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O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

Solidão feliz!

Há algum tempo que já não venho cá, tanto para escrever tanto para ler e comentar os vossos posts. Tenho-me sentido cansada, não muito mas quando acabo o trabalho, só me apetece descansar, espairecer por aí. Há várias semanas que tenho saído sozinha (por opção), de vez em quando, arrasto alguém comigo mas gosto muito de estar sozinha, principalmente caminhando por aí a ver as pessoas a confraternizar. É curioso, eu gosto de ver as pessoas na rua, nos bares a conversar, a confraternizar. Eu gosto do barulho que as pessoas fazem quando conversam, gosto de ver os amigos, os namorados, os pais e os filhos, as pessoas idosas, as crianças. Eu gosto de ver as aglomerações, mas não gosto muito de estar nelas ou pelo menos não gosto de estar sempre nelas. Todos os dias com´as mesmas pessoas? Não consigo. Para mim, é bom conversar com alguém, por a conversa em dia, mas o que quero dizer eu não me sinto bem a ter de fazer isso todos os dias, sempre. Como se fosse uma obrigação, como se eu tivesse de alguma forma fazer isso como forma de retribuição por algo em que me ajudaram. 

Eu nasci para ser livre, eu necessito de liberdade. 

Nem sempre as pessoas entendem isso, acham que quero estar só porque não estou bem. Às vezes, eu falho em aparecer quando digo que vou estar, porque por mais que eu tente,  há dias que só me apetece aterrar-me na cama a ler, escrever ou a navegar nas ondas da Internet.  Ou então, trocar de roupa e ir caminhar até me doer as pernas.

 Que dizer? Eu tenho uma personalidade estranha, talvez mas estou bem com isso. Os meus amigos sabem, entendem que sou esquisita e aceitam os meus  momentos de solidão feliz. Eu chamo assim porque são uma opção minha e não porque não tenho ninguém. Eu tenho muitas pessoas que gostam de mim, eu acredito nisso. Eu sei que sim. E não me sinto sozinha. Nunca!

Até porque, eu tenho um equilíbrio. Nem sempre sozinha, nem sempre acompanhada.

Eu acho que só se é verdadeiramente feliz quando se gosta de nós próprios, da nossa própria companhia e quando sabemos equilibrar isso.

 

 

se so e feliz.jpg

IMAGEM_GOOGLEIMAGENS

 

 

A história do número 4

Após ouvir algumas histórias do tempo de adolescente do meu amigo Carlins, esta fascinou-me de tal forma que lhe perguntei se não se importava que eu a partilhasse aqui no meu blog.

A história foi escrita à mão pelo próprio Carlins, eu não mudei nada, apenas copiei do papel para o blog.


Eis a história:

 

Número 4

A minha história do número 4 é um pouco doida e muita gente já disse e de tolos mas isso nunca importou para nós, digo nós porque éramos 4 pessoas. 4 adolescentes, irmãos, amigos... 
Fomos unidos dos 15 aos 19 anos, estávamos sempre juntos e agora tenho 28 e ainda todos nós mantemos contacto, embora afastados uns dos outros seremos sempre irmãos unidos.
Saímos juntos, bebemos juntos até a gente dormir na mesma cama. Era ''la vida loca'' de adolescente...
Um dia, falando que tínhamos que fazer alguma coisa para que a gente nunca se esquecesse da nossa amizade, do nosso tempo único que um dia ia acabar, fazer algo que mesmo velhos sem memória, não íamos esquecer acontecesse o que acontecesse, então um de nós teve a ideia de aquecer um faca e fazer o número 4 para ficar marcado para o resto da vida e foi mesmo isso que fizemos. Bebemos bastante e depois já anestesiados, fizemos o número 4 todos na mesma zona do braço direito.
E fazia de novo se fosse preciso!
Os 4 éramos eu Carlos Alexandre, meu primo, meu amigo e meu irmão.
Esta é a minha história do número 4.

 

Obviamente que o que me fascinou não foi o facto de terem marcado o 4 no braço direito com uma faca quente depois de ficarem anestesiados de tanto álcool... também acho loucura. 
O que cativou a minha atenção foi a amizade daqueles 4 putos, 4 adolescentes, a união deles, a confiança que depositavam uns nos outros, tudo o que eles viveram uns com os outros e tudo isso ficará na história de vida deles. 

Isso é incrível.

Eu conheço o Carlins há pouco tempo, chamo-o pelo ''o rapaz que mete medo ao medo'' porque é grande mas do pouco que conheço dele é sem dúvida, uma pessoa com um coração tamanho do mundo. 
Vocês iam gostar de ser amigos dele.

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Feliz Dia do Pai!!!

Hoje é novamente Dia do Pai e eu já falei com o meu pai mas à exceção dos anos anteriores, não comprei presente devido ao Covid-19 que não permite grandes deslocações.

Eu sei que isso não é importante mas gosto de lhe oferecer sempre qualquer coisa  assim que isto melhore, assim esperamos todos nós, hei-de  comprar algo. 

Bem... não vou escrever outra vez um post a falar sobre o que é para mim ter um pai, porque acho que isso 'tá mais do que escrito aqui no meu blog.

Eu amo muito o meu pai, o meu rataninha que apesar dos seus 63 anos continua a ser um rapazin' sorridente e com uma energia de fazer inveja a muitos putos. E é isso que me encanta nele, a sua alegria de menino perante todas as dificuldades que a vida lhe tem vindo a apresentar ao longo da sua existência.

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Feliz Dia do Pai!!!

Beijs

 

Fim de capítulo - coração apertado -

Olá, 

Talvez não estejam curiosos por saber o final da história do coração apertado, mas vou contar.

A verdade é que não teve principio sequer, depois do último post o coração apertado tomou a iniciativa de perguntar o que a outra parte queria e a resposta não foi favorável aos desejos  do apertado. Segundo a outra parte, foi só um momento. Ok... o  apertado ficou desiludido mas nada que já não esteja superado.

Na verdade, não deu tempo para sentir alguma coisa,  embora se tivesse continuado provavelmente sentiria e se bem conheço o  apertado, algo bem forte. O coração apenas ficou desiludido com a atitude da outra parte que não foi direto. Apenas isso.

Mas uma vez que outra pessoa é alguns anos mais nova do que o coração apertado, este deu um desconto, afinal a malta jovem quer é curtir e muda de sentimentos do dia para a noite ou simplesmente essa pessoa avaliou a situação e viu que o coração apertado não é a pessoa certa.

Bom, sem mágoas. Passado uma semana, o coração apertado continua a frequentar o local onde trabalha essa pessoa. Apenas o  apertado cortou o sorriso, porque a outra parte devia ter sido direta e pareceu que queria mais mas não teve coragem de dizer frontalmente tudo o que queria

Outro facto que é estranho em relação a essa pessoa é que uma semana depois assumiu uma relação com outra pessoa, segundo aquilo que consta nas redes sociais o começo da relação é de dois dias antes da saída com o  apertado. Se calhar, as redes sociais enganaram-se na data 

Enfim... sem mágoas nem rancores, repito. Apenas sorriso fechado e contactos eliminados de todas as plataformas, afinal nem amizade tinha nascido ainda...

#vidaquesegue

Boa noite

A maior mentira do mundo

Tardes quentes de verão

Uma das maiores mentiras do mundo, ou mesmo a maior é esta:

''Podes contar comigo sempre. Sempre que precisares liga-me.'' 

Isto não é verdade! Ninguém está disponível para ti, só para ti 24h por dia ou sempre que precises. As pessoas não te vão atender o telemóvel sempre que lhes ligares, não estarão por perto todas as vezes que necessitares que estejam. A única verdade que existe é que tu só podes contar contigo, porque as pessoas afastam os teus amigos de ti. Porque a vida espalha as pessoas pelo mundo e os amigos são como tardes quentes de verão que estão lá, sempre lá e são ''a melhor coisa do mundo''  mas têm o seu tempo de chegar. 

 

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Imagem Google

L I V R E

Não faz muito tempo que percebi que o Burguês já não é meu... eu já não sou a sua dona... se me perguntarem quantos gatos eu tenho, respondo que tenho três: o Burguês, o Marquês (mora no céu há 1 ano e meio) e o Winnie the Pooh. Para mim, serei sempre a sua dona e ele será sempre o meu melhor amigo felino, como eu lhe chamava, chamo e hei-de chamar até ao fim. Porém, já há meio ano que mal vem a casa  e cada vez vem menos. Nós sabemos do seu paradeiro e eu vejo-o às vezes e chamo-o... mas não vem mais, olha fixamente para mim e alguns minutos depois segue o seu caminho.

À exceção das necessidades serem feitas fora de casa, pois temos um quintal enorme, não há necessidade de ter uma caixa de areia dentro de casa, só nos dias de chuva é que pomos algo que eles possam usar caso precisem (o Pooh ainda é pequenino, faz dentro de casa), os meus gatos sempre tiveram toda a liberdade na nossa casa. Entram e saem quando querem, correm pela casa, brincam com o que querem e dormem onde querem. O B. não deixou de aparecer por falta de amor, comida, água, cuidados veterinários ou por maus-tratos. Nem foi por causa do Pooh, porque bem antes de o Pooh vir para nós, ele já estava ausente e eu nunca deixei com que ele se sentisse substituído. Diz-se que os gatos quando se tornem adultos, estão sempre na rua. Eu não sei.

Ele é que escolheu ser do mundo, das ruas... estar com os da sua espécie. Não sei até quando ou se voltará, mas no me cabe a mim, terá sempre a sua casa, a sua cama, a sua comida, a sua dona, se quiser e quando quiser voltar. Não concordo em que se prenda nem se force nenhum animal. Vai e volta, meu querido.

Já não me preocupa se por acaso, ele escolhe outra família ou quer viver assim, simplesmente nas ruas.

Nós nascemos para voar, para ir, para viver. Nós nascemos para a Liberdade. Somos do mundo, da vida, do vento!

Assim é o Homem, assim é o Animal.

 

 

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Eu gosto das pessoas que surgem no meu dia a dia e me fazem companhia

Eu não sou boa nisso de ser amiga. A amizade é algo muito complicado p'ra mim, apesar de considerar que tenho amigos e pessoas que gostam de mim e de eu gostar dessas pessoas e amigos. Mas se calhar, não me consideram uma boa amiga. E porquê? Porque eu (só) gosto de conversar. Se me perguntarem o que é ser amigo, eu respondo que é estar e ser presente, fazer companhia, estar junto nos bons e maus momentos... e sou fiel aos meus amigos e honesta o mais possível. Porém, eu não sou uma pessoa presente como algumas pessoas possam desejar. Eu acho-me presente. Se me pedirem ajuda, eu dou. Se uma pessoa passar fome, eu dou de comer. Se um amigo precisar de mim, eu deixo tudo, corro o mundo, quase me mato para amparar o meu amigo. Mas... não sou amiga de sair à noite, de beber, de sair em grupo... de estar sempre lá nas futilidades do dia a dia...  não gosto de ir às compras com amigas quando elas não sabem o que comprar e ficam horas a escolher...  não gosto de comer sempre nas esplanadas por causa do fumo, dos mosquitos que podem apoderar-se da minha comida e da poluição sonora. Não convém ir à praia sozinha ou com alguém que não consiga estar comigo na àgua por causa do meu braço paralisado, tenho que ir a piscinas. Muitas vezes, tenho que me dirigir a piscinas de entrada paga e nem sempre as pessoas estão dispostas a isso. E, mesmo quando se trata de piscinas naturais como na minha zona, algumas pessoas têm um certo nojo por causa das algas e musgos que o mar traz. Não é sujidade, mas pronto. São raras as pessoas que gostam de ir ao cinema, por causa das outras opções que existe (Internet),  e eu adoro ir ao cinema, mas vou quase sempre sozinha, até porque já sei o que quero ver e não sou indecisiva. Eu adoro comer! Não é de ir a restaurantes caros para ser vista mas sim, de comer um grande prato de comida e não conheço ninguém como eu.

*

Gosto de conversar. De estar com quem surge no meu caminho, de tomar um café e conversar, conversar, conversar e conversar... gosto de um carinho. Toda a gente precisa de carinho e, isso eu tenho. Eu confesso que, às vezes sinto falta de alguém para partilhar alguns momentos do meu dia a dia. Mas é uma consequência da forma como vivo.

Algumas pessoas já me disseram que eu não sei ser amiga, que não sou uma boa amiga e sou eu quem não quer ter amigos. Admito que possam ter razão, mas tenho que ser sincera: se eu não fizesse 98% das coisas que eu gosto sozinha, não fazia nada da vida. Quase sempre, as pessoas querem mudar os (meus) planos. Às vezes, eu combino coisas com as pessoas, quando chega ao momento de fazer, as pessoas desculpam-se que já não vai dar. Eu fico pendurada. Fico sozinha.

Uma vez desabafei com uma pessoa que não era sociável, essa pessoa respondeu-me : '' A Dina é sociável. Mas tem um tempo diferente. Fica mais cansada, vai com mais tempo e vê a vida de outra forma que eles ainda não enxergam. Normalmente, as pessoas vivem tudo num só momento, têm a juventude nas mãos e não têm tempo para o seu tempo. Só se conhece a Dina quando nos sentamos consigo. A Dina tem uma cabeça que nem você sabe que tem.''

 

Não sei se é verdade... mas gosto de viver a vida assim, sozinha, encontrando pessoas no meu dia a dia e conversando com elas.Por isso é que gosto de cotas  de pessoas mais velhas do que eu... porque eles compreendem a minha forma de vida e o tempo deles já é outro. Porém, eu adoro os meus amigos da minha idade, mesmo que me digam que (nunca) estou com eles e que vou e venho. Eu estou mas não como eles querem, talvez. Mas, se chamarem pelo meu nome ''DINA, PRECISO DE TI!'', eu VOU! Podem queixar-se de tudo, menos disso.

Posso acabar mal na vida, mas tenho que viver a minha vida como me sinto melhor. Se mais de metade das coisas que eu gosto de fazer, só consigo fazer em pleno quando estou sozinha, o que fazer? Além disso, não lido muito (nada) bem com o facto de os louvores daquilo que faço sejam atribuidos a quem esteja comigo, a amigos, a colegas. Esforço-me tanto e ouço: ''Já viste, tens aí contigo uma ótima pessoa para te ajudar!'' . Já isso, apetece acabar com tudo.

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Imagem retirada do Google Imagens

 

As histórias de Lia - capítulo I

Olá, pessoas! Hoje começo a contar as histórias de Lia. Em boa verdade, são pequenos relatos ou excertos um pouco caricatos ou constrangedores da sua vida pelos quais Lia vai passando, tudo relacionado com a sua condição de pessoa com deficiência. Eu vou escrever tentando ser fiel a todos os pormenores mas algumas palavras podem ser minhas, mas as histórias são de Lia.

A primeira situação, foi assim:

 

Não sabes o que se passou hoje. Fui trabalhar e reparei que as pessoas estavam a comentar alguma coisa sobre mim e que estavam chateadas comigo,  ignorei. Passadas umas horas da manhã, fui percebendo mais ou menos o meu nome aqui, ali, acolá, assim e assado. Ao longo do dia, o mesmo zuzuzu, até que percebi! As pessoas descobriram que tenho uma vida sexual ativa... mas porquê que estão chateados comigo?!
Eu sempre soube que metade do pessoal considerava que eu fosse uma criança, um ser angelical, mas não se fica mal com ninguém por uma coisa dessas, nem por isso nem por qualquer ação da vida de uma pessoa, seja lá como ela vive a sua vida. Eu sou uma mulher, bolas! Tenho 24 anos, estão chateados comigo à conta da minha intimidade?!
Eles estavam mesmo de cara virada pra mim, por causa disso! Eu ignorei mas não percebo qual é o espanto... ??? E o que é que elas têm a ver com isso?!

 

Eu não sei se vocês perceberam o motivo pelo qual estavam chateados com a Lia... perceberam?

As pessoas  que convivem com a Lia não ficaram chateados por causa da sua intimidade... mas sim pelo tabu que existe aindaaaa envolvendo a sexualidade e a deficiência. Como foi descoberto, é o que menos importa... isso é lá com ela, mas é inacreditável a forma como a pessoa com deficiência ainda é vista em pleno século XXI.
As pessoas desiludiram-se não foi com a minha amiga, foi com as suas próprias ideias. O pior é que a maioria das pessoas não admitem, até algumas que poderão ler este post, mas poucas consideram que uma pessoa com deficiênca pode ter  e tem uma vida completamente normal em todos os setores.

 

As histórias de LIa (1).png

 

Apresentação de As histórias de Lia

Hoje dou inicio a uma nova rúbrica aqui no blog. Passo a explicar, Lia é o nome que uma amiga minha me pediu para utilizar nesta rúbrica. A pedido de Lia, eu vou escrever algumas histórias de vida dela que ela me vá contando sobre como é viver com a deficiência, tencionamos fazê-lo sempre que der. 

Lia é quase da minha idade e como eu, também tem uma deficiência.

Eu conheci a Lia no tempo em que vivi fora e desde então falamos sempre que é possível... nesse tempo, Lia estava com um depressão profunda e por isso, em conjunto tivemos esta ideia de escrever, porque ela tem muito que quer dizer sobre como é viver com a deficiência mas não quer que ninguém saiba que é ela. No entanto, é muito difícil para ela escrever. Posto isto, eu ofereci-me para isso, mais tarde faremos um blog para ela, se assim o desejar.

Até lá, será uma rúbrica no blog do mau feitio. Assim prefere.

Por hoje, não temos nenhuma história para contar mas em breve teremos.

A Lia manda um beij para todos.

 

 

As histórias de LIa.png

 

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Depois não digam que eu não informei

1-Devido à importação dos textos de uma plataforma para outra, alguns deles surgiram sem espaço entre as palavras, sem pontuaçãoetc. De modo que, alguns posts anteriores a 5 de Nov. de 2018, ainda estão por corrigir. 2-Relativamente às imagens utilizadas no blog, como sempre refiro a fonte no fim de cada post, a maioria delas são retiradas da Internet. No entanto, se algum autor de alguma imagem ''passar por aqui'' e não permitir a sua utilização, por favor envie e-mail que logo que possível a imagem será retirada. As restantes, são mesmo fotografias minhas e outras são criadas por mim com auxílio de alguns programas de edição de fotografia e design. Em todo o caso, eu identifico sempre a origem de todas as imagens e fotografias utilizadas no blog.

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