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O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

Importante!

mau feitio, 05.07.19

Bom dia (baixinho), porque é muito cedo, mas eu já vou sair da cama  tenho coisas para fazer.
Mas antes de ir, queria deixar um link de uma página que chama a atenção para um assunto importantíssimo mas, que ainda as pessoas não estão muito conscientes disso, isto porque não faz parte (ainda) do nosso dia a dia. Falo da prevista e temível escassez de água.

 

Aqui vai:

Poupar água

 

Pessoal, não é difícil! É só prestar atenção se toda a água que vocês usam é mesmo precisa na quantidade que usam. Se todos os dias, mudarmos um dos nossos hábitos em relação às questões ambientais, ao fim de um mês, já mudamos muita coisa. Custa a começar, mas vamos  todos juntos manter a nossa casa de pé. Primeiro estranha-se depois entranha-se!

Os adultos primeiro, se faz favor!

mau feitio, 17.04.19

Há uns dias vi este post no Facebook e achei importantíssimo mas também um tanto engraçado. Porquê? Porque fala-se e discute-se muito sobre educação, progresso e esclarecimento infantil... mas, às vezes (muitas vezes) os adultos é que precisam de aprender isto, para depois ensinar as (suas) crianças! 

 

 

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Imagem retirada: daqui

 

Coisas do #insta

mau feitio, 05.04.19

Este assunto já tem sido abordado por outros autores aqui na nossa blogsfera, mas mesmo assim,  vou escrever (também) sobre isso. Porque não deixa de ter a sua piada. 
Então, não é que este mau feitio teve a ideia de criar uma página de Instagram nos finais do ano passado, inspirada/a partir do blog para partilhar as minhas quotes e fotografias e tudo o que me apeteça? Sim! Anteriormente, já tinha tido uma página no Facebook, mas não era tão chamativa quanto o Instagram, além de eu poder ver todas as pessoas que me seguem, no Facebook, devido às configurações de privacidade de cada pessoa, não se vê todas as pessoas que seguem a página. Prefiro o Instagram por essa e muitas outras razões.
Mas afinal o que tem piada, mau feitio?
Bem, é assim.... só agora é que tenho cem e poucos seguidores e como não é humanamente impossível (é assim que os famous dizem, não é?), eu sigo, troco likes e respondo a comentários quando sou identificada ou quando é no meu perfil ou deixo um like, mas respondo sempre. Não custa nada. Tanto aqui como lá (instagram) tenho poucos seguidores. Se me seguem ou pedem para seguir, sigo. Mas, logo depois (no máximo 5 dias) retiram o ''seguir''. Eu acho piada! Mesmo, pois as pessoas/páginas que o fazem pensam que eu não vou reparar. Bah! Enganam-se, my friends, sobretudo, por não ter muitos seguidores, sei quantos tenho.
Não é que eu viva para isso, mas já que se dão ao trabalho de esperar 5 dias ou mais ou menos para deixar de seguir a minha página, eu faço o mesmo, vou à página em questão e deixo de seguir também. É fácil saber. Normalmente, são as páginas que seguem por último. Todos os dias, tenho desses amigos e eu adoroooooooooooooo jogar à bola com eles. Bola que vem, é bola que vai. Se não custou a pôr, não custa a tirar. 
Sem mencionar nomes, óbvio: ontem foi uma doutora de não-sei-o-quê... tem 7 mil seguidores já é importante... oh tão giro! So cute. 7 mil - 1. POde-se estar pouco importando mas não ficas com o meu ''seguir'', bebé. Podíamos ter sido tãooooooooooooooooooo amigas! Tu é que não quiseste.

Na vida real, eu não sou tão assim, de responder na mesma moeda (por acaso, devia ser mais um pouco), mas não há nada que esta vida não ensine. No entanto, no instagram, acho piada e faço o mesmo. That's it.

 

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Imagem da Internet.

52 + 1 = 53 #liçõesdevida

mau feitio, 10.02.19

Desde que saí de casa, aos 17 anos, eu já partilhei casa com 52 pessoas, mais ou menos, 53 contando comigo. Isto fora todas as outras com quem convivi. E, nesse período de tempo, eu tive a oportunidade de aprender e absorver muita ''coisa'', isto porque errei, acertei, magooei, ofendi, ultrapassei, caí, levantei-me, fui estúpida e vice-versa. Sobretudo, aprendi exatamente o que eu não quero ser, o que quero diminuir e o que quero continuar a ser.
Vou tentar resumir, mas vamos lá.
Eu não quero ser:
Uma mulher quase a cair nos 30's (EU TOU A CAIR) ou a passar deles, sentada no sofá a fazer comentários irónicos sobre tudo e todos e ficar sorrateiramente a ouvir as conversas alheias ou a ver onde as discussões vão dar, só por mero prazer. Do género, solteironas, mal f**d**d_s, frustadas, invejosas mas não sabem disso.
Eu não quero ser uma pessoa da mesma idade que, depende dos pais e controlada por eles. Chata, irritante, picuinhas... #nojo.
Eu não quero ser uma mulher submissa ao seu companheiro que deixa de se divertir e de viver a sua vida em função do seu relacionamento. E que só podem sair com eles.
Eu não quero ser daquelas pessoas cheias de métodos, cremes, pílulas... para tudo! Um comprimido para ser feliz, um comprimido para dormir, um comprimido para ter apetite. 
Eu não quero ser daquelas mulheres que ficam horas no WC a falar da gordura que têm no nariz ou noutra parte do corpo ou a falar de outra coisa qualquer. NUNCA GOSTEI DE CONVERSAS DE MULHERES. E sou uma.
Eu não quero ser uma mulher que usa roupas SÓ típicas de mulher. 
Eu não quero ser daquelas pessoas que chegam aos 36/40 anos insatisfeitas com a vida e que se tornam aborrecidas e depressivas. E A CULPA É DO MUNDO E NÃO DELAS.
Eu não quero ser daquelas pessoas que se casam ou se prendem a alguém às pressas, por causa da idade ou de outra razão qualquer.
Eu não quero ser daquelas pessoas materialistas, fazem dinheiro por dinheiro. #nojo.
Eu não quero ser daquelas pessoas que compram o mundo para mostrar aos outros que têm.
Eu não quero ser daquelas pessoas com a panca da limpeza e organização.
Eu não quero ser daquelas pessoas que não se podem sujar...
Eu não quero ser daquelas pessoas que não podem ouvir um p**d* que ficam chocadas, que ouvem um grito ficam escandalizadas. 
Eu não quero ser daquelas pessoas fúteis, que não se aguentam com nada.
Eu não quero ser daquelas pessoas que passam fome com dinheiro na carteira, mais porque não sabem cozinhar do que outra coisa e quando chegam à rua ou a casa de alguém, quase que comem a loiça.
Eu não quero ser daquelas pessoas que só elas é que sabem da vida,  porque elas já viajaram imenso, é que conhecem tudo porque são mais velhas, quase apontam uma arma aos outros, impondo a sua vontade e só a sua vontade.
Eu não quero ser daquelas pessoas que não se pode fazer barulho, não se pode sair da linha... #boring.
Eu não quero ser daquelas pessoas que influenciam outras contra outras e que ficam a favor destes e daqueles por causa das amizades e conviniências.
Eu não quero ser daquelas meninas ''riquinhas'' protegidas pelos papás, e quando levam na cara fazem becinho.
Eu não quero ser daquelas pessoas que passam a vida na casa dos outros, a incomodar quem lá vive.
Eu não quero ser daquelas pessoas que tudo conta para obterem aquilo que querem ter.
Eu não quero ser daquelas pessoas que magoam os outros e gozam deles porque, estes outrora lhes magoaram.
Eu não quero ser daquelas pessoas que duvidam de tudo e são negativas, inseguras ao extremo.
Bom... é mais ou menos isso. Mas, como eu disse e digo sempre, eu não sou perfeita nem santa ( tenho muitaaaaaaaaaa culpa em muiiiiiitaaaaaaaaaaaaaa coisa) e nada me torna superior a ninguém, por isso, eu aprendi e, em algumas situações, ainda estou aprendendo:
A resguardar mais a minha vida, a minha privacidade, os meus objetivos.
Se eu quero fazer algo, seja lá o que for,  fazer sozinha. POR EXEMPLO, se quero fazer reciclagem, faço. 
Se for caso de partilhar casa, ter as minhas coisas, mesmo que a casa disponha de algumas.
Não expor as minhas dificuldades (esta vai ao encontrar da 1ª)
Não aceitar ajuda ou tanta ou de qualquer lado nem pedir ou perguntar se podem ajudar (se não tenho, não tenho).
Não sufocar ninguém com/desabafar (os meus problemas) com ninguém nem repetir histórias por vezes sem fim
Deixar ir, por mais que me custe. Deixar ir.
Não viver em função de uma amizade, só de uma e não alimentar tanto isso.
No fundo, é ser mais eu, as ''minhas pessoas'' e olhar o mundo como um todo. Eu sou possessiva e ansiosa e vivo muito as coisas, (muitas vezes, sou a miúda coitadinha por isso. O bobo da côrte.) levo muito ao peito e, às vezes, associo muita ''coisa'' à minha ''def'' e a ideia é deixar ir,  libertar-me de conceitos e  é por causa ''disso e daquilo'' ,analisar melhor e descobrir devagar. Estou aprendendo a não ter preconceitos e complexos sobre mim mesma. Pois, quem gostar fica, quem não, não se prende, mostra-se a porta. E ninguém mooooorre por te viraram a cara ou ficam a falar mal de ti.
Por fim,  eu quero continuar a ser:
EU!
Menina-mulher feliz, com o sorriso rasgado e esta alegria que trago nos olhos, nos meus e nos de quem me vê, sem pensar em regras, etiquetas, dietas. Com peso e medida, claro. Mas, livre! Do género Gabriela Que sorri para o mundo e ''finge''-que-não-percebe o que dizem e o que pensam (sobre mim). É esta pessoa que quero ser, a      (des)preparada para a vida que (todos) me acusam de ser. O ser autêntico que, uma vez, disseram que eu era. Uma pessoa que ama a vida, sobretudo, a sua simplicidade, uma pessoa que não se compra nem se vende. Uma pessoa que vive, que se vive, e se morrer que seja de tanto viver. Se for para morrer, que seja de vida! Eu sou assim, sou feliz a comer todas as porcarias que existe. A dormir até às tantas, a fazer diretas, a andar como zombie e etc, etc, etc. ''Quem quer come, quem não, deixe!''
Foi isso tudo o que aprendi e vou aprendendo.
Beijs.

 

eu não quero qualquer tipo de cura, eu quero enlo

 

Assédio sexual

mau feitio, 07.02.19

O assédio sexual é cada vez mais comum do que qualquer outra coisa, infelizmente. Arrisco-me a dizer que é tão comum que se torna normal, quase imperceptível (às vezes, nem nos apercebemos que estamos a ser vítimas de tal coisa). Às vezes, não temos noção de quantas formas de assédio existe e quantas vítimas existem (mulheres e homens). Sim, porque os homens também sofrem tanto como nós, nem sempre damos importância a isso, talvez porque associamo-los aos agressores, violentos, àqueles que cometem o crime e não aquele que sofre com ele. 
O que fazer em caso de sermos vítimas de assédio sexual e se a pessoa que o praticou, não fazia parte da nossa lista de pessoas capazes de o fazer? Se é tão chocante para nós que não consegumos racicionar? Temos culpa? Será que demos espaço para isso? Será que fizemos algum sinal para isso acontecer? Tanta pergunta. Alguém tem respostas? E nós, será que já assediámos alguém, mesmo que,  de forma inconsciente?
Eu penso que, a primeira atitude a tomar é pensar e  tentar perceber o que se passou, de seguida, partir para um conversa esclarecedora, pois a pessoa pode fazer um comentário e não se aperceber da gravidade do seu comportamento, evitar a pessoa e denunciar. Mas jamais, devemos nos intimidar perante a pessoa e situação.
O que vocês acham?

 

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Imagem do Google Imagens

Pensamento das 3 da manhã

mau feitio, 06.01.19

Quando decido fazer algo para ou por alguém. Algo de bom, que ninguém esperava ou que ninguén acreditava que faria, não o faço com interesse de mostrar ou chamar a atenção, mas sim, porque decidi fazer, porque acredito que valha a pena, independente da pessoa ou causa em questão. Porém, se serviu para as pessoas me conhecerem melhor e verem o meu lado bom, que bom!
 

Isto é efeito do sonooooooooooooooo, 'tava aqui a olhar e a pensar. É verdade, eu penso nem eu acredito e ocorreu-me isto, por razões que eu mesma desconheço. Mas 'tá lá pessoal! 
Eu acho (ando sempre à procura mas não acho nada ) que devemos ser assim, fazer pelos outros ou por algo, mesmo que todos duvidem, independente de quem ou daquilo que seja, sem esperar nikles em troca, mas se servir para nos desrotular, ainda bem! 

Boa Noite!

Beijs.

A razão pela qual eu gosto de trabalhar sozinha (e ninguém compreende!)

mau feitio, 04.01.19

A razão pela qual eu prefiro trabalhar sozinha não tem nada a ver com egoísmo nem individualismo. E eu até sou individualista mas não é por isso nem é para não me ferirem o ego nem tão pouco para não me tirarem o protagonismo. Mas merda! Eu tenho uma deficiência que me confere um problema na porcaria da fala! E, para além disso, eu sou uma nica de gente (1,46cm), e com colegas, eu não faço nada. Entra uma pessoa no meu local de trabalho, eu atendo e, logo depois de 2 segundos, ignoram-me e começam a falar com a pessoa ''dita normal'' .Eu não consigo trabalhar...!  Eu detesto trabalhar para o ''fim do mês''... para isso, ficava em casa a receber uma pensão de invalidez... Eu nãome nego a trabalhar com colegas e até gosto quando há trabalho e funções discriminadas para cada um.  Enquanto colega, eu explico o funcionamento, dou dicas e tudo mais. E, excetuando, os parasitas que só lhes interessa o ''fim do mês'' e a mama, qualquer outra pessoa quer ''mostrar serviço'', ninguém quer prestar para fazer monte. Muito menos eu, mas é o que acontece. Imagem... eu não tenho uma imageeeeeeeeeem por aí a fora e as pessoas recorrem a isso.Muitas vezes, pensa-se que a pessoa com deficiência está ali só para ter uma ocupação e um rendimento...mai' nada.            
Não tenho mais direitos do que outros nem tenho de ter mais atenção e prioridades, mas a verdade é que, se as pessoas ''ditas normais'' não me derem espaço para falar e se falarem por cima, eu não consigo.... sinto-me inútil! Mas, deficiências à parte, é respeitar a pessoa, se um colega começa a falar, o outro cala-se. A não ser que o colega não queira nada no castanho e nós temos que tomar iniciativa. Como todas as coisas da vida. Eu apenas mencionei o meu problema porque quem entra no meu local de trabalho e percebe o meu problema, procura logo a pessoa ''dita normal''. Isso é evidente. No entanto, quando estou a trabalhar sozinha, como estive por um longo periodo até agora, trabalhei muito bem, sem problemas. Infelizmente, na sociedade onde vivemos, o que se pensa da ''pcd'' é que está ali só para ter um rendimento, de resto, as ''pdn'' é que fazem tudo. E quem pensa assim, muitas vezes, são pessoas com formações e cursos, mestrados... não é preciso ir muito longe.
Bom... pessoal, eu sei que as coisas têm outro peso quando estamos ''na boca do vulcão'' e, de fato, eu estou cansada, desanimada... porque eu tenho curso na área, ainda que, profissional. Sei línguas: inglês, tive 9 anos de francês, um pouco de espanhol (portunhol.... vá) e, dedico-me bastante ao trabalho. Mas, mesmo assim, sou ''passada a ninguém'', muitas vezes, por ser uma ''pcd''. Mas, como eu escrevi, deficiências à parte, há muito gente que passa por situações idênticas pelas mais diversas razões. E não é por ser uma ''pcd'' que sou perfeita, santa, que nunca erro nem nada disso. Mas é isso.

 

cp.jpgImagem do Google Imagens

 

 

 

 

 

 

O mundo precisa, simplesmente, de simplicidade.

mau feitio, 07.12.16
Passamos a vida a dizer: ‘’O mundo precisa de mais pessoas generosas, espontâneas com atitudes inesperadas’’, mas na hora que alguém toma essa iniciativa, julgamo-lo tolo, ''maluquinho'', um perfeito parvo.
Então não é disso que o mundo precisa? De alguém que tome iniciativa e arranque sorrisos inesperados, que se tenha uma atitude generosa fora de época, gestos grandiosos, humildade, companheirismo, aceitação, que se dê a mão ao outro só porque sim, sem uma explicação para tal nem segundas intenções? A resposta é NÃO!
O mundo precisa de algo que promova isso tudo: simplicidade.
As pessoas precisam de mais e maior simplicidade, de acreditar em si e que o amanhã poderá e vai, sem sombra de dúvida, ser melhor, que as pessoas podem se regenerar e fazer coisas absolutamente incríveis que beneficie o mundo, de confiar mais e julgar menos.
Já repararam que quando uma celebridade tem uma atitude nobre é aplaudida e considera-se ser uma grande pessoa mas quando uma pessoa comum faz algo de bom e notório é alvo de risos disfarçados, comentários e olhares desconfiados? E porquê? Uma pessoa comum não pode ter uma atitude nobre, simplesmente por ter? Tem que, obrigatoriamente, ser parvo, inconveniente, inadequado, aproveitador ou ‘’maluquinho da cabeça’’?!
Então de que precisa o mundo? Simplicidade, primeiramente. Em segundo, que se pare de dizer que o mundo precisa de pessoas ‘’assim e assado’’e que comecemos NÓS a ser essas pessoas. Quando atribuímos algo aos outros, estamos a reduzir-nos.
Deixemo-nos disso! O mundo precisa que cada um de nós seja mais generoso, mais humilde, companheiro, amigo, que ouça mais, que confie e não duvide nem julgue tanto, que ajude mais, que arranque sorrisos e gargalhadas pela vida fora sem se contar com isso, sem um momento certo para isso, fora de época. O mundo precisa de CADA UM DE NÓS tenha esses gestos e não as pessoas… Que pessoas? Não és uma? Simplicidade, iniciativa e autenticidade são as palavras-chave para o mundo ser melhor. Paremos de passar a ‘’batata quente’’ para os outros. Façamos nós! Ninguém faz o papel ninguém, cada um tem o seu. Ninguém ocupa o lugar de ninguém nem ninguém representa e substitui ninguém.
Esquece as pessoas, faz tu! Perde a vergonha, toma iniciativa e, mesmo que faças papel de parvo, faz tu o bem em todas as suas dimensões! Dá mais de ti. Mais amor, mais parvoíce... que tem? Dá tu! Faz tu.Transforma TU o mundo, não dês esse privilégio a ninguém! Eu não vou dar, tu vais?
 

TU PODES MUDAR O MUNDO, TOMA TU AS RÉDEAS!