! Sai daí!! 

Firma os pés na terra e não te percas nesse mundo frio, cruel e monstruoso que é a rua! 

 

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Imagem retirada do Google Imagens

 

O meu piano

Às vezes, tenho medo de não ter mais assunto para escrever. Eu olho para o número de posts que tenho que são neste momento, mais de trezentos e penso como é que eu consegui escrever tanto. Às vezes, volto atrás e releio alguns e faço algumas correções que, no momento em que escrevi escapou-me este e aquele erro, um acento errado, uma vírgula mal colocada, falta de uma palavra, um erro ortográfico... enfim. Quando releio os textos que escrevi, não sou a pessoa que os escreveu, mas sim, uma leitora. Leitora do meu blog. Saio de uma parte de mim e entro noutra dimensão na qual também sou eu, que também faz parte de mim. Divirto-me com aquilo que escrevi, rio-me à gargalhada, choro... desarmo-me em lágrimas grossas, critico-me, chamo-me dos nomes mais hediondos que possam imaginar e, simplesmente, sorrio. Recordo-me de cada pormenor, de cada momento, de cada pessoa, de cada razão que me levou a escrever.  Raiva, amor, solidariedade, paixão, sonho, vida... já escrevi com esses sentimentos todos a latejar-me no peito. Com os dedos a tremer, com água a escorrer-se-me pelo rosto, com o coração a palpitar, com todos os sonhos do mundo dentro de mim. Às vezes, o post que acabei de escrever não era nada daquilo que eu pensei em escrever. Não sei se acontece o mesmo convosco. Dependendo do que eu quero escrever, posso demorar dias a cozinhar na minha cabeça o que quero ''dizer'' e horas a terminar a escrever.

Uma vez, disseram-me que eu não sou escritora porque não ganho dinheiro a escrever. Pois não ganho. Uma pessoa pode salvar milhões de vidas, mas só é médica se tiver todos os diplomas, porém com todos os diplomas pode não corresponder com aquilo que se espera de um médico, mas é-lo porque tem diploma. 

Essas pessoas magoaram-me muito quando mo disseram, contudo fiquei calada. Porquê? Porque no mesmo instante, compreendi que aquelas pessoas só possuem certificados que lhes permitem desempenhar a sua função profissional. Não têm sonhos pendurados no teto nem sal a gosto na sua vida.

Eu não ganho dinheiro por escrever um blog nem nenhum dos pensamentos que posto ora aqui, ora noutras plataformas, por isso, não sou escritora. Ok... aceito!

Mas, eu digo-vos quando me ponho à frente do PC ou agarro numa caneta para escrever é como se tivesse a tocar piano. Por momentos, dou por mim como se tivesse à frente dum piano de verdade. 

É impossível descrever o que sinto quando estou inspirada a escrever. 


Este é o meu piano, é o meu palco, a minha música, o meu instrumento, a minha praia, a minha onda.

 

Não sou escritora? Até aceito não ser uma, desde que o gosto nem o dom de escrever nunca se esgotem dentro de mim, vivo bem com aquilo que não sou por dinheiro. Mas, morreria pelo que sou sem um tostão no bolso. Infelizmente, quem não tem sonhos pendurados no teto, não compreenderá o que quero dizer. Escrever é uma arte como tantas outras e o artista é o que menos recebe por isso. 
Se eu fosse renumerada por cada palavra que escrevo, era só mais uma na lista.

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Imagem do Google Imagens

Importante!

Bom dia (baixinho), porque é muito cedo, mas eu já vou sair da cama  tenho coisas para fazer.
Mas antes de ir, queria deixar um link de uma página que chama a atenção para um assunto importantíssimo mas, que ainda as pessoas não estão muito conscientes disso, isto porque não faz parte (ainda) do nosso dia a dia. Falo da prevista e temível escassez de água.

 

Aqui vai:

Poupar água

 

Pessoal, não é difícil! É só prestar atenção se toda a água que vocês usam é mesmo precisa na quantidade que usam. Se todos os dias, mudarmos um dos nossos hábitos em relação às questões ambientais, ao fim de um mês, já mudamos muita coisa. Custa a começar, mas vamos  todos juntos manter a nossa casa de pé. Primeiro estranha-se depois entranha-se!

nunca digo a ninguém

Eu nunca digo a verdadeira razão das minhas partidas. Eu nunca digo a verdade que me sustenta o ser. Porque choro, porque chego nem porque me vou embora. Eu limito-me a dizer o que as pessoas querem ouvir, o que soa melhor, não minto, mas também não digo a verdade total. Porquê? Eu acho que não vale a pena. Mas ''tudo vale a pena, se a alma não é pequena'', às vezes, a alma é-me pequena. Porque, na realidade, não me sinto tão importante para os outros, quanto eles dizem. Escondo tudo por detrás de um sorriso de menina - o meu. E pronto. Toda a gente acha que estou bem, que foi só uma birra. Talvez, até tenha sido. Mas... para mim tem um peso diferente. Um peso, por vezes, insuportável... sou rancorosa! Ainda não aprendi a não ser. Eu sei que isso me vai custar muita vida... mas, que se lixe! Que seja o que a Vida quiser!

Hey!


Olá, pessoal!

 

Esta já é para aí a quinta ou sexta tentativa de escrever alguma coisa mas nada me escorrega. Por isso, vai assim mesmo. Não é que não tenha ideias nem assunto, porque até tenho milhões de coisas que quero escrever, mas acho que ando a dormir pouco ao fim de semana e o sono anda a esticar-se pela semana toda 😊.

Mas, estou quase de férias! Daqui a um mês, estarei estendida durante 30 diazinhos ao sol! NÃO É O MÁXIMO? É, pois!

E é isso, que mais há para dizer? Estou mesmo a fazer conversa com vocês. Hum estou viciada na série Anatomia de Grey, ando meio que aborrecida e, ultimamente tem havido alguns suicídios seguidos por estas bandas…o que é muito triste!

Pessoal, tenham calma! Não tenham ideias malucas, por pior que vocês se sintam hoje, o amanhã será melhor! Saiam de casa, procurem companhia, leiam um livro, inventem receitas, coisas pra fazer, ouçam música…qualquer coisa, mas não se maltratem nem a vocês nem a ninguém, não se matem. Viver é necessário! Viver é bom! Tenham calma! Há sempre quem esteja pior que nós.Animem-se!

Bom, pessoal fiquem com Deus e vivam! Sejam felizes como vocês são!

As verdades da vida segundo Dina Coelho

Qual é a verdade ou quais são as verdades da vida?
Segundo a minha visão, algumas verdades da vida são as seguintes:
 
1.       A vida começa e acaba todos os dias;
 
2.      V.I.D.A - Viver intensamente dando amor;
 
3.     Na vida, é preciso viver na ponta da navalha;
 
4.     Para tudo na vida, há sempre duas escolhas à nossa disposição;
 
5.     O amor da nossa vida encontra-se nas situações mais tristes;
 
6.     Para viver é preciso sonhar e para sonhar é preciso viver;
 
7.     A vida é um sopro e uma gota no oceano;
 
8.     Se a vida não andar,há que empurrá-la;
 
9.     Viver por si só, é a maneira mais bela de viver;
 
10.  A vida precisa de amor para existir.
 
 
     Boa noite meus amores!
 
 
Imagem do Google Imagens

Todo o sonho

Todo o sonho, no começo é desengonçado
Desajeitado, desarrumado, disparatado, indisciplinado
Todo o sonho, no começo é confuso e pouco planeado
Mas todo o verdadeiro sonho
É um sonho,
É paixão,
É alma!
Às vezes, pequeno, grande…
Mas não faz mal porque quando o sonho é mesmo sonho
Devagar, se vai clarificando, encontrado um jeito, se engrandecendo,se vai unindo e limando pontas,
Se é sonho é possível!
Se é sonho é louco e incompreendido
É apaixonante e devorador
Mas, ao mesmo tempo, é calmante.
Se é e quando sonho, nos consome por inteiro
Mantém-nos sempre acordados e desesperados,
Quando o sonho existe, ele não nos deixa e nos cansa
Deixa-nos em farrapos e mesmo os sonhos falhados
Valeram a pena!
Não há sonhos inúteis, todo o sonho tem uma lição.
Foram sonhos, foram vida, foram luta!
Se é sonho é vida!
Se é vida é para viver,
No momento em que se sorri ou que se chora
É sonho.
É esperança.
É vida!
Só quem realmente sonha é que conhece o poder do sonho!
Quem sonha é rico, quem não, ri-se do sonho do outro e despreza-o.
Quem não sonha é pobre. Deixa-o fugir.
Quem sonha… Ah! Quem sonha, pode cair, partir-se ao meio,mas nada, mesmo nada o faz desistir!


Imagem do Google Imagens/ Filme Up Altamente

Link adicionado:https://www.youtube.com/watch?v=EoiiIo0rVck

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Depois não digam que eu não informei

1-Devido à importação dos textos de uma plataforma para outra, alguns deles surgiram sem espaço entre as palavras, sem pontuaçãoetc. De modo que, alguns posts anteriores a 5 de Nov. de 2018, ainda estão por corrigir. 2-Relativamente às imagens utilizadas no blog, como sempre refiro a fonte no fim de cada post, a maioria delas são retiradas da Internet. No entanto, se algum autor de alguma imagem ''passar por aqui'' e não permitir a sua utilização, por favor envie e-mail que logo que possível a imagem será retirada. As restantes, são mesmo fotografias minhas e outras são criadas por mim com auxílio de alguns programas de edição de fotografia e design. Em todo o caso, eu identifico sempre a origem de todas as imagens e fotografias utilizadas no blog.

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