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O blog do Mau Feitio

Aqui sinto-me em casa. E de que falamos na nossa casa com quem nos faz sentir bem? Sobre tudo!

O blog do Mau Feitio

Aqui sinto-me em casa. E de que falamos na nossa casa com quem nos faz sentir bem? Sobre tudo!

Obrigada por mais um destaque!

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Tão feliz que ela 'tá... no caso, ''ela'' sou eu. Receber um destaque é sempre motivo de felicidade além de ser uma motivação para continuar. 

O post Receitas #1 que escrevi no dia 25.01.2022 a apresentar a minha primeira experiência culinária recebeu destaque este Sábado... Uau!

Um post tão simplicinho recebe destaque!!! Muito orgulhosa qu'estou. 

Significa que devo partilhar mais experiências culinárias, não é?

Ora pois é!

Obrigada, obrigada! 

Beijs.

 

Receitas #1

Panquecas de aveia, leite e ovo

Ontem no post Metas 2023 escrevi que uma das minhas metas para este ano seria fazer as receitas que vejo nas redes sociais. 

Pois bem, ainda ontem fiz a minha primeira experiência: panquecas de aveia, leite e ovo.

Aqui estão:

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No vídeo que eu vi, não eram panquecas e sim crepes e era essa a minha intenção, mas como eu nunca fiz panquecas nem crepes, não saiu crepes e sim panquecas.

É verdade, nunca fiz, porque não sou fã de panquecas. Adoro crepes, mas só agora é que tenho a minha cozinha para colocar em prática todas as minhas experiências culinárias. 

* * *

Eu usei:

1 ovo;

1 chávena de aveia;

1 chávena de leite.

 

Coloquei tudo no liquificador até ficar tudo bem misturado e fiz as panquecas. 

Apesar de na receita de onde eu copiei não ser adicionado açúcar, eu adicionei 1 colher de sobremesa de açúcar porque provei a primeira panqueca e soube-me muito amargo, no entanto, não exagerei porque o objetivo é mantê-las saudáveis.

A quantidade que eu fiz deu para cinco panquecas. Foi mesmo para experimentar e somos só duas pessoas, não é necessário mais. 

Estava com receio de que ele não gostasse, pois não é adepto de comidas saudáveis, mas comeu-as quase todas.

O meu objetivo é inserir comida mais saudável no nosso dia a dia e devagarinho estou a conseguir.

_______________________________________________________________________________________________

Receita tirada de receitascomamorlowcarb

Obrigada pelo destaque!

Oi, oi!!

Tãaaaaaaaaaaaaao feliz!! Iupiiiiiii!!!

Mais um destaque na conta do O Blog do Mau Feitio. Muito grata Sapo.

Quando escrevi o post 32 não pensei que fosse destaque. O destaque vai, sem dúvida, para o bolo delicioso e incrível que a minha querida mãe fez e não propriamente para o post.

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32

No passado Domingo dia 06 de Novembro, eu completei 32 anos.

Que horror!! Já?

Sim, parece que sim, apesar de eu estar fisicamente nos 15 anos desde o dia que os fiz. 

Ontem, fui passar o Domingo a casa dos meus pais como sempre faço de 15 em 15 dias, chegando lá dei de caras com este presente docinho:

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Pode parecer comprado, mas foi feito pela minha mãe. 

Sinceramente, não estava à espera. Não porque é algo que a minha mãe não faria, obviamente que ela faz sempre o melhor para a família e anda sempre com essas surpresas, mas não estava a contar porque desta vez, ela não deixou escapar nada... Normalmente, ela dá sempre a dica: ''tenho uma surpresa...''. E também, já passou uma semana que nem sequer me ocorreu que ela pudesse ter um bolo de aniversário para mim em casa.

Além de lindo, estava delicioso!

Boa semana!!

Beijs.

Bem-vindo!

             

Bom dia blogsfera mai' linda do mundo!

Deste lado são 05h58 da manhã e cá estou eu para desejar a todos vós um ótimo mês de Julho!

Partilho convosco uma música que já descobri há muito tempo nas minhas maratonas pelo Youtube que fala sobre ser ''maior que ontem''.

Falando, neste caso, escrevendo por mim, é isso que eu espero de mim todos os dias, eu trabalho todos os dias para ser melhor e maior daquilo que já fui. PORQUE SÓ NÓS É QUE PODEMOS MELHORAR OU MUDAR, seja o que for na nossa vida.

O meu desejo para vocês neste mês de Julho de 2022 é que consigam concretizar todos os vossos desejos e sejam sempre, sempre muito felizes.

Aproveitem, sejam felizes!

Beijs.

16h08

Eu sei sempre quando são 16h08 da tarde. Como?

Primeiramente, eu tenho noção que este post não tem qualquer importância mas hoje dei-me conta desse facto por isso esta partilha.

Todos os dias à mesma hora: 16h08 sem falhar um segundo, passa uma senhora com pouco mais de 50 anos (penso eu) na rua onde trabalho em direção à avenida para apanhar o autocarro que a leva de regresso à casa. É o mesmo autocarro que eu apanho quando vou ao fim de semana a casa dos meus pais. 

É uma pessoa simples, talvez submissa, de pele grossa,  com um jeito um tanto masculino, não creio que seja má pessoa mas pela oportunidade que já tive de a apanhar no autocarro várias vezes, é alguém que talvez pense que as pessoas têm de se reduzir a ela. 

Se naquela tarde em que eu também estava no autocarro, se a senhora tivesse PEDIDO com educação ao grupo de adolescentes muito divertidos que ouviam música sem auriculares se eles podiam baixar o volume, em vez de ORDENAR como se fosse a dona do pedaço, porque estava cansada do trabalho, surtia melhor efeito. Obviamente que os putos não obedeceram muito...

E eu pergunto, por 30 minutos de viagem é preciso dar-se ao trabalho de mandar berros por 3 vezes e ameaçar que vai tirar o telemóvel da mão... quem é ela? E as pessoas que fazem 2h de viagem que levam com todo o tipo de gente...? Às vezes, é preciso dizer alguma coisa sim, mas educamente... os meus pais educaram-me que não é necessário falar por tudo. E em muitas situações o silêncio diz muito, afinal cada um tem a sua consciência. 

Eu opto por me calar e continuar o meu caminho, não por medo, muito menos por achar que os outros mandam mas sim porque tenho a minha vida, as minhas coisas e o meu caminho.

Enfim... é só uma viagem e não é todos os dias que os autocarros têm putos divertidos.

 

16
08

 

A caneta deste blog é minha!

Olá,

Eu preciso de respirar ou melhor desabafar. Não quero ferir ninguém mas tenho de falar.

Então é assim:

Eu criei o blog do mau feitio para ter um espaço onde eu pudesse escrever, falar, conversar, partilhar, desabafar com outras pessoas sem necessariamente me preocupar com a Língua Portuguesa: se os textos estão bem escritos, se tem um erro, uma vírgula a mais ou a menos. Escrever é uma das ações que mais me faz feliz. Eu sei que dou muitos pontapés na Língua Portuguesa, desde já lhe peço desculpa. E a todos aqueles a quem eu incomodo com os meus erros de português. Eu procuro escrever o melhor possível mas sei que me falta subir muitos degraus nessa matéria. No entanto, posso pedir um favor? Leiam o meu blog, a ideia, a história, o momento que quero partilhar sem se preocuparem tanto com isso. Eu sei que, apesar das vírgulas mal colocadas ou do uso excessivo uso de vírgulas,  de um erro ou de muitos erros aqui e acolá, eu estou em cada post, a minha essência, o que quero transmitir está lá.

''Olá pessoas é só um blog!'' .

Claro que quero melhorar todos os dias e recorro a pessoas que entendem do assunto, recorro às ''minhas pessoas''. Mas isso faz-me mal!! Ninguém tem culpa, mas eu não sou capaz de escrever se tentarem corrigir-me pouco a pouco.. Isso faz com que eu perca o interesse, o fascínio... percebem? Eu não me quero preocupar com isso.

EU PRECISO DE ESCREVER PARA BATER BEM, como de água e comida. Escrever faz parte da minha alimentação. 

Para já, é só o meu blog, o meu espaço, meu e de todos aqueles que fazem parte dele. A meu tempo, eu vou melhorando. 

No dia que eu quiser ''vender'' o meu blog eu sei a quem posso recorrer para pô-lo ''bonito e perfeitinho'' sem ferir a Língua Portuguesa. 

Não quero magoar as pessoas que de alguma forma, me tentam alertar para isso, eu agradeço mas parem só por um bocadinho.

Eu só preciso de escrever, só isso. Não pretendo alcançar nada.

E quem lê o blog, sabe que eu funciono assim: quando eu achar que devo mudar, eu mudo. Enquanto todos disserem que tenho de o fazer não farei. O comando da minha vida tenho-o eu e a caneta deste blog é MINHA!

 

Boa semana!

Bom dia! 

Comecei a semana com um destaque aqui na blogsfera. Wow!!

Não sabia que um post tão pequeno seria destacado.  (cheia de mania) .Que dizer mais? Ao escrever o post Nunca me arrependo , fui inteiramente franca! Muitas vezes, sou mal vista pelo meus comportamentos reativos (isso existe ''comportamentos reativos'' ?!) relativamente à minha deficiência ou mesmo, considerada infantil, malcriada e por aí fora... mas pessoal, eu não tenho tamanho para tanta paciência.

Apesar de às vezes, ter a minha grande culpa em alguns momentos passados da minha vida, por conta de problemas emocionais que tive (já escrevi sobre isso aqui) e porque quando começo a falar nunca mais paro e, dessa maneira, permiti que me invadissem, eu concluo isto muito rápido: 28 anos de idade, sexo feminino, vacinas em dia, deficiência motora e não mental, diagnosticada como capaz e consciente e responsável pelas suas ações. E mais nada. Algum erro, minha consequência. Algum apoio que necessite? Opá...  eu vejo como é melhor. 

Blá, blá, blá...

Toda a gente precisa de ajuda? Eu também, mas eu escolho quem, quando, onde e como.

Mais alguma coisa?

Uma pessoa famosa disse no outro dia algo como, nós estamos aqui para viver, amar e se f*d*r (dar-se mal, errar, perder) e, pessoal... é isso que quero... viver, amar, fazer o bem e partir a cara milhões de vezes... pois quem não erra, não aprende.

Agradeço ao Sapo Blogs!


*não querendo ser ingrata, mas talvez já sendo... eu escrevo tantos posts e já é a terceira vez que um post no qual o assunto é a minha deficiência é destacado. Num blog com mais de 300 posts sobre tantas outras coisas, só a deficiência é que é destaque? Hum...! 

 

 

 

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Nunca me arrependo

Isso de dizer ''só me arrependo do que não fiz'', na minha opinião, é mentira, pois toda a gente já se arrependeu de alguma ação na sua vida.

Eu arrependo-me de imensas ações, gestos, palavras, atitudes... situações nas quais devia ter dado mais de mim, momentos nos quais devia ter tido mais calma, etc.

 

Mas há uma ''coisa'' na minha vida da qual eu não me arrependo e eu estou a falar da minha forma de defesa relativamente à minha deficiência. Podem chamar-me do que quiserem; revoltada, infantil, inapropriada, estúpida, malcriada... tanto faz. EU SOU MESMO! Na' m'importo. Mas toca-me no meu problema, p'ra veres até onde vais!

 

Afinal... se não houvesse revoltas, não havia evolução.

''E se fosse consigo?''

Há poucos dias, vi um dos episódios do programa da SIC ''E se fosse consigo?''. O assunto tratado nesse episódio são as doenças mentais e os consequentes tratamentos, mais precisamente, as idas ao psiquiatra. Eu só convivi de perto com uma pessoa que frequentava o psiquiatra mas nunca me criou confusão falar, conviver e estar com quem frequenta o psiquiatra. Com algumas pessoas, não é possível ter uma conversa clara e contínua dada a doença e sua evolução. Acho que isso é evidente e não se pode negar. Mas, não é por aí que não se fala com determinada pessoa. 
Eu penso sempre que é possível conversar, estar e conviver com quem quer que seja, só temos de encontrar o ''ponto'' certo. Claro que se eu me cruzar com uma pessoa cuja doença ou perturbação condicione o comportamento ou raciocínio da mesma e se isso for evidente, não me vou pôr como uma sabichona a falar sobre as Eleições ao Parlamento Europeu, óbvio. Mas posso ir pela via mais fácil, perguntando como está, o que tem feito... por exemplo. Isto sou eu. Para mim, a via que nós tomamos para qualquer ação na vida é que é determinante. Mas 'bora... eu não gosto de falar das pessoas do meu passado porque tenho uma certa superstição... não vá o diabo tecê-las, mas pronto.

 

Bom... a história é um pouco triste.


Essa pessoa sofria de um distúrbio mental e, apesar de eu não me importar rigorasamente nada com isso e trata-la como um pessoa normal que é, ao contrário não era bem assim. Essa pessoa tinha tamanha facilidade em julgar-me como se eu tivesse um problema mental (muito influenciada por terceiros, é certo) por causa da minha deficiência. Durante algum tempo, escondeu a sua opinião, mas no fim disse-ma de uma forma muito cruel. É evidente que, essa pessoa não se encontrava bem naquele momento, porém, também dava para ver que era má pessoa e meio que se aproveitava das alturas menos boas da sua doença para atingir os outros sem sentir remorsos. Ou fazia-o sem consciência, não sei. Um profissional de psicologia disse-me uma vez que, uma pessoa que tenha uma doença ou deficiência também pode ser má pessoa. Não sei o que diz um psiquiatra. Eu não me avalio na melhor pessoa do mundo, sou horrivelmente imperfeita com o pack completo da imperfeição mas acho maldade usar o problema de uma pessoa para a magoar. E foi assim que essa pessoa agiu. Disse-me o que quis: ''bah, bah, bah'' com uma frieza monstruosa e com um certo escârnio... e foi-se à sua vida, distribuindo a culpa a todas as pessoas, menos a ela mesma, por algumas das suas decisões. Eu não disse muito em troca, porque não sou aquilo que essa pessoa me chamou e, porque acho que não devo lutar com quem está naquele estado, posso ter sido ingénua mas senti pena. Apenas respondi que não permitia que usasse a minha condição para me atingir. Eu admito que essa pessoa tinha alguma razão em estar chateada comigo. Mas usou o mesmo discurso que outras pessoas, o que prova que havia uma influência... um empurrão, um encorajamento maldoso e prazer em criar conflitos, por parte de terceiros.

Bom, a questão é: ''E se fosse consigo?'' Penso que teria de me adaptar e tentar viver o mais normal possível, para me sentir bem comigo mesma e não para convencer os outros, fosse do que fosse.

Relativamente, a conviver e relacionar-me com, é como já escrevi. Também penso que as pessoas se preocupam muito com os comportamentos alheios. Se uma pessoa está ao meu lado a fazer algo que a mim me é estranho, desde que não seja prejudicial, criminoso, se não me está a tocar, a ferir, a magoar... que tem?! Está na sua vida, eu estou na minha. As pessoas ''sem problemas'' são muito lavadinhas. Que nojo! Qualquer coisa é uma patologia, uma anormalidade... Aff!! 
No que diz respeito  a julgar, só Deus é que pode fazê-lo. No entanto, eu admito que eu julgo (na verdade, todos nós) muito os outros. Contudo, sempre respeitei os problemas dos outros para que respeitassem o meu (deficiência). Nunca usei a condição de saúde de ninguém, fosse ela qual fosse para humilhar, diminuir e atingir o outro e, às vezes, sou muito julgada por ter uma deficiência por pessoas que sofrem de doenças mentais em vários níveis, tanto que o fazem comigo, bem como, com qualquer outra pessoa. E... aí isso é falta de olhar para si próprio. (mas também não sei até onde não é a doença a falar).

Extremamente desnecessário!

O que  vou contar já se passou há algum tempo, mas ficou-me na cabeça até agora, porque achei mesmo desnecessário. MESMO! 
Acho que era de manhã, ia eu a descer uma rua em direção ao trabalho ou a subir... já não sei. 
Mas ia eu na rua e próximo de mim, ia uma mãe e dois ou três filhos (digo filhos porque sei que são mas não vou mencionar nomes, ÓBVIO). Continuando... uma das crianças ao ver-me, começou-se a rir do meu ''andar''. Explico, eu tenho a perna esquerda mais curta cerca de 2cm, ando bem mas, às vezes, puxo um pouco, quando mais enferrujada, cansada, doente... isso também depende das pessoas, há pessoas que são distraídas, outras que veem todos os pormenores.
Então... eu ouvi a criança a rir-se e a dizer: ''aquela rapariga anda assim...'', imitando-me. Nisto, a mãe dá-lhe um estaladão! E disse: ''Não gozes! Aquela pequena tem um problema.''... eu não concordo com isso. Eu concordo que, um corretivo só faz é bem. Mas não é preciso um estaladão. A criança ficou atordoada... nesse caso, acho que a mãe chegava a criança para junto de si e explicava o porquê do meu ''andar''. A criança riu-se de mim, mas eu nunca levei isso a mal vindo de crianças. Quando eu também era uma, levava. Mas... agora depois de adulta, basta olhar para as crianças, como quem diz ''eu sei que te estás a rir de mim'' toda séria, que elas param ou se não eu pergunto ''o que é?'' e elas fogem rindo-se e eu a rir-me também. E o que tem? Criança é assim mesmo. Às vezes, perguntam-me porquê que eu nasci assim, eu respondo que saí assim da barriga da minha mãe e  não tem cura, pronto. Não é preciso mais conversas!
Com crianças, a resposta mais simples e verdadeira é a melhor! 

Até porque elas (crianças) não vão assimilar muita explicação. Elas pensam um bocadinho no assunto e aceitam na boa. Na história que contei, era só isso o necessário a fazer-se. No entanto, a mãe esteve errada dando na criança, porque não a ensinou nada.
Há pais que não mexem uma palha para corrigir os filhos, outros que quase os arrebentam de pancadas. 
Querem saber? Antes uma criança do que um adulto. 

 

 

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Imagem: Google

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