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O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

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LGBT+

mau feitio, 03.07.17
Eu sou heterossexual e apesar desta luta não ser minha,queria deixar a minha opinião mais séria e honesta possível sobre o assunto.Não vou dizer que nunca me ri, comentei, fiz mexerico ou achei estranho ter uma opção sexual diferente. Também não vou dizer que não há novas opções sexuais,pelo menos, só agora é que se fala mais disso, que não me criem um pouco de confusão e que compreendo totalmente, como é o caso da ecossexualidade e do poliamor e admito que, penso que a ecossexualidade tenha por base, doença e que não vejo o poliamor como opção sexual mas sim, como uma forma de trair sem se sentirem mal por isso ou um devaneio qualquer. Eu não compreendo na sua totalidade, mas aceito as opções dos outros. E, independente do que eu aceito ou deixo de aceitar, um dos meus lemas de vida (tenho alguns) é desde que não prejudiquem ninguém, que sejam felizes.
A sério, que tem? Se uma mulher quer ter uma namorada em vez de um namorado depois de ter tido um namorado, ou se um homem é gay ou bissexual, prefere vestir-se com roupas femininas, uma pessoa opta por mudar de sexo, ou alguém decide viver de maneira diferente?! Que tem? Repito, não entendo com clareza todos os conceitos, mas entendo um pouco do que é ser diferente num mundo de iguais. E, AO CONTRÁRIO, do que muitas pessoas dizem, eu não considero que seja uma epidemia. Ter uma orientação sexual ou optar por um modo de vida diferente não está diagnosticado como doença e, muito menos, é contagiante. A heterossexualidade não é já uma raridade. Continua a ser uma opção sexual como as outras, penso eu. E acho que quem tem esse discurso de ''epidemia'' e ''raridade'' relativamente às orientações sexuais é porque tem medo que alguma coisa  ''lhe pegue. '' Não é verdade? Eu cá sei que sou heterossexual e sei muito bem quais são as minhas opções de vida, logo não me importo se a comunidade LGBT+ está aumentando. O que está diminuindo é o preconceito das pessoas sobre si mesmas, o medo e a insegurança sobre o que é que os outros vão dizer e pensar. E isso ótimo! Já chega de viver fechados na caverna, como dantes. Como se ouvia: '' tal homem viveu casado 15 anos com uma mulher, gostando de homens e depois se suicidou por não suportar mais a sua vida.'' Que é isso? Que horror! Não é mais fácil assumirem-se como são, quem são e como querem viver? Não é  mais fácil ser-se feliz? Estão a matar? A magoar? A prejudicar? Não, pois não? Então sejam felizes! Não é vergonha. Vergonha é encontrar um casal qualquer na rua aos amassos descaradamente, quase despidos... e não é por serem gays ou lésbicas... é vergonha para todos. Vergonha é um padre não deixar que uma pessoa com opção diferente entrar numa igreja e participar na religião, em nome Deus. Isso sim, é que é uma vergonha. Vergonha é usar o nome de Deus para fazer guerras absurdas, maltratar pessoas, idosos e crianças. Amar não é vergonha, é bênção de Deus. E Deus é de todos que o querem e daqueles que não o querem também. O mundo é multicolor. Mesmo que não se entenda muito bem o outro, como eu disse, não compreendo tudo sobre isso, mas respeitemo-nos e aceitemos que é uma realidade. Pronto, não custa. De resto, penso que também há pessoas que exageram, assumem e fazem tudo, sem rei nem roque... sem controle consciência porque '' está na moda ''.
 
Optar por ser diferente, mostrar que se o é para ser feliz é o maior ato de coragem e amor que há na terra! Ser feliz é natural.

Desde que não se prejudique ninguém, sejamos felizes! Sem lágrimas nem sangue!
 
 
Imagem do Google Imagens