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O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

O blog do Mau Feitio

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Coisa de menina

mau feitio, 18.04.19

Encontrei este pequeno vídeo que retrata bem uma das ações que muitas meninas têm naquela fase da pré-adolescência, quando o corpo começa-se a desenvolver. Muitas meninas sentem vergonha pelo seu peito ainda não ter começado a crescer tão ou igual às outras meninas e tentem atingir um tamanho, mais ou menos, aceitável se inspirando nas outras. E fazem isto, que mostra no vídeo:

 

 

Eu compreendo que é um pouco (muito) constrangedor para algumas meninas de 11/12 anos, verem que as suas amigas e meninas da escola com a mesma idade, já têm peito e vocês não. Mas, não se preocupem com isso, porque não há nada de errado convosco. 
Cada um tem o seu tempo. Uns crescem mais rápido do que outros, uns são mais pequenos do que outros. Mas todos chegamos lá. Não temos de ter vergonha disso, do nosso corpo, como ele se transforma. Um truque é dar tempo ao tempo, sem muita preocupação e aproveitar o momento da vida em que nos encontramos.

 

 

Fonte: Youtube

Os adultos primeiro, se faz favor!

mau feitio, 17.04.19

Há uns dias vi este post no Facebook e achei importantíssimo mas também um tanto engraçado. Porquê? Porque fala-se e discute-se muito sobre educação, progresso e esclarecimento infantil... mas, às vezes (muitas vezes) os adultos é que precisam de aprender isto, para depois ensinar as (suas) crianças! 

 

 

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Imagem retirada: daqui

 

52 + 1 = 53 #liçõesdevida

mau feitio, 10.02.19

Desde que saí de casa, aos 17 anos, eu já partilhei casa com 52 pessoas, mais ou menos, 53 contando comigo. Isto fora todas as outras com quem convivi. E, nesse período de tempo, eu tive a oportunidade de aprender e absorver muita ''coisa'', isto porque errei, acertei, magooei, ofendi, ultrapassei, caí, levantei-me, fui estúpida e vice-versa. Sobretudo, aprendi exatamente o que eu não quero ser, o que quero diminuir e o que quero continuar a ser.
Vou tentar resumir, mas vamos lá.
Eu não quero ser:
Uma mulher quase a cair nos 30's (EU TOU A CAIR) ou a passar deles, sentada no sofá a fazer comentários irónicos sobre tudo e todos e ficar sorrateiramente a ouvir as conversas alheias ou a ver onde as discussões vão dar, só por mero prazer. Do género, solteironas, mal f**d**d_s, frustadas, invejosas mas não sabem disso.
Eu não quero ser uma pessoa da mesma idade que, depende dos pais e controlada por eles. Chata, irritante, picuinhas... #nojo.
Eu não quero ser uma mulher submissa ao seu companheiro que deixa de se divertir e de viver a sua vida em função do seu relacionamento. E que só podem sair com eles.
Eu não quero ser daquelas pessoas cheias de métodos, cremes, pílulas... para tudo! Um comprimido para ser feliz, um comprimido para dormir, um comprimido para ter apetite. 
Eu não quero ser daquelas mulheres que ficam horas no WC a falar da gordura que têm no nariz ou noutra parte do corpo ou a falar de outra coisa qualquer. NUNCA GOSTEI DE CONVERSAS DE MULHERES. E sou uma.
Eu não quero ser uma mulher que usa roupas SÓ típicas de mulher. 
Eu não quero ser daquelas pessoas que chegam aos 36/40 anos insatisfeitas com a vida e que se tornam aborrecidas e depressivas. E A CULPA É DO MUNDO E NÃO DELAS.
Eu não quero ser daquelas pessoas que se casam ou se prendem a alguém às pressas, por causa da idade ou de outra razão qualquer.
Eu não quero ser daquelas pessoas materialistas, fazem dinheiro por dinheiro. #nojo.
Eu não quero ser daquelas pessoas que compram o mundo para mostrar aos outros que têm.
Eu não quero ser daquelas pessoas com a panca da limpeza e organização.
Eu não quero ser daquelas pessoas que não se podem sujar...
Eu não quero ser daquelas pessoas que não podem ouvir um p**d* que ficam chocadas, que ouvem um grito ficam escandalizadas. 
Eu não quero ser daquelas pessoas fúteis, que não se aguentam com nada.
Eu não quero ser daquelas pessoas que passam fome com dinheiro na carteira, mais porque não sabem cozinhar do que outra coisa e quando chegam à rua ou a casa de alguém, quase que comem a loiça.
Eu não quero ser daquelas pessoas que só elas é que sabem da vida,  porque elas já viajaram imenso, é que conhecem tudo porque são mais velhas, quase apontam uma arma aos outros, impondo a sua vontade e só a sua vontade.
Eu não quero ser daquelas pessoas que não se pode fazer barulho, não se pode sair da linha... #boring.
Eu não quero ser daquelas pessoas que influenciam outras contra outras e que ficam a favor destes e daqueles por causa das amizades e conviniências.
Eu não quero ser daquelas meninas ''riquinhas'' protegidas pelos papás, e quando levam na cara fazem becinho.
Eu não quero ser daquelas pessoas que passam a vida na casa dos outros, a incomodar quem lá vive.
Eu não quero ser daquelas pessoas que tudo conta para obterem aquilo que querem ter.
Eu não quero ser daquelas pessoas que magoam os outros e gozam deles porque, estes outrora lhes magoaram.
Eu não quero ser daquelas pessoas que duvidam de tudo e são negativas, inseguras ao extremo.
Bom... é mais ou menos isso. Mas, como eu disse e digo sempre, eu não sou perfeita nem santa ( tenho muitaaaaaaaaaa culpa em muiiiiiitaaaaaaaaaaaaaa coisa) e nada me torna superior a ninguém, por isso, eu aprendi e, em algumas situações, ainda estou aprendendo:
A resguardar mais a minha vida, a minha privacidade, os meus objetivos.
Se eu quero fazer algo, seja lá o que for,  fazer sozinha. POR EXEMPLO, se quero fazer reciclagem, faço. 
Se for caso de partilhar casa, ter as minhas coisas, mesmo que a casa disponha de algumas.
Não expor as minhas dificuldades (esta vai ao encontrar da 1ª)
Não aceitar ajuda ou tanta ou de qualquer lado nem pedir ou perguntar se podem ajudar (se não tenho, não tenho).
Não sufocar ninguém com/desabafar (os meus problemas) com ninguém nem repetir histórias por vezes sem fim
Deixar ir, por mais que me custe. Deixar ir.
Não viver em função de uma amizade, só de uma e não alimentar tanto isso.
No fundo, é ser mais eu, as ''minhas pessoas'' e olhar o mundo como um todo. Eu sou possessiva e ansiosa e vivo muito as coisas, (muitas vezes, sou a miúda coitadinha por isso. O bobo da côrte.) levo muito ao peito e, às vezes, associo muita ''coisa'' à minha ''def'' e a ideia é deixar ir,  libertar-me de conceitos e  é por causa ''disso e daquilo'' ,analisar melhor e descobrir devagar. Estou aprendendo a não ter preconceitos e complexos sobre mim mesma. Pois, quem gostar fica, quem não, não se prende, mostra-se a porta. E ninguém mooooorre por te viraram a cara ou ficam a falar mal de ti.
Por fim,  eu quero continuar a ser:
EU!
Menina-mulher feliz, com o sorriso rasgado e esta alegria que trago nos olhos, nos meus e nos de quem me vê, sem pensar em regras, etiquetas, dietas. Com peso e medida, claro. Mas, livre! Do género Gabriela Que sorri para o mundo e ''finge''-que-não-percebe o que dizem e o que pensam (sobre mim). É esta pessoa que quero ser, a      (des)preparada para a vida que (todos) me acusam de ser. O ser autêntico que, uma vez, disseram que eu era. Uma pessoa que ama a vida, sobretudo, a sua simplicidade, uma pessoa que não se compra nem se vende. Uma pessoa que vive, que se vive, e se morrer que seja de tanto viver. Se for para morrer, que seja de vida! Eu sou assim, sou feliz a comer todas as porcarias que existe. A dormir até às tantas, a fazer diretas, a andar como zombie e etc, etc, etc. ''Quem quer come, quem não, deixe!''
Foi isso tudo o que aprendi e vou aprendendo.
Beijs.

 

eu não quero qualquer tipo de cura, eu quero enlo

 

O que (já) aprendi com os meus pais #1

mau feitio, 27.01.19

Boa tarde!
Como está a correr o vosso Domingo? O meu está a correr bem. Bom, hoje dou inicio a uma nova rúbrica aqui no blog. Vou tentar dar continuidade mas sem pressão e sem um limite. Sempre que surgir e que considere importante partilhar, assim o farei. 
Acordei com esta inspiração, de escrever sobre aquilo que (já) aprendi com os meus pais.
Ora, vejamos os meus pais sempre me ensinaram a:

  1. Gostar da nossa casa, a aprender a gostar de ficar em casa. É certo que, precisamos de sair, que é saudável mas a nossa casa é o reflexo daquilo que somos (quando digo casa, não me refiro a paredes e a teto necessariamente, mas ao nosso espaço, às nossas coisas, etc.) e é preciso aprender a gostar disso porque a vida não é uma festa com amigos todos os dias;

   2. A saber lidar com a solidão porque a vida tem momentos de solidão para os quais devemos estar preparados. O tempo também passa se estivermos sozinhos,apenas é necessário aprender como fazer isso.

  3. A pedir desculpa e a agradecer (só) uma vez, porque por maior que tenha o nosso erro e o gesto de ajuda para connosco, não temos de servir de tapete vermelho a ninguém;

4. A não pedir ajuda de quem falamos mal ou guardar a nossa opinião para nós mesmos, porque nunca sabemos de que fonte vamos beber amanhã;

5. A poupar para amanhã. Não viver como ricos nem como miseráveis. Se temos, também não precisamos de passar necessidades mas não é preciso esbanjar dinheiro. Nunca sabemos o dia de amanhã.

6. A que devia ser a primeira: antes pobres mas com carácter do que ricos e de cara suja.

Os meus pais estão sempre a repetir isso e mais. Mas por hoje, eu deixo só estas 6 lições. Algumas já aprendi, outras ainda estou aprimorado.
Resto de um ótimo Domingo!
Beijs

Ser professor

mau feitio, 16.01.19

Eu não sou professora mas fui aluna. E como tal, tenho imenso respeito por todos os meus professores ( considero professores da pré-primária até ao liceu),por alguns tenho carinho e por outros até amizade, depende. Mas gostando ou não, o respeito estende-se a todos. Na minha opinião, ser professor é uma espécie de ''pai'' e, em alguns casos, onde a estrutura familiar não é boa (não é o meu caso, pois tenho uns riquíssimos pais), é nos professores que os alunos vão buscar apoio e suporte e recebem carinho e educação. Sempre gostei muito da escola e dos meus professores, embora andasse quase sempre sozinha e fosse agredida verbalmente e, por vezes, fisicamente nos corredores. Tudo bem... também não fiquei atrás, fiz igual. E também cometi os meus erros imperdoáveis. Não sou perfeita e não é uma deficiência que me santifica. Independente disso, sempre adorei a escola e ia toda sorridente, como se nada daquilo me doesse, como se ter o rótulo de deficiente, babona e toda torta, não me pesasse. E não pesava mesmo. Acho que, pesa mais em adulta do que em criança. Enfim...
Bom, o que eu recordo dos meus professores são as canetas de várias cores que usavam para me explicar melhor o que não percebia e até hoje, lembro-me perfeitamente disso, do que eu aprendi dessa maneira. Não menosprezando, os que não usavam canetas de várias cores, o que quero dizer, no fundo, é que às vezes, as pessoas pensam que, para ensinar e cativar, ou seja para o que for, precisam de muita coisa... equipamentos, uma estrutura toda espetacular, mas não é. Para tudo na vida, só é necessário ter vontade, dedicação, gosto, paciência e, em alguns casos específicos, ter um estojo com canetas de várias cores.

 

Para ser um bom professor não é preciso muito, b

 

 

Mary Quant

mau feitio, 30.12.18

Eu não sabia que Mary Quant tinha sido estilista, muito menos, que tinha desenhado para um modista de chapéus... que ignorância a minha! Agora, eu merecia um pontapé no meio das fuças! Sabia que, a senhora tinha popularizado a minissaia, mas estava convicta de que tinha sido apenas uma jovem rebelde que vestiu uma saia mais curta do que era visto na época e fez com que se começasse a moda do uso da minissaia. Mas não. Mary Quant criou a minissaia, pois abriu a sua loja onde produzia e criava, pensando no público jovem. Espetacular, não? Hoje em dia, Mary Quant tem 84 anos. Ao longo da sua carreira, os seus trabalhos foram reconhecidos e merecedores de vários troféus. Incrível! E eu aqui a pensar tudo ao contrário. É caso para se dizer que, conhecimento nunca é demais. Sempre que pensamos saber algo, aí é que devemos procurar saber se estamos certos. Porque nunca sabemos tudo. Partilho convosco um resumo que encontrei sobre Mary Quant.

 

Estilista inglesa nascida a 11 de fevereiro de 1934, em Londres. Durante dois anos, já depois de ter cumprido os estudos na Escola de Arte Goldsmith, entre 1950 e 1953, desenhou peças para um modista de chapéus dinamarquês. Em 1955, quando tinha apenas 21 anos, abriu uma loja em Londres, na zona de Chelsea, tendo o marido e um amigo como sócios neste negócio. A loja conheceu de imediato um grande sucesso e, em apenas sete anos, a empresa expandiu-se por quase toda a Europa e até aos Estados Unidos da América. A empresa de Mary Quant produzia vestuário em grande escala a nível mundial.
As criações de Mary Quant inspiravam-se e destinavam-se essencialmente às tendências jovens, o que na altura, início da década de 60, representou uma grande viragem no mundo da moda internacional, já que os costureiros de nomeada apostavam fortemente na alta-costura. Nessa época, as roupas desenhadas por Mary Quant eram similares às usadas pelas pequenas bailarinas, já que incluíam curtas saias de pregas, meias brancas e sapatos com fivelas brancas. Estava assim criado o que ficaria conhecido como Chlesea Look, que contribuiu para a vulgarização da minissaia em todo o mundo e dos collants muito coloridos.
Em 1966, o trabalho e o talento demonstrados por Mary Quant ao longo da sua carreira começaram a ser reconhecidos, tendo sido nomeada Membro da Ordem do Império Britânico, seguindo-se, até ao final da década de 60, uma série de outros troféus.

...

Ainda em 1966, publicou uma autobiografia, intitulada Quant by Quant (Quant por Quant).
No início dos anos 70, Mary Quant deixou de fabricar vestuário com o seu nome, mas continuou a desenhar roupas, peles, lingerie, panos em linho para a casa e armações de óculos. Simultaneamente, manteve-se à frente do negócio de cosméticos que tinha iniciado em 1966, que se caracterizava também pelo design dos produtos, onde predominava o preto e o prateado, sempre ornamentado com a margarida que se tornou a imagem de marca de Mary Quant.
Em 1973 e 1974, o Museu de Londres teve em exibição uma exposição de Mary Quant que retratava a moda dos anos 60. Posteriormente, entre 1976 e 1978, Mary Quant desempenhou funções no Conselho Consultivo do Museu Alberto e Vitória, em Londres.

 

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Sobre a imagem:
A imagem foi retirada do Google Imagens e retrata o uso da minissaia nos anos 60.
Fonte: Infopédia.

P.S- Se vocês souberem de mais algum detalhe/informação sobre Mary Quant ou sobre a minissaia, ou até mesmo, se eu estiver errada, partilhem comigo.  gosto imenso de saber sobre os nomes que fizeram história.

 

 

 

 

 

Pensamento do dia

mau feitio, 09.11.18

Não te esqueças que os outros também existem, mesmo que estejas mal com tua vida. Oferece sempre o teu ombro e escuta-os. Mas, não os esqueças, principalmente quando estás de bem com a tua vida, porque também terás dias menos bons e vais precisar que te confortem. Escuta a tristeza e partilha a alegria. Hoje sou eu, amanhã serás tu.

 

 

Escuta a tristeza e partilha a alegria..png

 

 

28 anos... que horror! Tirem-me deste filme!

mau feitio, 06.11.18

Até já me sinto mais fraca... esta manhã espreitei ao espelho e notei uma ruga num dos pelos da sobrancelha esquerda 28 anos... já? Eu, que adoro chamar os meus amigos cotas de COTAS, estou a caminhar a passos largos para a ''cotice''. Fisicamente, estou há 10 anos nos 15 anos.

- Quantos anos a menina tem? - 27 anos. (a partir de hoje + 1).

- O quê?! Eu dava-lhe 14, 16...

É UMA TRISTEZA! Uma pessoa vai a uma discoteca e vê miúdinhas de 14 anos a entrarem sem problema e eu... com esta idade às costas sou barrada à porta e tenho de apresentar o CC. O que uma bunda grande permite... inacreditável! 

E daí, o que foi que eu aprendi em 28 anos de vida?

Aprendi que, mesmo com 1,46cm de altura (perto do chão) também caio e algumas quedas podem ser fatais. Olhem, aprendi que não vale a pena comemorar este dia com pessoas porque todas as vezes que o fiz, as pessoas estavam com expressão de como se estivessem num enterro, porque na noite passada saíram, porque estavam enjoadas de comer doces ou cansadas. E depois?! Não te convidei para o meu aniversário para anunciares o dia da tua morte. Mas pronto. Eu vi que as pessoas se sentiam obrigadas a estar ali comigo (talvez ainda não encontrei as pessoas certas), então deixei de fazer uma festa por causa disso e vivo um dia normal. Vou trabalhar, estou com pessoas na minha hora de almoço, recebo os parabéns de quem se lembra ou vê no Facebook e quer dar. Quem não quiser dar os parabéns, que vá... isso! Ao fim do dia, volto para casa, estou com a minha família, tenho sempre bolo e amor. Assim, ninguém se sente obrigado a estar comigo. Se for dia que não vá trabalhar, fico por casa ou escolho fazer alguma coisa que eu goste sozinha ou com quem realmente me apraz. Lembro-me dum aniversário em que estava sozinha, acordei, cuidei de mim, saí, fui almoçar fora, penso que fui ao cinema e comprei um presente para mim mesma dentro das minhas possibilidades e digo-vos foi um dos melhores aniversários que passei. Voltei à casa já era noite, jantei, tomei banhoca  e acabei o dia a ver TV ou um filme. Já não sei. Com o meu tempo, dentro das minhas possibilidades, como eu gosto.Nada melhor.  Uma das coisas que aprendi em 28 anos, foi isso. Não impor, não cobrar, não obrigar. Deixar ir. Aprendi que a idade poderá ser um posto, mas a aparência será sempre uma condenação (como exemplifiquei em cima). Aprendi que o importante não é ter as experiências dos outros, mas sim, as minhas porque as deles não muda nada na minha vida. Só evoluímos com aquilo que aprendemos e não com aquilo que vemos os outros viverem nas suas vidas. Aprendi que só é possível cuidar do corpo quando a mente está sã. Aprendi  o pior estágio da solidão não é estar sozinho, é estar com quem nos faz sentir sozinhos e que os passos mais importantes da nossa vida são dados sem ninguém ao nosso lado. Já aprendi imenso mas ainda estou a aprender. Que venham mais 28 anos com tudo o que tiver de vir com eles, estou aqui. A vida quer ser enfrentada de frente.

Se logo à noite, tiver oportunidade de partilhar uma fatia de bolo convosco, deixarei aqui uma ''amostra'' do bolo.

E vocês, como gostam de passar o vosso aniversário?

Beijs.

 

Que título dou a isto?

mau feitio, 03.11.18
Olá, pessoal!

Mais um fim de semana, não é verdade? Aqui está a chover.
Hoje vou escrever sobre os meus ídolos de quando era adolescente. Óbvio que, hoje em dia, já não penduro posters na parede nem suspiro por ninguém, mas como aconteceu a todas as pessoas, na idade da adolescência, também tive os meus ídolos: atores, cantores, futebolistas, etc. Eu comprava todos os meses a revista Bravo para poder recortar as fotografias e tirar os posters.
Bem… e quem foi essa gente que fez o meu imaginário de menina? A ver se me lembro… Cristiano Ronaldo, em primeiro lugar. Eu tinha uma parede dedicada a esse homem. Todos os posters que encontrava, eu colava na parede. Era um mural CR7, penso que nessa altura ele ainda não tinha o 7 associado ao nome… mas de todo o modo, eu adorava-o! Robbie Williams, eu colava na porta do meu guarda-fato, sempre gostei dos Bon Jovi, no entanto, acho que nunca colei nada deles na parede, porque até hoje é o meu grupo musical preferido e não tem nada a ver com os cabelos louros e longos nem com os músculos, sempre gostei das músicas deles.
Mais… eu não me lembro… eu penso que é o mais natural quando crescemos, arrumamos ou pomos para o lixo e esquecemos, eu penso que pôs tudo fora. Quando tinha 13 ou 14 anos, estreou os Morangos com Açúcar, uma série juvenil portuguesa do mesmo género de Malhação ou New Wave como era chamada em Portugal e era daí que arranjava os meus ‘’crushes’’ , das boys band ou band boys que houve na época. E é isso. Uma época engraçada da vida de uma pessoa. Engraçada e ‘’desastrosa’’ em que nós suspiramos por cada um…. horrível! Enfim… faz parte de todos nós.
Hoje em dia… não tenho falta de ar por nenhum dos senhores acima referidos.
Pessoal, resto de bom fim de semana. Divirtam-se. Beijooooooooos.
 
 

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Dicas para aproveitar o tempo, antes que ele se aproveite de ti.

mau feitio, 21.08.17
Ok... todos nós já tivemos momentos da nossa vida que, por alguma razão, estivemos mais sozinhos do que em companhia. Às vezes, não tem nada a ver com o facto de sermos antissociais ou sermos odiados pela sociedade. Há momentos assim na vida ou simplesmente, dias e horas mortas em que não há nada para fazer ou até mesmo uma pessoa cuja personalidade prefira estar mais só do que acompanhada. E não, isso não é anormal. É uma escolha de vida. Mas, por vezes, temos de encarar o tédio por não termos outro remédio, certo?
Por isso, tive esta ideia de fazer uma lista com algumas dicas para passar o tempo com qualidade em simplesmente desperdiça-lo, quer no trabalho (DEPENDE DO TRABALHO), quer em casa.
Cá vamos nós... no trabalho, se tu te encontras naquela situação em que tens muitas horas mortas, por isso, passas muito tempo sentada/o (como eu) eis algumas ideias:
 
·       Aprende algo novo (um idioma, receitas, por exemplo), algo que tu possas aprender no teu local de trabalho. Certamente, não vais praticar como plantar uma árvore se trabalhas num escritório, porém, podes ver como se faz se tiveres acesso à Internet ou se tiveres um livro.
 
 
·       ''Visita" um país. Qual é a tua viagem de sonho? Paris? Londres? Caraíbas? Nova Iorque? Então prepara a bagagem. Como? Um caderno, uma caneta, Internet ou o guia do país (lugar) ou ambos serão tudo o que precisas para a viagem. Tu podes conhecer o mundo todo sem saíres do lugar,  ou melhor, até saíres. Porque se ainda não saíste, não quer dizer que não saias. Enquanto isso, podes preparar a tua viagem. ☺
 
 
·       Escrever é um ótimo antisstress. Não precisas de ser um expert na matéria. Escreve sobre o teu dia, os teus pensamentos, as tuas ambições...  cria um blog. Faz uma lista de coisas a realizar nas férias ou daquelas loucuras que sempre quiseste fazer.
 
Não estejas sempre sentada/o.
 
 
 
·       Aproveita para organizares o teu ambiente de trabalho e para teres novas ideias para melhora-lo.
 
 
Estuda e aprende mais sobre o teu trabalho. Por exemplo, o meu trabalho consiste em receber turistas e isso não é algo previsível. Podem entrar 20 pessoas numa hora, como posso não receber nenhum gato pingado durante 3 horas. Então... eu, como tenho ao meu dispor Internet e PC, estudo inglês e outras línguas, por exemplo. Nunca deixo perder o hábito. 
 
·       Ler. Ler é sempre uma boa opção para passar o tempo.
 
 
·       Atualiza-te sobre o mundo à tua volta.Cultiva-te. Dica: faz jogos de cultura geral.
 
Bom, para o contexto de trabalho, são algumas ideias que podes pôr em prática. Todos os dias faz um pouco. Também podes escolher por não fazeres nada e se for essa a tua escolha,  mas tem atenção à postura. Sorriso na cara. Mantém-te atento ao que se passa ao teu redor. Mesmo que estejas intensamente aborrecida/o, arranja forma de não transparecer. Lembra-te de que estás no teu local de trabalho e não na esplanada do café.
 
E agora, em casa... tu és rei/rainha e senhor/a! E podes fazer tudo o que escrevi acima: aprender novas coisas, organizar e otimizar o teu ambiente, escrever, pesquisar sobre algo que queiras conhecer, ler, atualizar-te...e mais, podes sair, fazer desporto, ouvir música, ver filmes, comer, dançar. Estar com crianças e animais é muito bom. Podes voluntariares-te para ajudar em alguma causa, se tiveres jardim, podes dedicar-te à jardinagem ou a outra atividade qualquer que te leve para o meio da natureza. Há milhares de coisas que podes fazer em casa e nos teus tempos livres. É só pensar, imaginar e realizar. Eu sei que nem sempre ou nem todas as pessoas têm possibilidades financeiras para gastar dinheiro na rua e...  nessas alturas pensamos:  '' vou sair para ver toda a gente nas esplanadas, a comer, a beber... e eu não posso ''. Só isso, às vezes, prende-nos em casa. Mas... podes fazer o teu piquenique... preparar um lanche e ir para um jardim, um parque... levar a tua playlist ou um livro ou ambos e descontrair. Capiche? ;-)
 
A ideia essencial é não deixar que o tempo e alguma solidão que possas estar a sentir tomem conta de ti. Tu é que tens de ter as rédeas do teu tempo.
Pronto, espero que tenhas gostado das minhas ideias. Já deves saber isso, mas pronto... 😉😄😀☺😎
 
Só um conselho: se te sentires sozinha/o, muito mesmo, procura ajuda e faz de tudo para contrariares esse sentimento. Não a alimentes. Cuidado com a solidão. 🖤 vai contra essa vontade monstruosa de te fechares porque quando sentimos-nos sozinhos, tendemos a isolar-nos ainda mais. Não faças isso. Mas não estejas com pessoas só para não estares sozinha. Encontra um equilíbrio. Pede ajuda.
 
 
Mas porquê que escrevi isso? 
Porque já me senti extremamente sozinha, mas naquela altura, não tive o discernimento preciso para não me enterrar e deixei que esses sentimentos tomassem conta de mim por completo.