O seu primeiro nome foi Sisi, depois pela sua personalidade calma e observadora foi-lhe atribuído o nome de Mira, quando nos habituámos a tê-la à porta de casa batizamo-la de Chico sem saber que era uma gata e, por fim, ao descobrir que se tratava de uma fémea, demos-lhe o nome de Francisca.
E eis a Mira Francisca:
Pensámos que fosse uma gata de rua faminta de alimento e afeto, mas afinal tinha casa e dono, mas como parava muitas vezes, por dias até, à porta do anexo onde vivíamos assumimos ser da rua e começámos a dar-lhe de comer. Como nós, os nossos vizinhos também, até que a nossa senhoria que morava ao lado (no mesmo terreno. Na verdade, o terreno é dela. :D) não gostou e disse para não darmos de comer a nenhum gato para não chamar mais animais.
Então, com dó da gatinha, eu pedi à minha mãe para ir buscá-la no dia seguinte e, assim foi. Antes disso, já tínhamos perguntado nas redondezas se sabiam se a dita gata tinha dono. Toda a gente disse que, de certeza, era gata de rua.
A minha mãe trouxe-a para casa. O meu objetivo era adotá-la e ela ficaria aqui na casa dos meus pais. E assim foi até hoje. Só há 15 dias é que consegui levá-la ao veterinário e descobrimos que, para além de ter dono, é esterilizada. Uma vez, que o dono nunca participou o seu desaparecimento porque segundo ele, era de costume ela andar por fora, embora ele já tivesse procurado por ela dado o tempo que já não dava as caras em casa, eu pedi a transferência de titularidade e foi-me concedida. O único pedido do senhor foi manter o nome de Mira. E tratá-la bem, claro. Desejo concedido. No registo está Mira. Tratamos-lhe por Mira Francisca ou só por Mira ou só Francisca.
A Mira tem 5 anos e não teve um início de vida lá muito fácil. Viveu no canil, foi para a casa do dono, a pedido de um amigo que queria uma gatinha, doou-a mas o amigo acabou por abandoná-la na rua. Encontraram-na, levaram-na para o veterinário que contactou o dono que a levou novamente para casa e, agora, há cerca de 2 anos começou a fazer estadia debaixo dos arbustos à frente do anexo onde vivíamos. Inicialmente, eram apenas horas, depois dias. Faz aproximadamente 6 meses que vive em casa dos meus pais. Hoje, já é minha. Mas viverá aqui na casa dos meus pais até ao fim dos seus dias com água limpa e fresca, com comida e muito afeto e tratada com tudo a que um ser vivo tem direito.
E está apresentada a Mira Francisca. Ou só Mira ou só Francisca.
Hoje é o meu aniversário. Completo 35 anos. Pensei em fazer um pequeno vídeo para marcar este dia mas não consegui. A azáfama desta nova fase não permitiu. Escolhi uma das fotografias que gosto mais para ilustrar este post. O que posso dizer sobre esta data e sobre a idade que completo? Para muitos ainda sou uma miúda. Para mim também! Sou a minha miúda. Eu nunca estive tão velha. 😂
Então, a história que se segue é totalmente verdadeira.
A minha mãe pôs a pomada Reumolide que, à partida, servirá para aplicar no corpo quando se sente dores, no lavabo da casa de banho para que o meu pai não se esquecesse de aplicar à hora indicada pelo médico. E o que o meu pai faz? Espeta a dita pomada na escova de dentes e começa a lavar os dentes. Só minutos depois é que nota que aquilo não é pasta dos dentes. 🤣🤣🤣🤣🤣
Como todos vós sabeis (pelo menos, quase todos, penso eu), eu babo-me devido à PC. Agora já em adulta, consigo controlar muito mais, se bem que isso tudo varia conforme o dia, o meu estado naquele dia, a minha disposição, etc... mas eu babo-me e em criança babava-me muito mais, pelo que andei no pré-escolar sempre de babete. Levava um posto e dois ou três na minha mochilinha de panda para que as funcionárias ou a própria educadora mudassem-mo sempre que achassem necessário...
Mas eis que Dina Coelho vai para a primeira classe, como era dito na altura, hoje em dia, primeiro ano e eu comecei a pensar: « Eu vou para a primeira classe, já sou grande, não posso usar babete... que vergonha!». Se bem que não ia mudar nada, porque a escola era a mesma, na mesma freguesia, só mudava de sala e de professora mas na minha cabecinha ir para a primeira classe seria um grande acontecimento na minha vida. Então desabafei com a minha mamã que não gostava de ir para a primeira classe de babete. A minha mãe compreendeu o meu conflito interior e encontramos a alternativa de colocar o babete por baixo da camisola e assim foi, e uma vez, que já era ''grande'' teria de ter um pacote de lenços na mochila.
...queria partilhar convosco o design que eu fiz para dar as boas vindas ao mês de Setembro.
Já é habitual fazer e partilhar os meus designs sempre de que me lembro. Estava na dúvida porque como já partilhei um post hoje, mas em caso de dúvida, arrisco.
A maioria das imagens e vídeos utilizados no blog são retirados da Internet. No entanto, se for o autor de alguma imagem ou vídeo e não permitir a sua utilização, por favor envie e-mail ou deixe nos comentários que logo que possível serão retirados.