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O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

16h08

Eu sei sempre quando são 16h08 da tarde. Como?

Primeiramente, eu tenho noção que este post não tem qualquer importância mas hoje dei-me conta desse facto por isso esta partilha.

Todos os dias à mesma hora: 16h08 sem falhar um segundo, passa uma senhora com pouco mais de 50 anos (penso eu) na rua onde trabalho em direção à avenida para apanhar o autocarro que a leva de regresso à casa. É o mesmo autocarro que eu apanho quando vou ao fim de semana a casa dos meus pais. 

É uma pessoa simples, talvez submissa, de pele grossa,  com um jeito um tanto masculino, não creio que seja má pessoa mas pela oportunidade que já tive de a apanhar no autocarro várias vezes, é alguém que talvez pense que as pessoas têm de se reduzir a ela. 

Se naquela tarde em que eu também estava no autocarro, se a senhora tivesse PEDIDO com educação ao grupo de adolescentes muito divertidos que ouviam música sem auriculares se eles podiam baixar o volume, em vez de ORDENAR como se fosse a dona do pedaço, porque estava cansada do trabalho, surtia melhor efeito. Obviamente que os putos não obedeceram muito...

E eu pergunto, por 30 minutos de viagem é preciso dar-se ao trabalho de mandar berros por 3 vezes e ameaçar que vai tirar o telemóvel da mão... quem é ela? E as pessoas que fazem 2h de viagem que levam com todo o tipo de gente...? Às vezes, é preciso dizer alguma coisa sim, mas educamente... os meus pais educaram-me que não é necessário falar por tudo. E em muitas situações o silêncio diz muito, afinal cada um tem a sua consciência. 

Eu opto por me calar e continuar o meu caminho, não por medo, muito menos por achar que os outros mandam mas sim porque tenho a minha vida, as minhas coisas e o meu caminho.

Enfim... é só uma viagem e não é todos os dias que os autocarros têm putos divertidos.

 

16
08

 

Solidão feliz!

Há algum tempo que já não venho cá, tanto para escrever tanto para ler e comentar os vossos posts. Tenho-me sentido cansada, não muito mas quando acabo o trabalho, só me apetece descansar, espairecer por aí. Há várias semanas que tenho saído sozinha (por opção), de vez em quando, arrasto alguém comigo mas gosto muito de estar sozinha, principalmente caminhando por aí a ver as pessoas a confraternizar. É curioso, eu gosto de ver as pessoas na rua, nos bares a conversar, a confraternizar. Eu gosto do barulho que as pessoas fazem quando conversam, gosto de ver os amigos, os namorados, os pais e os filhos, as pessoas idosas, as crianças. Eu gosto de ver as aglomerações, mas não gosto muito de estar nelas ou pelo menos não gosto de estar sempre nelas. Todos os dias com´as mesmas pessoas? Não consigo. Para mim, é bom conversar com alguém, por a conversa em dia, mas o que quero dizer eu não me sinto bem a ter de fazer isso todos os dias, sempre. Como se fosse uma obrigação, como se eu tivesse de alguma forma fazer isso como forma de retribuição por algo em que me ajudaram. 

Eu nasci para ser livre, eu necessito de liberdade. 

Nem sempre as pessoas entendem isso, acham que quero estar só porque não estou bem. Às vezes, eu falho em aparecer quando digo que vou estar, porque por mais que eu tente,  há dias que só me apetece aterrar-me na cama a ler, escrever ou a navegar nas ondas da Internet.  Ou então, trocar de roupa e ir caminhar até me doer as pernas.

 Que dizer? Eu tenho uma personalidade estranha, talvez mas estou bem com isso. Os meus amigos sabem, entendem que sou esquisita e aceitam os meus  momentos de solidão feliz. Eu chamo assim porque são uma opção minha e não porque não tenho ninguém. Eu tenho muitas pessoas que gostam de mim, eu acredito nisso. Eu sei que sim. E não me sinto sozinha. Nunca!

Até porque, eu tenho um equilíbrio. Nem sempre sozinha, nem sempre acompanhada.

Eu acho que só se é verdadeiramente feliz quando se gosta de nós próprios, da nossa própria companhia e quando sabemos equilibrar isso.

 

 

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Antes ser burro 1500 vezes do que ser ignorante a vida inteira

Pensamento do dia

Eu não sei tudo nem pretendo saber tudo só num momento porque eu penso que a vida só é interessante quando temos algo para aprender. Que piada terá uma vida quando a pessoa já sabe tudo? Que frustante!

Eu não sei o que é morrer nem imagino como será o meu último dia de vida, no entanto, considero que será quando eu já não tiver nada para aprender. Eu vejo a vida de muitas formas e esta é uma delas.

Contudo, quando eu preciso de ajuda em algumas situações, muito por falta de experiência, algumas pessoas começam a rir-se de mim disfarçadamente, porque talvez é óbvio para elas. Uma vez, dirigi-me a uma instituição e fiz uma pergunta óbvia (agora eu sei que era uma óbvia) e a pessoa que me atendeu riu-se da minha cara. Nunca mais me esqueci. Na minha opinião, apesar do elevado nível de estudo que essa pessoa possa ter, não passa de uma pessoa ignorante porque ninguém começou nada na vida sem fazer bosta. Nenhum jogador de futebol foi bom à primeira, nenhum professor, nenhum médico... ninguém. E talvez essa pessoa lá na sua vidinha e no trabalhinho que tem deve cometer cada bosta uma maior do que a outra...

Posto isto, eu penso que sempre que uma pessoa não sabe, diz-nos que não sabe (mesmo que já a tínhamos ensinado 1500 vezes, mesmo que seja óbvio) e se de alguma forma pede-nos ajuda, devemos ajudar, primeiro porque já houve tempo de nós não sabermos fazer o que a pessoa não sabe hoje e haverá coisas que essa pessoa nos poderá ensinar amanhã.

 

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ImagemGoogleImagens

 

Frase do Mês

Eu posso cortar tudo menos a língua!

Ao longo da minha vida, tenho sido acusada por várias pessoas de ter a língua afiada demais... confesso que é verdade, não me calo com facilidade sempre que penso que devo dizer algo.
Pois bem, eu considero que com o passar dos anos, nós ficamos mais calmos e começamos a pensar antes de falar. Há muitas situações recentes que se passassem há dez anos atrás eu tinha soltado fogo pela boca e hoje eu tenho reparado que essas situações já não me afetam e que eu consigo levar na desportiva.

Da mesma forma que o tempo nos vai acalmando, eu penso que só ele é quem nos deve mostrar que estamos errados, não em tudo porque existem pessoas para alguma coisa na vida, mas nesse caso, eu acho que se deve falar com a pessoa com uma certa delicadeza ou então deixar a pessoa ser como quer ser. Afinal... a vida está aí para nos ensinar.

Falo por mim, eu já solto fogo por todo o lado, se uma pessoa me vem acusar de falar mais do que devo... o que espera?! Que eu a parta toda... só pode.

Talvez, quando eu tiver 90 anos já não seja tão impulsiva e não ferva em pouca água.

Mas a verdade é que este meu mau feitio e língua afiada com esta minha mania de responder a todas as provocações têm-me salvo de muitas situações  principalmente em relação à minha deficiência.

Há alguns anos atrás, eu vivi uma péssima experiência que se não fossem a minha língua afiada e impulsividade não sei onde estava agora. Foi isso que me permitiu  perceber o que se estava a passar ali e atuar com rapidez.

Eu até posso melhorar, conter-me mais um pouco mas  não me vou calar sempre que achar que devo falar, perca ou ganhe porque é isso que me salva de muitas situações, um pouco porque afugento as pessoas. Não é meu objetivo afastar todas as pessoas de mim mas em alguns casos até é melhor.

 

Olho pelo menos, não me visto de uma pessoa que não sou.

Se isto me vai fazer perder muitas pessoas e oportunidades na minha vida? Estou consciente,  é uma consequência com a qual vou ter de conviver. 

 

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Imagem do Google Imagens

 

 

A caneta deste blog é minha!

Olá,

Eu preciso de respirar ou melhor desabafar. Não quero ferir ninguém mas tenho de falar.

Então é assim:

Eu criei o blog do mau feitio para ter um espaço onde eu pudesse escrever, falar, conversar, partilhar, desabafar com outras pessoas sem necessariamente me preocupar com a Língua Portuguesa: se os textos estão bem escritos, se tem um erro, uma vírgula a mais ou a menos. Escrever é uma das ações que mais me faz feliz. Eu sei que dou muitos pontapés na Língua Portuguesa, desde já lhe peço desculpa. E a todos aqueles a quem eu incomodo com os meus erros de português. Eu procuro escrever o melhor possível mas sei que me falta subir muitos degraus nessa matéria. No entanto, posso pedir um favor? Leiam o meu blog, a ideia, a história, o momento que quero partilhar sem se preocuparem tanto com isso. Eu sei que, apesar das vírgulas mal colocadas ou do uso excessivo uso de vírgulas,  de um erro ou de muitos erros aqui e acolá, eu estou em cada post, a minha essência, o que quero transmitir está lá.

''Olá pessoas é só um blog!'' .

Claro que quero melhorar todos os dias e recorro a pessoas que entendem do assunto, recorro às ''minhas pessoas''. Mas isso faz-me mal!! Ninguém tem culpa, mas eu não sou capaz de escrever se tentarem corrigir-me pouco a pouco.. Isso faz com que eu perca o interesse, o fascínio... percebem? Eu não me quero preocupar com isso.

EU PRECISO DE ESCREVER PARA BATER BEM, como de água e comida. Escrever faz parte da minha alimentação. 

Para já, é só o meu blog, o meu espaço, meu e de todos aqueles que fazem parte dele. A meu tempo, eu vou melhorando. 

No dia que eu quiser ''vender'' o meu blog eu sei a quem posso recorrer para pô-lo ''bonito e perfeitinho'' sem ferir a Língua Portuguesa. 

Não quero magoar as pessoas que de alguma forma, me tentam alertar para isso, eu agradeço mas parem só por um bocadinho.

Eu só preciso de escrever, só isso. Não pretendo alcançar nada.

E quem lê o blog, sabe que eu funciono assim: quando eu achar que devo mudar, eu mudo. Enquanto todos disserem que tenho de o fazer não farei. O comando da minha vida tenho-o eu e a caneta deste blog é MINHA!

 

As pessoas que não dão o primeiro passo, mas quando não são procuradas se ressentem

Já há algum tempo que queria escrever sobre isso, porque eu sou das pessoas que, normalmente dão o primeiro passo em tudo. Sou eu que ligo primeiro, sou eu que tenho iniciativa de combinar algo, sou eu a primeira a pedir desculpas, mesmo que às vezes, também me devam algumas desculpas. Sou eu que digo o quanto gosto, primeiro...   

Bem, o presente do indicativo já não está tão em prática como dantes, agora é mais eu era essa pessoa.  E, isso já teve as suas repercussões. Não que esteja a fazer de propósito, só que há uns tempos para cá, eu tenho trabalhado em me permitir em ser ''desejada'', por mais que isso me custe. Algumas pessoas abriam a caixa de mensagens e já tinham um ''Bom dia!'' meu.

Claro que, um tem de ser o primeiro, mas eu pergunto: porquê que tem de ser sempre eu?! 

Como escrevi acima, tenho trabalhado nisso porque eu sou tão positiva, gosto tanto de mim que tenho por obrigação de ter mais brio em mim, esperar que tenham saudades e me procuram e digam o quanto gostam de mim. 

Um professor meu disse-me uma vez que, eu não sou como às outras pessoas, porque tenho a capacidade de fazer tudo o que as outras pessoas não fazem, sem vergonha nenhuma disso. Não tenho vergonha de abraçar, de dizer que amo e de me atirar ao escuro. Segundo ele, isso é autenticidade. Não sei. Mas não tenho vergonha mesmo, não há dia nenhum que não digo aos meus pais que os amo e que são o meu tesouro mais precioso. Muitas pessoas não percebem esse meu jeito de ser e acabam por achar os meus gestos infantis ou inapropriados.
Como posso descrever? Eu olho para a vida como uma criança que olha para uma montra de brinquedos e se surpreende a cada descoberta. É isso. Eu não tenho noção do risco e por mais que me machuque, eu vou outra vez. Caio, encharco-me em lágrimas, perco, erro, mas eis que dum súbito salto levanto-me e lá estou eu outra vez.
Talvez, nunca venha a receber o que dou na mesma quantidade, porque acho ninguém o recebe... há sempre quem dá mais, quem sofre mais, que é mais carinhoso... mas, mesmo assim, acho que mereço ser procurada e querida, na mesma medida que procuro e não só quando deixo de enviar uma mensagem, de ligar, de perguntar como vão as coisas e as pessoas reclamam que não tenho dito nada. Eu não digo nada durante um mês, um dia, uma semana mas durante esse tempo, também não recebi nada de ninguém. Eu não disse, mas também disseram? Não. Porém, é engraçado, porque quando a pessoa é magoada, devolve três vezes a mais o que lhe fizeram, mas quando é para retribuir o amor, aí poupa. O ser humano é um bicho estranho...

E aí... chego a uma conclusão:

As pessoas que não dão o primeiro passo, não o fazem porque têm medo de se ''responsabilizar'' de terem sido as primeiras, porque se acontece alguma coisa, se as pessoas discutem, elas dizem de boca cheia ''tu é que me procuras mais, eu nunca digo nada antes de ti'' , é uma forma de lavar as mãos, de se defender, de mostrar que não são tão carentes mas quando não são procuradas se ressentem porque o são e precisam daquela atenção. Estão acostumadas aquele gesto, no entanto, quando são confrontadas com o facto de não procurarem pelas pessoas, queixam-se que não sabiam se podiam... os outros andam distantes e não queriam incomodar.
Fácil é receber amor, porém dar é difícil.

Porquê que digo isso? Fui percebendo isso em algumas pessoas. Quando havia uma discussão, levava sempre com isso na cara: '' Tu é que és sempre a primeira a enviar mensagens e a querer combinar coisas''.

Maneira que, eu disse para comigo que isso ia mudar, mudou tanto que até já recebi alguns ultimatos.

Gosto muito das pessoas que gostam de mim e que eu considero ser minhas amigas mas se não admitem uma série de coisas nas suas vidas e estão a aprender outras tantas. Eu também. Não vou desaparecer, porque quem me conhece sabe que se for preciso dar a vida, eu dou. Mas não serei mais aquela que é sempre a primeira a toda a hora, em tudo.

 

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Where is the love?

Eu tinha 13 anos quando essa música foi lançada e lembro-me de ouvi-la pela minha adolescência fora.
Já se passaram 16 anos desde então (ESTOU VELHA! ) mas a pergunta é sempre a mesma, por mais que o mundo evolua e todas as ciências se superem, não faz diferença. A pergunta foi, é e, infelizmente, sempre será Where is the love?

 

 

'' People killin' people dyin'
Children hurtin', I hear them cryin'
Can you practice what you preachin'?
Would you turn the other cheek again?
Mama, mama, mama, tell us what the hell is goin' on
Can't we all just get along?
Father, Father, Father help us
Send some guidance from above
'Cause people got me, got me questioning
(Where's the love) ''

E eu pergunto porquê? Até quando essa pergunta será a ''definição'' do mundo em que vivemos?

 

Fontes:
Youtube; 
Google.

O que mata não é a doença, são as pessoas ao redor.

Quando uma pessoa se encontra doente, independente da doença que é, da sua gravidade e da sua evolução, o que mata a pessoa que sofre de tal doença não é a doença em si, nem são os procedimentos para a cura, também não são os medicamentos que quase matam uma pessoa de tanta droga que contêm. O que mata a pessoa doente não são os dias menos bons, as dores... porque essas tornam-se menos dolorosas com o tempo.

O que mata mesmo a pessoa doente são as pessoas ao redor com aquela moquenquice, com pena... sempre com queixume mais até do que a própria pessoa... constantemente à volta da pessoa, não lhe dando paz, sempre a interromper o seu momento... sempre a invadir o seu espaço, sempre a incomodar o seu tempo, sempre a questionar sobre o seu estado, sempre em cima, com rezas e preces. 

Isso é uma falta de respeito. Isso é que é uma doença. Isso é que mata!

Que nome se dá a isso?

Eu não sei como chamar o que eu vi. Falta de humanidade, egoísmo... falta de se importar com  o próximo.

Outro dia fui à vila e, esta semana devido às preparações da festa do município, os autocarros estacionam noutro lugar, não tão longe da paragem mas durante esta semana até ao término da festa, as pessoas saem e esperam pelo autocarro noutro lugar. Eu não sei se tem aviso na paragem  (com certeza, tem), mas as pessoas que são da terra sabem de boca. Mas quem não é, por exemplo, os turistas se não leem o aviso e se ninguém os diz, perdem o autocarro. 

 

Foi quase isso que se passou. Na hora de apanhar o autocarro de volta, ia eu a passar à frente da paragem e vi pessoas locais a serem informadas pelo telemóvel (provavelmente, família ou amigos) a dizerem que o autocarro era no outro lado. Essas pessoas saíram da paragem para apanharem o autocarro, eu ainda pensei que iam avisar os três turistas que estavam ali, porque ainda olharam para eles mas seguiram o seu caminho. Aqueles turistas iam perder o autocarro, o único daquela hora e o último do dia. O mesmo, fizeram todos aqueles que como eu passaram à frente da paragem. Apenas ignoraram.

Ok..., não sabem falar inglês? Ok, mas façam um gesto, qualquer coisa, peçam ajuda a alguém que traduza... toda a gente tem Iphones e tarifários com Internet, vão ao google tradutor... eu sei lá! Mas ignorar? Que horror!

Como escrevi, eu ia a passar e pensei '' eles não vão perceber nada do que lhes vou dizer, mas não posso deixar três pessoas perderem o autocarro. '' , porque só na manhã seguinte é que tinham autocarro e, como iam passar a noite?! Posso ser ingénua, mas eu fico preocupada com essas coisas. 


Eu sei falar inglês, mas vinha cansada com o saco enorme de compras na mão. Imaginem: uma pessoa com um problema na fala, cansada, com a boca cheia de saliva... falar inglês não ia correr bem, mas arrisquei. Nem sequer falei, fiz uns gestos e apontei para o lugar onde estava o autocarro e eles entenderem. 

E ninguém perdeu o autocarro. 

Eu não ia dormir à noite se aqueles três turistas perdessem o autocarro.

É como eu digo, posso ser ingénua, até posso ser motivo de piada, mas preocupo-me muito com essas coisas.

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Depois não digam que eu não informei

1-Devido à importação dos textos de uma plataforma para outra, alguns deles surgiram sem espaço entre as palavras, sem pontuaçãoetc. De modo que, alguns posts anteriores a 5 de Nov. de 2018, ainda estão por corrigir. 2-Relativamente às imagens utilizadas no blog, como sempre refiro a fonte no fim de cada post, a maioria delas são retiradas da Internet. No entanto, se algum autor de alguma imagem ''passar por aqui'' e não permitir a sua utilização, por favor envie e-mail que logo que possível a imagem será retirada. As restantes, são mesmo fotografias minhas e outras são criadas por mim com auxílio de alguns programas de edição de fotografia e design. Em todo o caso, eu identifico sempre a origem de todas as imagens e fotografias utilizadas no blog.

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