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O blog do Mau Feitio

Aqui sinto-me em casa. E de que falamos na nossa casa com quem nos faz sentir bem? Sobre tudo!

O blog do Mau Feitio

Aqui sinto-me em casa. E de que falamos na nossa casa com quem nos faz sentir bem? Sobre tudo!

Dinheiro, dinheiro, dinheiro...

Qual é a vossa opinião?

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Gostava de falar sobre esse assunto porque vejo muitas pessoas com a ideia que a riqueza está no ganho, mas na minha opinião, é uma ideia absurdamente errada!

A riqueza não está no ganho, mas sim, na poupança.

Ora vejamos:

Sumpomos que uma pessoa que recebe o ordenado mínimo poupa 20,00€/mês, fazendo um esforço para isso que inclui não adquirir bens de que gostava, por exemplo. Ainda divide o dinheiro por todas as despesas do mês e eventuais urgências e, mesmo com dificuldade, consegue suprir todas as necessidades impostas pelo dia a dia.
Ao fim de um ano, terá poupado 240,00€. Aí, pode decidir continuar a poupar, compensar-se pelo seu esforço durante o ano inteiro, investir ou dar outro fim a esse dinheiro.

Agora vamos supor que outra pessoa que recebe à volta dos 2.000€ gasta mais de 50% do que ganhou, logo em seguida, em superficialidades, não se preocupa com despesas, não faz uma gestão inteligente do seu dinheiro, quando surge uma urgência não tem dinheiro e chega ao fim do ano sem um único tostão.

Eu pergunto:

Quem é o ''rico''?

De que vale dizer: ''Eu recebo X por mês.'' , se depois eu acabo com 0?

Às vezes, pensamos que muitas pessoas que têm um rendimento mensal muito bom estão muito bem de vida, afinal, estão sempre a contar cêntimos só porque não sabem gerir o seu dinheiro e, outros, que por receberem um ordenado inferior têm um rendimento mensal suficiente, pensamos estarem mal e vamos a ver estão muito bem.

Como diz o ditado:

''De grão a grão, enche a galinha o papo.''

Mais do que poupar, é saber gerir.

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Imagem Dreamstime

The Vow!

Oiiie!

Eu não sei se já partilhei este filme aqui com vocês, já andei p'ra'qui para trás e para a frente mas não encontrei.

De qualquer das formas se já partilhei, partilho novamente porque nunca é demais partilhar.

Voltei a assisti-lo há poucos dias atrás:

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*

 

The Vow ou Para Sempre em brasileiro ou ainda Prometo Amar-te  em português é inspirado numa história verídica que conta a vida de Paige e Leo.

Paige é casada com Leo com quem é imensamente feliz e realizada. Mas um acidente de carro deixa-a em coma. Quando ela acorda, não reconhece Leo e nada da sua vida depois de sair da casa dos pais, o que altera completamente a sua vida e compromete o seu casamento. 

Como só se lembra da sua vida antes de sair da casa dos pais, sente que estes são a sua única certeza, bem como, toda a sua vida antes de Leo, incluindo o ex-noivo por quem se sente atraída, por isso acaba por deixar Leo e vai viver novamente para a sua vida antiga.

Leo, por sua vez,  desiste  e aceita o pedido de divórcio depois de tantas tentativas de ajudá-la a sentir-se em casa e de tentar reconquistá-la, sente-se traído e injustiçado por Paige não se ter esforçado tanto como ele nem reconhecer o seu esforço. 

Não vou contar o fim para que no caso de não terem visto e quiserem ver o filme...

Apesar de eu compreender o lado da Paige, acho que ela se tornou numa menina fútil, mimada enjoada, cheia de cocó  na cabeça e '' ai não me toques...'' e embora, tivesse tido o acidente e não se lembrar duma parte da sua vida, na minha opinião, mostrou ser uma pessoa extremamente egoísta e mimada que não mereceu o esforço nem o perdão de Leo. Foi muito fácil para ela deixar a vida com Leo e voltar à vida que se lembrava, sem querer saber quem magoou... por exemplo: '' Ok. Tive um acidente, não me lembro deste nem desta vida, não gosto desta casa, destas roupas, destas pessoas... vou voltar para a casa dos meus pais. Tchau!'' Não lhe custou a tomar a decisão.

Bom, como disse inicialmente, não sei se já tinha partilhado este filme aqui, por isso, se partilhei não sei a opinião que dei na altura, de maneira que peço desculpa pela brutalidade da minha opinião atual.

Já assistiram a este filme?

Se sim, qual é a vossa opinião?

Beijs.

 

*Imagem retirada do Google Imagens

Não podiam ficar as duas opções?

Esta nova moda de inserir a tecnologia em todo o lado é muito divertida e prática p'ra quem gosta e percebe, mas na minha opinião, quando acaba definitivamente com as outras opções e se esquece dos outros é o mesmo que regredir. 

Colocaram plataformas digitais interativas em toda a cidade e retiraram a outra informação que já havia, inclusive, os horários dos autocarros afixados em placas junto às paragens.

No outro dia, esperava pelo autocarro para voltar a casa e na mesma paragem estavam sentados um jovem e um senhor que devia ter os seus 70 e muitos anos. O senhor sentia-se muito aflito por não saber o horário que tinha de tomar para regressar a casa. Dirigindo-se a nós, a mim e ao jovem que também se encontrava na paragem, desabafou por 2 vezes que deviam afixar os horários das camionetas nas paragens para as pessoas saberem a quantas andam.

Quando este se aproximou mais de nós, perguntei-lhe para onde ele ia e tomei a iniciativa de ir à plataforma verificar, o rapaz seguiu-me para ver se podíamos ajudar o senhor. 

Conseguimos ajudá-lo, contudo o Sr. decidiu apanhar um táxi porque àquela hora já não havia autocarros comuns para a sua localidade. Só de Turismo.

Havia necessidade de retirar os horários afixados? Para evoluir é necessário esquecer-se dos outros? 

As pessoas que têm essas ideias maravilhosas não têm pais, avós em casa?

Não é preciso ter 70 anos para não se perceber, há pessoas mais novas que não entendem, que preferem a outra opção! 

Isso dá-me uma raiva!!

NA MINHA OPINIÃO, aquilo não dá jeito nenhum, primeiro que conseguisse escrever o nome da localidade... foi uma eternidade, o teclado travava em algumas letras e  outra, pelo que entendi, não disponibiliza o horário semanal dos autocarros, só do próximo autocarro... Se eu não estiver errada, é uma grande ajuda... Só que não!

Apesar dos meus 31 anos, eu prefiro a moda ''antiga''. Mas se querem evoluir, 'bora vamos! Porém, não nos esqueçamos uns dos outros. 

 

As lágrimas são necessárias para haver sorrisos.

Porquê que as pessoas têm tanto medo de ficarem tristes, sozinhas, desapontadas e de perder?! Eu não percebo. Eu vejo que as pessoas, uma boa parte de nós, correm desesperadamente à felicidade. Tentam e tentam e tentam ser positivos a todo o custo. Não estou a criticar, mas não sei se acontece o mesmo com vocês, quando estou triste eu quero estar triste... quando estou zangada eu tenho essa necessidade. Não sei se vocês percebem o que quero dizer, mas não temos de ser obrigatoriamente felizes e contentes a toda a hora. Se temos de perder, percamos. 
Já viram o filme Divertidamente?

A Alegria não deixava a Tristeza tocar nos botões das memórias da menina de maneira alguma, até que ela percebeu que a Tristeza é necessária.  As lágrimas são necessárias para haver sorrisos.

Nenhuma felicidade existe sem ter chorado antes. Para ganhar temos de perder.

Nem sempre para cima. 

Nós estamos aqui a rumar para a felicidade, mas quando tivermos de ficar tristes, fiquemos. Quando tivermos de ficar zangados, aborrecidos e desiludidos, fiquemos. Isso não tem nada de mal. Tudo é necessário. Se a tristeza não fosse precisa, não existia.

Tudo é importante, tudo faz parte, tudo tem a sua razão e tudo merece o seu momento.

Por acaso, já se viu plantas crescerem sem receberem água?!

Eu falo por mim, quando estou triste eu QUERO estar triste, eu preciso! Bem como, zangada, aborrecida... se me apetece morrer, apetece. Mas isso não significa que eu me vá matar. Apenas, é uma vontade de desaparecer... de dormir um sono e voltar outra vez. 

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Imagem retirada do Google Imagens

172 verdades

Hoje em dia, não há ninguém que não tire fotografias e são os poucos que não têm redes sociais nas quais partilham as suas fotografias. Mas, na realidade, a fotografia é uma arte e, como em todas as formas de arte, há quem se destaque mais do que outros. O chamado ''artista''. Apesar de, muitas pessoas não fazerem da fotografia uma profissão, possuem essa arte dentro de si. Têm aquela criatividade, a perícia, a atenção aos pormenores, ideias inovadoras, sabem fazer com que a fotografia fique bonita e convidativa a seguir o perfil que a posta. Tenho que admitir que eu não sou uma artista a tirar fotografias... nem sou boa a colocar filtros. Embora, eu já tenha aprendido muito aqui nas ondas da Internet e vendo as fotografias de outras pessoas.

Ok, e onde eu quero chegar?

Às vezes, eu abro páginas no Instagram de pessoas que me dão likes e não só, de pessoas que conheço... e eu fico deliciada a ver as fotografias. Opah! Sabem mesmo tirar e trabalhar a fotografia!! E depois tem aquilo o que a fotografia nos ''quer dizer'' e essas fotos demonstram vidas maravilhosas, que pessoas sortudas, opah! É tudo lindo! 

Mas... quando se pergunta ''então tudo bem?'', muitas dessas pessoas têm uma vida de m***! Estão sempre com problemas, com dúvidas, com inseguranças. 

Eu fico  e pergunto-me ''onde está a luz que tinha na fotografia?! A desconstração? A alegria?''

Eu sei que na Internet é tudo fake ou quase tudo. Eu não estou a dizer que uma pessoa que esteja triste ou que não esteja bem de alguma forma, não possa tirar e partilhar fotografias, colocar filtros com uma mensagem positiva, mas eu fico estupefacta com o medo que as pessoas sentem que se perceba que não estão bem.  Eu não consigo! Eu tenho 172 fotografias, nem todas são mesmo fotografias e, algumas foram tiradas por outras pessoas a meu pedido mas podem acreditar que, apesar do filtro que eu coloco só  para melhorar a fotografia, todas dizem o que estou a sentir, o que quero mesmo dizer, esteja feliz ou triste. Pessoal, não ponham filtros nos vossos sentimentos. 

Não tenho jeito nenhum para tirar fotografias nem trabalha-las, só sei que 'tá tudo dito na fotografia.

Até porque se eu estiver na m*** , a m*** vai aparecer na minha cara e em tudo o que eu partilhe.

Querem ver?

13094408_263144680700261_71812206256333546_n.jpgCara de m***
Eu sentia-me uma m***

 

E... qual é a vossa opinião?

Olá, pessoal! Tudo bem?

É fim do ano letivo e depois de umas conversas sobre os resultados dos miúdos na escola, se passaram de ano ou não... eu fiquei mal impressionada com o facto de uma mãe exibir as notas da filha, como sendo esta o máximo. Claro que, para todos os pais, todos os filhos são incríveis, o máximo e espetaculares. É verdade, eu não sou mãe (agora, os pais todos a darem-me na cabeça! ''Mas tu não sabes nada de maternidade... cala-te sua gafanhota de meia tigela''). Contudo, a minha opinião sobre o exibicionismo, exaltação e sobrevalorização das qualidades dos filhos e os seus bons resultados é que algo que não se deve fazer. Não, em demasia.

Eu concordo que, se deve felicitar as crianças e jovens pelos seus bons resultados escolares e boas atitudes no dia a dia e manifestar o orgulho sentido nessas situações, porque até é benéfico para eles. Mas, discordo que se deva exibir e elevar isso ao máximo, como se a dita criança ou jovem, fosse perfeito e melhor. Eu olhei para a criança elogiada e esta estava radiante com aquilo com que a sua mãe estava a fazer. A mãe por si, só está alimentar-lhe o ego e daqui a uns anos, muito provavelmente, será uma menina riquinha mimada que exigirá tudo e mais alguma coisa, que sentirá que tem de ser a melhor da turma sempre e em tudo para não desiludir os pais, a popular da escola que oprimirá todos os outros e só receberá aplausos pelos seus bons resultados e quanto aos seus erros, estes serão abafados pelos papás, como vemos muitos senhores a fazerem quando os seus queridos filhinhos cometem algum erro (ou não).

Todos nós já nos vangloriámos das nossas vitórias, já nos sobrevalorizámos, já fomos arrogantes, já tivemos a mania, já pensámos que a Virgem Maria ia aparecer na hora H para nos salvar, todos nós já fizemos (e fazemos) as nossas vantagens. Todos nós (eu também). Acho que isso é normal numa certa idade e, dependente, das pessoas. Eu, por exemplo, já parti os ossos todos e já me calei. Quando olho para trás, penso '' ainda bem que partiste a cara, Dina! '', porque isso me ensinou e levou-me por outros caminhos que, embora tenham sido sofredores, também foram vitoriosos, quanto mais não seja pelas experiências e por tudo o que isso me acrescentou de bom.

Mas, relativamente, ao dito exibicionismo e sobrevalorização dos pais para com os filhos, eu penso que não se deve fazer. Estudar é o trabalho deles. Também não é preciso dizer brutamente dessa maneira '' É O TEU TRABALHO! '', mas felicitar pelo bom trabalho, dar um carinho, dizer que estão orgulhosos deles, dando força de continuarem.

'' De pequenino é que se torce o pepino''. As crianças e jovens não têm culpa, porém os pais vão alimentando-lhes o ego de forma errada. 

À  pergunta: ''O seu filho passou de ano'', na minha opinião, basta ''Sim.''. Não é necessário descrever as notas, apresentando quantidades, valores, números e percentagens. Ma' isto é SÓ A MINHA O-P-I-N-I-Ã-O .

''E se fosse consigo?''

Há poucos dias, vi um dos episódios do programa da SIC ''E se fosse consigo?''. O assunto tratado nesse episódio são as doenças mentais e os consequentes tratamentos, mais precisamente, as idas ao psiquiatra. Eu só convivi de perto com uma pessoa que frequentava o psiquiatra mas nunca me criou confusão falar, conviver e estar com quem frequenta o psiquiatra. Com algumas pessoas, não é possível ter uma conversa clara e contínua dada a doença e sua evolução. Acho que isso é evidente e não se pode negar. Mas, não é por aí que não se fala com determinada pessoa. 
Eu penso sempre que é possível conversar, estar e conviver com quem quer que seja, só temos de encontrar o ''ponto'' certo. Claro que se eu me cruzar com uma pessoa cuja doença ou perturbação condicione o comportamento ou raciocínio da mesma e se isso for evidente, não me vou pôr como uma sabichona a falar sobre as Eleições ao Parlamento Europeu, óbvio. Mas posso ir pela via mais fácil, perguntando como está, o que tem feito... por exemplo. Isto sou eu. Para mim, a via que nós tomamos para qualquer ação na vida é que é determinante. Mas 'bora... eu não gosto de falar das pessoas do meu passado porque tenho uma certa superstição... não vá o diabo tecê-las, mas pronto.

 

Bom... a história é um pouco triste.


Essa pessoa sofria de um distúrbio mental e, apesar de eu não me importar rigorasamente nada com isso e trata-la como um pessoa normal que é, ao contrário não era bem assim. Essa pessoa tinha tamanha facilidade em julgar-me como se eu tivesse um problema mental (muito influenciada por terceiros, é certo) por causa da minha deficiência. Durante algum tempo, escondeu a sua opinião, mas no fim disse-ma de uma forma muito cruel. É evidente que, essa pessoa não se encontrava bem naquele momento, porém, também dava para ver que era má pessoa e meio que se aproveitava das alturas menos boas da sua doença para atingir os outros sem sentir remorsos. Ou fazia-o sem consciência, não sei. Um profissional de psicologia disse-me uma vez que, uma pessoa que tenha uma doença ou deficiência também pode ser má pessoa. Não sei o que diz um psiquiatra. Eu não me avalio na melhor pessoa do mundo, sou horrivelmente imperfeita com o pack completo da imperfeição mas acho maldade usar o problema de uma pessoa para a magoar. E foi assim que essa pessoa agiu. Disse-me o que quis: ''bah, bah, bah'' com uma frieza monstruosa e com um certo escârnio... e foi-se à sua vida, distribuindo a culpa a todas as pessoas, menos a ela mesma, por algumas das suas decisões. Eu não disse muito em troca, porque não sou aquilo que essa pessoa me chamou e, porque acho que não devo lutar com quem está naquele estado, posso ter sido ingénua mas senti pena. Apenas respondi que não permitia que usasse a minha condição para me atingir. Eu admito que essa pessoa tinha alguma razão em estar chateada comigo. Mas usou o mesmo discurso que outras pessoas, o que prova que havia uma influência... um empurrão, um encorajamento maldoso e prazer em criar conflitos, por parte de terceiros.

Bom, a questão é: ''E se fosse consigo?'' Penso que teria de me adaptar e tentar viver o mais normal possível, para me sentir bem comigo mesma e não para convencer os outros, fosse do que fosse.

Relativamente, a conviver e relacionar-me com, é como já escrevi. Também penso que as pessoas se preocupam muito com os comportamentos alheios. Se uma pessoa está ao meu lado a fazer algo que a mim me é estranho, desde que não seja prejudicial, criminoso, se não me está a tocar, a ferir, a magoar... que tem?! Está na sua vida, eu estou na minha. As pessoas ''sem problemas'' são muito lavadinhas. Que nojo! Qualquer coisa é uma patologia, uma anormalidade... Aff!! 
No que diz respeito  a julgar, só Deus é que pode fazê-lo. No entanto, eu admito que eu julgo (na verdade, todos nós) muito os outros. Contudo, sempre respeitei os problemas dos outros para que respeitassem o meu (deficiência). Nunca usei a condição de saúde de ninguém, fosse ela qual fosse para humilhar, diminuir e atingir o outro e, às vezes, sou muito julgada por ter uma deficiência por pessoas que sofrem de doenças mentais em vários níveis, tanto que o fazem comigo, bem como, com qualquer outra pessoa. E... aí isso é falta de olhar para si próprio. (mas também não sei até onde não é a doença a falar).

Frase do mês

''Quem paga as contas dos outros é gente tola''

 

Apesar desta frase ter saído da minha cabeça cabeçuda , eu pô-la entre aspas porque não vou falar em dinheiro. É uma forma de dizer. O  que quero mesmo dizer é que quem fica por terceiros, pelo disse-que-disse e foi-assim-e-assado é mais do que tolo! É atleimado! (termo açoriano - sinónimo de burro ou daquilo que vocês considerarem).
É certo que tooodaaaaaaaaaa a gente fala mal, comenta, tem curiosidade na vida alheia... toda a gente faz isso, de vez em quando (eu também!), claro, também sou filha de Cristo, uma pecadora incurável, azedinha..., (eu pratico muito este exercício: queres falar mal de alguém? Começa por ti! Queres apontar o dedo a alguém? Começa por ti! E assim vai...), por isso, começo sempre dizendo: eu também! Mas, continuemos... há sempre um limite. Na verdade, existem vários.
Primeiro, NÓS QUANDO INICIAMOS UMA CONVERSA/COMENTÁRIO SOBRE ALGUÉM, não devemos arrastar isso por anos luz. Há um tempo p'ra tudo. Falamos uma, duas vezes...e chega! Isto porquê? Porque as pessoas estão sempre em mutação, a transformar-se, a aprender, a levar na cara e aquilo que fomos há 5 anos atrás e o que fizemos, pode não corresponder mais àquilo que somos hoje (momento da vida em que estamos). Óbvio, que sempre teremos aquele bichinho de comentar alguma coisa do passado de alguém e assim... Nem devíamos começar, mas é mais forte do que nós, seres (minúsculos) humanos.
Atenção que, uma coisa é comentar, desabafar no momento em que estamos a viver. Não é que esteja certo, mas por exemplo, uma pessoa tem um atrito com outra, a necessidade é desabafar, comentar, realçar os defeitos dela... então, quando não gostamos de alguém... ui... a gente mata só com a boca! Eu, por acaso, arrasto muito as coisas, porque vivo muito, tudo o que se passa na minha vida, mas estou tentanto (neste momento não. 'tou sentada na cama a escrever ) mas vocês percebem. Tento pôr p'ra trás das costas. Mas ainda não consegui a 100%. Outra coisa, são os boatos, as mentiras, as fofocas... considero falta de carácter. Posso dizer que não tenho esse hábito. Inventar mentiras sobre alguém, levar e trazer (tipo correio). No máximo, posso comentar alguma coisa de alguém que conheço, mas não sou carteira. (ah... uma coisa que toda fala, faz um comentarzinho é sobre a intimidade da pessoa... às vezes, diz-se que ''já foi ao paraíso e já se acha'' e coisinhas assim, mas é nojento quando uma pessoa para provocar e ofender outra, vá por esses caminhos e, depois revela aos quatro ventos o que sabe sobre isso. Epá... a pessoa pode não prestar, pode merecer umas BOFETADAS na cara, mas é a intimidade da pessoa , mesmo que a pessoa fale, é dela própria. Não devemos ir por aí). 

 

Eu fico muito envolvida com aquilo que me fazem, com aquilo que vem até mim sobre mim e/ou que me afeta de alguma maneira. De resto, não. Inventar por prazer? E coisas assim, não. E aquilo que me dizem e pedem segredo aqui fica. Guardo segredos de pessoas que já não me lembro, nem das pessoas, nem dos segredos. Mas, se for um segredo sobre mim, eu vou lá e tiro satisfação! Não vale a pena isto: ''eu ouvi uma coisa sobre ti, mas não podes contar a ninguém'', dependendo do que é, se for um mexerico, ok. Mas, se for algo que realmente me atinge... aí...! Também, eu consigo perceber se a pessoas quer é provocar ou se a atitude é ingénua. Se fosse contar tudo, tudinho que ouço das pessoas às pessoas... já estávamos na 1234ª Guerra Mundial! O que eu ouço das pessoas morre aqui. O que me contam aqui morre. Falo muito mas sou ''ratana'' (isto é uma alcunha), aquilo que deve ficar guardado fica. ;-) as pessoas pensam que digo tudo, mas na verdade, não chego à metade.

Segundo, as pessoas que se deixam levar pelos comentários, boatos, coisinhas assim, fofocas... estereótipos, ideias retrógradas que, algumas pessoas tentam implantar na nossa mente para nos afastar, dominar ou diminuir... isso é de pessoas sem personalidade, sem brio pessoal! E lá está, ''quem paga as contas dos outros é gente tola''. Queiramos conhecer SÓ por nós! Às vezes, perdem-se grandes amizades e grandes relações, por causa dos outros. Se A tem um problema com C, B não tem que tomar um lado. Cada um tem a sua cabeça, a sua culpa e a sua razão. Não se toma as dores de ninguém. Em casos de família, sim. Às vezes, temos de tomar uma posição, mas isso é diferente e, mesmo assim, nem sempre se justifica. Cada um é que sabe.
Já várias vezes, tentaram influenciar-me contra as pessoa dizendo para não confiar, para me impor, etc. Epá... eu disse ''olhe, eu agradeço mas de facto, eu não conheço a pessoa em questão. Gostava de conhecer por mim e se houver algum problema, hei-de encontrar uma solução.''
As pessoas não sabiam onde haviam de se meter. 
Eu acho isso uma grande parvoíce... agora tenho que ficar influenciada por outros. Nah... eu vou fazer, ir, conhecer por mim... se tiver de partir a fuça, parto. Pronto. Antes cair pela nossa má cabeça, do que pela cabeça dos outros. E eu fico tãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao enervada quando me lembro de que me deixei influenciar. Uma vez, uma professora disse-me que eu estava a ser influenciada por uma amiga, eu fiquei: ''euuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu?!  -sim, Dina. - o quê?????????????????'' , eu não suporto influências!!!!! Fiquei a martelar naquilo por diaaaaaaaaaas! 


Bom... é esta a frase para Maio.

 

E, como disse inicialmente, toda a gente bate língua e fica a pensar naquilo que foi dito e sobre quem foi dito, mas para ambos os casos é necessário discernimento e saber os limites. Quando uma pessoa toma grande parte da nossa vida e já ultrapassamos o limite dos desabafos...por exemplo. Aí devemos parar e ''deitar'' fora.
Quando há pessoas tóxicas que só nos querem influenciar contra em prol do seu próprio prazer, devemos ''marcar'' uma linha e dizer ''daqui não passa''. Somos pessoas e a nossa natureza é mesquinha, todos somos um pouco coscuvilheiros e andamos como abelhas ''zzzzzzzzzzzzzzz'', mas não nos esqueçamos o que é bom e mau, nem o saudável e o insalubre.

Coisa de menina

Encontrei este pequeno vídeo que retrata bem uma das ações que muitas meninas têm naquela fase da pré-adolescência, quando o corpo começa-se a desenvolver. Muitas meninas sentem vergonha pelo seu peito ainda não ter começado a crescer tão ou igual às outras meninas e tentem atingir um tamanho, mais ou menos, aceitável se inspirando nas outras. E fazem isto, que mostra no vídeo:

 

 

Eu compreendo que é um pouco (muito) constrangedor para algumas meninas de 11/12 anos, verem que as suas amigas e meninas da escola com a mesma idade, já têm peito e vocês não. Mas, não se preocupem com isso, porque não há nada de errado convosco. 
Cada um tem o seu tempo. Uns crescem mais rápido do que outros, uns são mais pequenos do que outros. Mas todos chegamos lá. Não temos de ter vergonha disso, do nosso corpo, como ele se transforma. Um truque é dar tempo ao tempo, sem muita preocupação e aproveitar o momento da vida em que nos encontramos.

 

 

Fonte: Youtube

Os adultos primeiro, se faz favor!

Há uns dias vi este post no Facebook e achei importantíssimo mas também um tanto engraçado. Porquê? Porque fala-se e discute-se muito sobre educação, progresso e esclarecimento infantil... mas, às vezes (muitas vezes) os adultos é que precisam de aprender isto, para depois ensinar as (suas) crianças! 

 

 

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Imagem retirada: daqui

 

E... qual é a vossa opinião? Gravidez na adolescência.

Olá!
Hoje vou escrever sobre gravidez na adolescência e como sempre, para escrever sobre esse tipo de assunto, eu pesquisei um pouco sobre isso. 


ANTES DE tudo: escrevo com base na minha opinião e nas situações que tenho conhecimento. 


Para começo de conversa, desculpem-me mas não é algo normal! Para os dias que correm, para o século XXI (estamos no século XXI), com a tanta informação que há, não é normal. Torna-se normal porque se torna recorrente. Como a violência doméstica que não é normal, mas como é algo que acontece todos os dias, meio que se torna normal. Na juventude dos nossos avós, ainda dos nossos pais (em alguns casos), e anterior a isso, podia ser.  Mas, hoje em dia, não é. Até porque,  um adolescente não é um adulto. É um ser em tranformação, com todo o organismo em desenvolvimento, com as hormonas a saltar... a personalidade ainda não está completamente construída. A adolescência é a fase da descoberta, da experiência, do ''gosto agora e odeio amanhã''. 
Então, porquê que ainda há muita gravidez na adolescência?
A resposta é fácil:
1-Os pais não imaginam o que os filhos fazem;
2- Se imaginam, pensam que estes são ''muito adultos'' e sabem o que fazem, isto porque os adolescentes, por vezes, crescem muito rápido e o seu corpo desenvolve-se a uma velocidade trágica do dia para a noite. Os pais e outros adultos que convivem com esses adolescentes ficam confusos com essa mudança e passam a tratá-los como adultos resolvidos, mas não têm mais do que 14/15/16 anos e como sempre, nós temos tendência a ter cuidado com o que é pequeno, pois considera-se que se é pequeno é frágil, não tem experiência, é imaturo... 
3- Os adolescentes fazem porque outros fazem ou dizem que fazem;
4- Têm vergonha de comprar preservativos e se usam algum método contracetivo que não teve efeito, depois não sabem o que fazer;
5- Acreditam que com eles não vai acontecer ou não acontece na primeira vez;
6- Acham que têm o contrôle da situação;
7- Têm vergonha de pedir ajuda, de conversar porque vão muito de acordo com que os amigos e amigas fazem e aconselham;
8-  Tanto os pais, tanto os filhos não têm abertura, não se sentem à vontade para falarem entre si abertamente.

E por aí vai. As 8 razões que apresentei, eu fui buscá-las a casos que eu assisti no meu quotidiano.
Mas, quando acontece... o que fazer?
Embora não seja normal (é preciso ter essa consciência), quando acontece não se vai matar ninguém por isso, óbvio. No entanto, tenho conhecimento de uma família a quem aconteceu e aplaudo  os pais de ambos os adolescentes.
Passo a contar: a rapariga engravidou e em conversa com todas as pessoas envolvidas, sentados à mesa (assim é que se faz), todas as partes concordaram e decidiram que, até os pais (adolescentes) atingirem a maioridade e terem uma fonte de rendimento e cabeça madura para tomar uma decisão adulta, cada um ficava na sua casa e criava-se o filho assim, o bebé ficava com a mãe, claro que o pai (adolescente) visitava e acompanhava o seu filho e a namorada, mas assim se decidiu porque os avós da criança que nasceu de pais adolescentes, admitiram que também tiveram culpa, tendo em conta, a menoridade dos filhos, apesar de já não serem crianças, também ainda não são adultos. E, tenhamos em conta, que a maioria dos amores de adolescente não perduram. Apaixonar-se e desapaixonar-se é o que mais acontece na adolescência. Eu acho que de todas as decisões que conheço relativamente a este assunto, esta foi a melhor. Acho que é preciso tomar responsabilidades e fazer com quem faz que tenha essa consciência, mas a culpa (é uma maneira de dizer) de uma adolescente ter engravidado, não deixa de ser dos pais da mesma e dos pais do rapaz. Uma menina de 14 anos engravida, a culpa é dela? Do namorado da mesma idade? Ou é dos adultos que fazem parte da vida desses adolescentes que não conversaram, que não perguntam se está tudo bem, se namoram, como vai a escola, etc...? Digo, 14 como 15, como 16, como 17... claro que aos 17/18 anos, algumas pessoas já têm outra ''maturidade'' e, em alguns casos, já sabem pedir ajuda, o que fazer. Até já frequentam consultas nesse âmbito por iniciativa (EM ALGUNS CASOS).  Acho que é uma crueldade obrigar 2 adolescentes a montarem casa aos 16 anos para criar o filho. E isso acontece muito. Como aquela família, eu não faria isso, se fosse mãe de adolescente (não sou mãe de ninguém) , eu diria: ''vocês fizeram, vão ter de tomar responsabilidades, mas vamos conversar.''

Também há aquela questão da proibição de namorar...

Pais de adolescentes, atentem: não proíbam os vossos filhos seja do que for nesta vida, porque eles vão fazer à socapa. Conversem com eles e deixem-nos ''livres'' com regras, horas de regressar a casa... Inventem um jogo saudável de troca por troca (eu disse saudável!), por exemplo, ajudar nas limpezas de fim de semana e pode sair até às 2h da manhã, com as condições devidas. Desde que, o ado. não ache que a vida é uma troca. Mas, por norma, os adolescentes, alinham bem nesse tipo de truques com os pais. e ajuda a criar um elo entre pai e filho, um certo companheirismo. Acompanhem as vossas filhas ao médico.Tem 14 anos... começou a namorar? Vão ao médico de família para ela ir percebendo o que pode acontecer. E os filhos (rapazes) também. Não é só as meninas que têm dúvidas sobre essas questões. Não digam que não podem fazer, mas sim, ajudem a compreender se estão preparados, se querem fazer aquilo mesmo. Peçam ajuda para falar sobre sexualidade com os vossos filhos.
E não pensem que por os ado. já terem 1,60cm ou + é adulto. Um adolescente é um adolescente tenha 1,50, 1,60 ou 1,80 cm. Assim como, uma pessoa adulta é adulta tenha 1,80, 1,60, 1,50 cm.
É preciso saber ver para onde estamos a olhar. 
E parem de dizer que ''é a vida''! É a vida, sim. Mas, podemos fazer a vida de outra forma. Que mesmice!! Eu ouvi formadores a dizer isso a adolescentes, por amor de Deus! Não se vai matar, mas paremos com essa mesmice, com essa mentalidade pequena de tornar tudo normal!
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA NÃO É NORMAL e tem repercussões negativas psicológicas, emocionais, físicas, sociais bastantes graves para todas as pessoas envolvidas! 

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Imagem: Google.

 

Frase do mês

Quer queiramos, quer não, a verdade é que no fim (todos somos) substituíveis... ou não. Será?

 

Eu defendo sempre que cada um de nós é exclusivo, único e especial, cada um do seu jeito mas será que ninguém é insubstituível? Será que esse pensamento é inalterável, não tem exceções...? Humm... vejamos. Como já disse antes, eu inspiro-me em acontecimentos da (minha) vida, naquilo que vejo ao meu redor para desenvolver a frase do mês e andei a prestar atenção em algumas coisas. Por exemplo, quando desistimos de fazer alguma coisa ou quando decidimos partir para outro lugar..., podemos surpreender as pessoas à nossa volta, que pensavam que nunca tomaríamos tal decisão. Mas, logo que saímos de cena, o nosso lugar vaga e, obviamente, que não ficará vazio para sempre. Rapidamente, aquele lugar é ocupado, aquela pessoa é substituída, o trabalho dela é tomado por outra pessoa. Certo? Hoje em dia, mais ainda pois tudo é considerado descartável. Infelizmente.
Quando terminamos uma relação, sofremos, choramos, depende (às vezes, não). Pelo menos temos uma fase de luto. Após essa fase, conhecemos outras pessoas e, mais tarde ou mais cedo, acabamos por preencher aquele buraco. Ou seja, é substituído algo ou alguém ali. 
É assim que a sociedade de hoje pensa, raciocina e age. não está bom, outro.'' ''NEXT!''  ''vai-se embora, sentimos muito. Mas já tem outro para o lugar.''.
Por um lado, ainda bem. Porque já pensaram, se toda a vez, uma pessoa desistisse de um trabalho, fosse para outro lugar...  se aquele lugar que ocupava, ficasse permanentemente vazio o mundo não avançava, não produzia, era quase tudo deserto, não havia circulação, mudança, novidades.
Por outro lado, acho que as pessoas banalizam-se, desvalorizam-se demasiado e desligam-se num abrir e fechar de olhos umas às outras ao dizer e pensar: ''esta não quer, há quem queira. NEXT!'', isto para o que for. Bom, eu não concordo com isso no sentido que, cada pessoa que chega e cada pessoa que parte, teve e tem o seu momento e o seu trabalho, dá e deu o seu contributo.
Acho também que não devemos ficar a pensar nisso ao ponto de não fazer mais nada da vida. Mas afinal, somos ou não substituíveis? Bem, a minha opinião é esta: depende do que se trata e do é que se substitui, porque ser pessoa não é ser corpo, é ser espírito. Pode-se substituir o invólucro, mas jamais o conteúdo. Para Deus, somos um. (eu sou crente em Deus). Claro que seremos substituídos no trabalho, mas o nosso jeito, a nossa forma de fazer aquilo é só nossa. Só nós é que fazíamos daquela maneira específica. Os nossos ex-companheiros(as) encontrarão outras pessoas e nós também, mas aquilo que foi dado por aquela pessoa que partiu, só aquela pessoa é que nos deu daquela maneira. Aquilo que vivemos com amigos, pertencerá só às experiências que vivemos com aquelas pessoas e só daquela maneira, por mais que se repitam, não será da mesma maneira. Posto isto, tudo o que é invólucro é substituído, mas tudo o que é espírito, pensamento e sentimento não é. Jamais será. E pessoa é ser espírito, pensamento e sentimento.

E... será que não há ninguém para a qual somos insubstituíveis? 
Respondendo só por mim, não sei  se o sou para alguém e, muitas vezes, tenho o sentimento que algumas pessoas, ficaram aliviadas pelas minhas partidas/desistências. (tento não alimentar esse sentimento). Porém, vivo momentos na minha vida que dou por mim a pensar (recordar): ''se a Marcolina tivesse aqui...era tudo diferente.'' Assim como, a ''Marcolina'' se o ''Ambrósio'', o ''Jacaré'' ainda tivessem aqui, era tudo tãoooo diferente. Ou seja, são e foram pessoas insubstituíveis na minha vida. Por outro lado,  eu não sei se a ''Marcolina'' se o ''Ambrósio'', o ''Jacaré'' se recordam de mim, se me substituíram, se tiveram dificuldade ou não em fazê-lo.Mas também sei que algumas pessoas sentem a minha falta (todos os dias). O ato de substituir uma pessoa (que na verdade, não se faz), depende de cada um, dos seus sentimentos, personalidade, carácter, da sua sensibilidade...

Bom é esta frase do mês de Abril.

E vocês concordam?
Existe alguém insubstituível nas vossas vidas? Conseguem fazê-lo com alguém?

Beijs.

Relembrando posts antigos #2

Olá, tudo bem?
Dando continuidade à minha ideia de trazer à tona posts escritos outrora, aqui está outro texto que adorei escrever. 

'' Macacos de imitação
 
26-05-2017
21h12
 
 
Nós não gostamos de muita gente e muita gente não gosta de nós por causa da maioria: se a maioria das pessoas com quem estamos, andamos, do meio onde estamos inseridos não gosta, nós também não. Se essa maioria gosta, nós também gostamos. A maioria ou uma determinada pessoa influente (empresários, presidentes, doutores, filhos destes, figuras públicas, pessoas influentes na Internet, etc)... mas quando ficamos sozinhos, embora não concordemos com algumas atitudes e ações dessa ''muita gente'', damos connosco a pensar, que apesar de tudo não temos nada contra e até gostamos das pessoas, mas concluímos que  émelhor deixar como está, porque se A e B sabem, ficam contra nós também e podemos ter problemas e não estamos para nos arriscar... por isso é melhor imitar os outros porque ser diferente é algo assustador. E vamos seguindo assim, sendo membros das outras pessoas e não pessoas realmente. Mas, membros superiores ou inferiores? Passamos mais de 50% da nossa vida a ter as mesmas opiniões dos outros, a ter os seus princípios, a gostar do que eles gostam, a ouvir o que eles ouvem, a dizer o que eles dizem... a falar como eles e a ser o que os outros são. Nós mesmos, não existimos. Somos um bando de franguinhos influenciáveis. E mais... nós passamos o nosso tempo a não gostar das pessoas, a ter ''coisas'' contra elas, a falar mal delas, a olhá-las de lado, a rir-nos delas por influência dos outros. Ou seja, usamos muito mal o nosso tempo, desperdiçamo-lo em vez de aproveitamo-lo uns com os outros.
É natural haver conflitos e pontos de discordância entre as pessoas, mas não é preciso ir ao extremo das situações, criar um motim contra ninguém e fazer de tudo uma guerra mundial.
Até quando seremos macacos de imitação? Capachos da sociedade, da maioria?
Pois... que se lixem os outros, os seus princípios, gostos, o que pensam, as suas opiniões... lembremo-nos que quando uma ou várias pessoas tentam fazer com que os outros sejam como elas é porque são fracas e medíocres e precisam que alguns palhaços deem a cara por elas.
Sejamos mais nós mesmos e menos os outros. Deixemos que cada um resolva os seus problemas, mesmo que tenhamos a nossa opinião (temos sempre), não precisamos de a manifestar a toda a hora, muito menos, se não nos diz respeito. Sejamos diferentes. Deixemo-nos de lados e fiquemos no meio de todos. Tenhamos vozsim, mas só com que é connosco. Deixemos de ser macacos de imitação.''
 

Imagem do Google Imagens
 
 
Espero que gostem.
Boa noite e Bom Domingo!
Beijs

Amanhã é Domingo... :(

Ai caneco!

Amanhã é Domingo, dia do Nosso Senhor (como manda a religião católica, na qual eu fui criada...!), dia de descanço para muita gente, dia da família... mas devo confessar: desde pequena (quando eu era mais pequena ainda, tenho 1,46 cm lembram-se? Qualquerum, pega-me por uma mão e atira-me assim ao vento... lá vai o mau feitio, depois o vento atira-me a uma árvore, que por sua vez, atira-me a uma rocha e eu fico lá toda esmagada com as tripas a saírem-me pelos olhos...)
Num instante, fiz uma cena de terror! Bom, voltemos aos Domingos, desde os tempos de criança, que eu não gosto do Domingo. Pah... é aborrecido...! Não há nada para fazer, na televisão não passa nada de interessante, ainda se mantivessem a programação da semana ou pussessem alguma cousa de jeito a dar... mas não. É sempre aqueles programas pirosos, reality shows... arght! eu gostava de ter um botão onde me pusesse a dormir de Sábado para Segunda-feira. Seria tão fixe! Na realidade, eu consigo fazer isso, vocês iam ficar bOquiaberTOs com a quantidade absurda de horas que eu consigo dormir! Mas eu não vivo sozinha, de momento. Por isso... não convém dar sustos a ninguém. ( não sei se já disse aqui, se não, digo agora: o meu sono não é regular. Eu consigo fazer diretas sem problemas, consigo passar semanas a acordar cedíssimo e consigo dormir mais que um coala).Até me tento distrair com algumas coisas, mas parece que levaaaaaaaaa mais tempo a passar, precisamente, porque eu não gosto. Quando a gente não gosta de uma coisa, ela insiste, persiste e demora-se.
Bom, pessoas lindíssimas eu vou ver a novela Salve Jorge (Globo Portugal).
Mas... e vocês gostam do Domingo? O que vocês costumam fazer? Têm sugestões para passar um Domingo?
Beijs.

Eu desisto!

Calma, minha gente!

Não é nada demais, passo a explicar:

Já há algum tempo que eu ando a tentar simpatizar com uma pessoa, por nenhuma razão em especial, mas como vivemos na mesma terra e já convivi com essa pessoa em dois momentos diferentes da vida e, possívelmente, vou contracenar em algum momento futuro, não que eu vá até... mas como vivemos na mesma terra... por mais que os caminhos se separem, há sempre uma vez ou outra que se dá de trombas com as pessoas, dada a pequenez do sitio. Enfim... eu não consigo! Nem consigo verbalizar uma palavra. Não é que eu O_D_E_I_E a pessoa em questão, mas já tenho recordações negativas em relação à pessoa, umas recentes, outras mais antigas... o que dificulta a situação. Sem falar que quando eu pego com uma coisa... txiii.... nem tirada a ferro, por isso, a solução que eu encontro para quando me deparar com tal presença é passar, fazer um aceno com a cabeça ou mão, no máximo, esboçar um sorriso e ir à minha vida. Também... não há assunto, tendo em conta à pessoa que é e etc, etc, etc. Desisto! Melhor do que sorrir uma vez, falar outra... virar a cara outra. A pessoa deve pensar: ''Esta gaja é bipolar.'' 
Acho que não se deve forçar nada, mas eu não me sinto confortável, é boa pessoa (até que se prove o contrário) e meio que me pediu desculpa...explicou-se, vá! E foi tolerante em algumas ocasiões. Por isso, tentei simpatizar, ma' não consigo. Não entra! E eu só 'tava a empurrar pra dentro. Aproveitando a deixa para uma pessoa, utilizo-a em várias.

coisas_da_vida.

Somos cores, diferenças e escolhas, mas tudo é Ser HUMANO!

Africano, Asiático, Amarelo, Vermelho, Caucasiano, LGBT+. É? Prostituta(O), Velho, novo, MULHER, homem,  pessoa com mobildade reduzida, europeu, chinês, brasileiro, pobre, rico,  SOLTEIRO, direito, torto, baixo, a-l-t-o,moreno, gordo, magro, pálido, ruivo, uma palete inteira de cores...   A sério? é diferente de ti? 

Pois... se é, deixa ser! É tudo Ser Humano! É tudo igual! Cada um com a sua diferença, com as suas escolhas e do seu jeito, é tudo Ser Humano, somos todos ESPECIAIS, cada um do seu jeito!

Viver fora: o que eu gostei e o que eu não gostei.

Olá.


Como já tinha dito, eu vivi 4 anos longe de casa. Fiquei por lá o tempo que foi possível ficar e regressei quando não houve mais nada para eu fazer lá. A minha intenção nunca foi ficar de vez a viver lá, claro que se as coisas se tivessem proporcionado, teria aproveitado. Em tempos de fome, não se desperdiça pão. Mas não foi, não há que remoer no assunto. Bem... quando eu digo longe, não me refiro a distância de carro, vivi mesmo fora. Antes já tinha vivido fora da minha área de residência a uma distância de 1:30 de carro, agora com a via rápida feita  fica a 40min. de distância de carro de casa. E o que eu gostei e não gostei da minha segunda experiência fora de casa? Eu não vou repetir aquela história do mau bocado que passei, da tristeza nem dos problemas, que escrevi há pouco tempo. Vou relatar coisas ''normais'' de quem vive fora de casa.

Só para entenderem, quando eu decidi ir viver para o lugar onde vivi, não foi com a ideia de farras e festas, porque eu até gosto mais de estar em casa. Gosto de sair e tal, de vez em quando, mas aprecio um serão passado em casa, um jantar entre amigos.... Coisas desse género.
Quando eu decidi ir viver fora e, especificamente, na cidade onde vivi, em primeiro, porque sempre gostei da história da cidade em si, dos monumentos..., e, em segundo, eu quis experimentar viver sozinha sem ninguém a quem pudesse pedir socorro (família) para ver até onde eu ia, os meus limites e por aí a fora.

Vamos começar pelo que eu não gostei:
 1.dos doces típicos da região;
 2.de algumas tradições;
 3.dos centros comerciais: os que estavam perto de mim, não ofereciam muita coisa (lojas), o único que tinha alguma coisa de jeito (mais oferta de lojas e etc) ficava em cascos de rolha;
4. não gostei do facto de não haver tantos transportes públicos para os sítios mais distantes ou com tanta regularidade. Para andar no ''centro'' há a todo o momento, se se precisa de sair para os subúrbios, não há. Foi a impressão com que fiquei.
5. não gostei de (só) haver descontos e apoios e residências só para os estudantes universitários. Na maioria das vezes.
6. não gostei do aspeto degradado das casas que eu via na rua, algumas casas, não têm mesmo condições. Havia pessoas a viver em casas a cair aos bocados.
7. não gostei da pressão social: haver festas e toda a gente vai e quem não vai, é um E.T. Parecia obrigação. Ou é fim de semana e ninguém  pode ficar em casa. Há uma pressão muito grande. Eu senti isso. 
8. não gostei do padrão social, por exemplo, as meninas andam como ''rapunzeis'' e os meninos como senhores.
9. da inexistência de zona balneares + próximas. Para uma cidade, acho que devia haver algo mais central, uma vez que há muito espaço verde abandonado e poluído na cidade. Acho que a Câmara devia cuidar mais disso, porque tive a oportunidade de conversar com pessoas idosas que se lamentavam da falta de uma zona balnear mais próxima. Esquecemo-nos das pessoas idosas e com necessidades especiais que até podem ter uma boa qualidade de vida se as coisas forem bem feitas. Eu conheci algumas pessoas idosas e com deficiência que comentaram isso mesmo: até podiam aproveitar melhor o Verão, se as piscinas fossem mais centradas, havia, pelo menos 2 espaços (até onde sei), mas distantes e caros.
10. as ruas eram pouco arranjadas e limpas.
11. não gostei de andar de comboio.
12. Detestei a existente hierarquia entre as pessoas. Os gostos e desgostos das pessoas umas com as outras, dependem muito se os ''maiores'' gostam, toda a gente gosta, se acontece o contrário... ninguém olha para aquela determinada pessoa. As relações entre as pessoas  (na cidade onde vivi) se baseiam muito das influências, do que se ouve e se deixa de ouvir. E, ainda existem os grupos bem distintos uns dos outros. Não há mistura. Isso faz-me confusão. Para mim... uma pessoa africana é igual a um europeu que, por sua vez é igual a um chinês. Somos todos iguais. Vinhamos de onde viemos, independente da nossa cor, da nossa etnia. Somos um. E lá, também percebi que vão uns atrás dos outros, ninguém pode ficar com menos. Igual ou melhor. As pessoas atropelam-se para atingir o melhor.
13. Detestei o facto de se nomearem tias. É tudo tias e sobrinhos. DETESTEI. 

Esta é a minha opinião (a minha) baseada na minha experiência. Quem se dá bem, ainda bem, fico feliz! Mas, acho que a cidade em questão (ainda) tem o hábito de olhar, de mexericar, de estranhar, do disse-que-disse, de rotular as pessoas, de se intrometerem muito, não gostei disso. Porque eu sou de uma ''terrinha'' assim e fui para uma cidade com uma mentalidade igual ou pior. Desiludi-me um pouco com o sonho. Ma' pronto. Desiludiu-me porque é cidade, mas as pessoas não evoluiram com ela. Ficam naquela coisa que vivem na cidade, a sobrevalorizar o que têm e só.

 


Eu defino a cidade assim: 
Uma cidade que vive dentro de uma  bonita redoma, mas velha e cheia de pó. Enquanto isso, o resto do mundo avança e eles continuarão na sua redoma, a autovalorizarem-se daquilo que têm, sem se aperceberem no quanto estão atrasados.


O que eu gostei:

1. do pão;
2. dos horários e dos dias de abertura dos estabelecimentos, 7:30 da manhã, já  estava (quase) tudo aberto e às 23:00 ainda estava muita coisa aberta, maneira que, não precisava de andar a correr. Aos fins de semana, a mesma coisa. Mas isso, acontece em todas as cidades.
3. da proximidade dos estabelecimentos relativamente à casa onde vivi. Depois de conhecer, só andava pé.
4. da existência de pontos de táxi em todo o lugar, ou quase todo o lugar.
5. das mercearias. É engraçado. As pessoas que conheci, queixavam-se da falta de produtos das mercearias, eu não notei falta. Comparativamente ao local de onde eu sou, as mercearias das cidades têm bastantes produtos, quase que não se precisa de ir às grandes superfícies, inclusive, os horários são muito melhores. Abrem pelas 7:30 e fecham às 20:00. (aquelas que conheci).
6. ah... eu vivia perto dum café/gelataria. 'tava sempre lá a comer crepes. Sempre; sempre que me crescia uns tostões.
7. da baixa da cidade, é linda!
8. gosto do facto de terem mantido a parte velha da cidade.
9. apreciei o facto de tudo ou quase tudo ter o nome de reis. Aqui é só santos. :D
10. adorava aquelas ruazinhas da baixa da cidade, pareciam labirintos, andei em todas e perdi-me também :D mas aqui 'tou eu.
11. gostei dos últimos tempos que vivi, estava a estagiar num lugar impecável e tinha rotina de trabalho. Chegava a casa 19:00, comer, banho, cama. Adorava aquela correria de ir para o estágio.
12. Adorava a cidade à noite.


Tudo tem o seu lado bom e o seu lado mau. E, em ambos, temos a nossa culpa e razão. E, ambas morrem sozinhas, por isso, não nos devemos focar muito nisso. Muitas coisas não deram certo, devido às circunstâncias da vida e porque eu também não soube lidar com elas: era muito menina. 
Mas são as dificuldades que nos fazem crescer e fortalecer e digam-me lá, quem nunca chorou por estar fora do ninho dos seus pais?! Quem nunca se sentiu uma formiga num mundo de gigantes?! Quem nunca quis voltar a casa dos papás?! E quem nunca errou e depois, passado um tempo, pensou para consigo que não era preciso ter sido da maneira que foi?! Quem nunca teve vontade de se pontapear todo?! C'est la vie.

 

Tudo o que eu escrevi aqui e escrevo no blog é sobre as MINHAS experiências, segundo as minhas opiniões e visão que eu tenho sobre a vida e o mundo. Jamais é com a intenção de ofender quem quer que seja, muito menos, influenciar! Cada cabeça, sua sentença!  

E nada que, por pior que passei, invalida que eu não vá de novo viver para fora, foi só uma experiência numa cidade, quantas cidades têm Portugal?  quem sabe, daqui a uns tempos não estarei noutro canto do meu país...? ;) 
Essa experiência só me veio ensinar e eu só aprendi com ela. Capiche? Foi um dos sonhos mais lindos que sonhei e, realizei-o... com muitas pedras pelo caminho, mas fui e ia de novo! 

Beijs.

Então... o problema é não gostar?!

Muitas guerras na sociedade existem, simplesmente, porque as pessoas não gostam. Infelizmente, algumas pessoas na sociedade ainda não perceberam que as escolhas de vida dos outros, independentemente do que seja, não depende dos gostos pessoais de alguém. As escolhas de vida de cada um diz respeito a cada um e às pessoas envolvidas. Não diz respeito à sociedade. E, assuntos como homossexualidade nem deviam ser tema de debate (na minha opinião!). Assim como a homossexualidade, existem muitas outras questões que são debatidas e criticadas pela sociedade... sem razão para isso. Como o amor entre casais com idades distantes entre si, por exemplo. Esta não é minha luta, mas sou a favor da homossexualidade no que diz respeito ''queres amar? Ama!''.
Sinceramente... pessoas, preocupem-se, por exemplo, com os Presidentes que elegem para governar. Preocupem-se sim, com as vítimas de violência doméstica. Não sei se perceberam, mas estamos no SÉCULO XXI. Antes, a violência doméstica era vista como resultado da falta de educação e esclarecimento das pessoas. Hoje em dia, é resultado de quê?!
Preocupem-se mais com os abusos e mau-tratos a crianças, idosos e pessoas com deficiência. Tratem de lhes dar credibilidade.
Lutem pelos direitos dos animais. Mais ainda! (mas não é só no papel nem no palanque), saiam à rua e certifiquem-se dos seus direitos.
Debruçem-se sobre a situação de pessoas sem-abrigo  e com necessidades.
Preocupem-se em criar incentivos à natalidade. Precisamos de crianças.
Preocupem-se com a gravidez na adolescência.
Preocupem-se com o Sistema de Saúde.
Preocupem-se com a Educação.
Preocupem-se com o Desemprego.
E mais! E mais! E mais!

 

Isso sim, são assuntos que devem ser discutidos e resolvidos. São problemas de todos. Agora, a sexualidade de cada um e as suas escolhas é de cada um. 

52451609_2264191543611344_3971677084631171072_n.jpImagem: Facebook

 

O que vocês fazem pela noite adentro?


O que é que vocês fazem pela noite adentro quando estão sem sono?
Bom... eu vejo pessoas. (Hein?!, a vossa reação), além dos milhões de filmes e algumas séries que assisto e dos livros que leio e dos blogs que leio também, eu vejo pessoas.
Passo a explicar... eu gosto de conhecer as pessoas que existem nos atores e figuras públicas. É verdade. Eu gosto de atores e de outras figuras públicas, o que é que tem?
As pessoas comuns (eu também) têm a tendência de rotular um ator ou outra figura pública como fútil, interesseiro, arrogante, etc, etc, etc. Eu não descarto que alguns não prestem para nada e que não haja muita futilidade e falsidade e arrogância e ''coisas'' inventadas e muitos dramas e sensacionalismo e essas tretas todas. (o e, e, e foi proposital). Até eu ''falo'' de algumas situações às vezes. Há muito love do dia para a noite, há muito ''BFF'' repentino, há muito drama por tudo e por nada, há muito ''descabelamento'', falsidades, arrogância, há muito '' I am the best'' e '' deprê's'' espontâneas, há muita ''cópia'' , há muita m*rd_ feita por causa das audiências e das redes sociais e muuuiiiiiiiiiitoooooooooooo mais (em nome de uma imagem). Eu sei disso tudo! Mas, n'é preciso ser-se conhecido publicamente, existe isso tudo na realidade de pessoas comuns, assim como, existe muito mais da realidade comum na realidade de quem é publicamente conhecido do que, talvez imaginemos. Isto porquê? Pessoas, são pessoas, a diferença é que são conhecidas através da TV, redes sociais, novelas, filmes e revistas, etc, etc. E há muita m*rd_ em todo o lado, pessoas sem carácter em todo o lado, pessoas sem escrúpulos em toda a parte... como também, existe o bem em todo o lado. Mas claro, quando cai uma notícia sobre algum ''famoso'' na rede, toda a gente fala! Uns falam bem, outros mal, uns só não matam porque não calha e é isto. É porque foi bom, é porque foi mau... porque anda com todas e ela com todos e aquela assim, assado... cozido, frito... eu não 'tou a dizer que NUNCA, nunquinha na ma life, falei mal do que vem a público, mas tento sempre fazer uma ''coisa'' . - ''O QUÊ, MULHER?'' . Tento ter em conta que são seres humanos, pessoas de carne e osso, como ''todaaaaaaaaaaaaa'' a gente da raça humana. As '' '' é porque há seres que, apesar de andarem na vertical, não são humanos (não têm um pingo de humanidade em si). Continuando... as notícias que caem na rede sobre a vida de um ''famoso'' não passam de histórias e acontecimentos normais que ocorrem na vida de qualquer um. Traições, amizades, desamizades, casos escaldantes, namoros, separações, roupa que fica mal, mentira, etc. Há certas situações que são mesmo inaceitáveis, como roubo e corrupção, mas de resto, é tudo normal. A única diferença é que a vida deles cai na boca do mundo. Hoje em dia, com tanta rede social e não-sei-o-quê para isto e aquilo, a nossa vida cada vez é menos privada... mas não há comparação.
E eu gosto de conhecer essas pessoas: atores e outras figuras públicas de que gosto de ver nas novelas e nos filmes e na TV, etc.
Gosto de assistir à Alta Definição (SIC), ao 5 para a meia-noite (RTP) e Sem Cortes (Globo)... a fim de ''conhecer'' quem mora por detrás dessas pessoas. Não estou a dizer que aquilo não é estudado e feito para aquela hora, mas como escrevi acima, existe o bem e o mal em todo o lado. Uma moeda tem 2 faces. E as pessoas que aparecem na caixinha mágica e ''vêm'' até nós por outro meio público qualquer, não são mais do que pessoas. Se as nossas histórias, erros, defeitos e podres caíssem na rede, o que seríamos nós?! Igual a eles. Chamar-nos-iam o que muitas vezes, nós os chamamos a eles. Sim, há pessoas que fantasiam, que ''fazem teatro'' para atingir algo, que manipulam para comover e conquistar, mas isso há em todo o lado.
Gosto de uns quantos atores e de outros ''famosos'', de os ver na sua profissão e tento ler algumas coisas sobre eles enquanto pessoas e de assistir a alguns programas ou quadros/rubricas onde eles deixem de ser ''famosos'' e se (tornam pessoas). Não tenho umaaaaaaaaaa admiraçãaaaaaaaaaaao especial por nenhum nem sigo nas redes sociais muitos deles, mas gosto de ''conhecer'' um pouco.
Bom... é isto. Podem-me chamar infantil, ingénua, inocente... deixa ser. Pelo menos, não estou para aí a maldizer ninguém ao ponto de ''tirar a pele e osso'' e, depois quando (se por acaso) os vir a passar por mim, não finjo que adoroooo... há FP de quem eu gosto e outras de quem não. Ponto. Não acho que seja uma futilidade  ou infantilidade nem uma perda de tempo. Em todo o lado, há pessoas que valem a pena e pessoas que não valem os tomates do tomateiro, isto para não dizer outra coisa.

Diário Confidencial de Mariana vs. KAMASUTRA

Eu li o Diário Confidencial de Mariana aos 14 anos, mais ou menos, mas não é sobre o livro que vou escrever hoje. Para quem não sabe o dito livro faz parte de uma coleção de livros da autoria de Marta Gomes e Nuno Bernardo que consiste no dia a dia de uma ADOLESCENTE, naquela altura, a personagem Mariana também de 14 anos, penso eu. Eu li um dos livros.
E a história que tenho para contar é um tanto de ''hein...?''.
Estava eu sentada junto a umas miúdas (minhas conhecidas) de 14 anos, uma delas já era mais velha mas pronto, que estavam a discutir sobre qual livro que deviam ler para apresentar na aula de Português no âmbito da Leitura Livre e eu dirigindo-me para a mais nova dei a ideia desse livro.
Sabem qual foi a reação dela? Riu-se na minha cara, como se eu tivesse dito um disparate.
Ainda lhe disse: ''eu li com a tua idade''. Resposta: riu-se. Mas... como aquela que diz ''que infantil!''
Eu virei-me mas a minha vontade foi dizer-lhe: ''Ah, desculpa! Já (lês) o KAMASUTRA! Por que não o apresentas?''  (sem qualquer tipo de julgamento, cada um é que sabe. E a sexualidade não tem idade definida). Mas, que BOFETAAAAAAAADAAAAAAAAAAAAAAA!
Tudo bem... o livro até pode ser mais infantil do que isso, mas nada que não possa ser lido com 14 anos. É leitura juvenil. Pessoas muito evoluídas. Eu tenho 28 anos mas eu cresci numa zona onde não havia e não há livraria, só biblioteca com livros, na sua maioria, estragados e sempre que podia, os meus pais compravam um livrinho ''do tamanho da sua carteira'' e sempre gostei. Mas como o tempo voa... não é verdade?! Hoje em dia, têm tudo, acham-se muito adultos e ainda se riem na cara das pessoas. siameD!

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  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D