Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O blog do Mau Feitio

Experiências, histórias, poesia, opiniões, dia a dia, dramatizações, descontração, gargalhadas infinitas, amigos, momentos, livros, filmes, TV, músicas, pessoas, coisas da vida, do mundo e mau feitio.

Eu desisto!

Calma, minha gente!

Não é nada demais, passo a explicar:

Já há algum tempo que eu ando a tentar simpatizar com uma pessoa, por nenhuma razão em especial, mas como vivemos na mesma terra e já convivi com essa pessoa em dois momentos diferentes da vida e, possívelmente, vou contracenar em algum momento futuro, não que eu vá até... mas como vivemos na mesma terra... por mais que os caminhos se separem, há sempre uma vez ou outra que se dá de trombas com as pessoas, dada a pequenez do sitio. Enfim... eu não consigo! Nem consigo verbalizar uma palavra. Não é que eu O_D_E_I_E a pessoa em questão, mas já tenho recordações negativas em relação à pessoa, umas recentes, outras mais antigas... o que dificulta a situação. Sem falar que quando eu pego com uma coisa... txiii.... nem tirada a ferro, por isso, a solução que eu encontro para quando me deparar com tal presença é passar, fazer um aceno com a cabeça ou mão, no máximo, esboçar um sorriso e ir à minha vida. Também... não há assunto, tendo em conta à pessoa que é e etc, etc, etc. Desisto! Melhor do que sorrir uma vez, falar outra... virar a cara outra. A pessoa deve pensar: ''Esta gaja é bipolar.'' 
Acho que não se deve forçar nada, mas eu não me sinto confortável, é boa pessoa (até que se prove o contrário) e meio que me pediu desculpa...explicou-se, vá! E foi tolerante em algumas ocasiões. Por isso, tentei simpatizar, ma' não consigo. Não entra! E eu só 'tava a empurrar pra dentro. Aproveitando a deixa para uma pessoa, utilizo-a em várias.

coisas_da_vida.

Hoje é o dia!

O dia de quê?! Dia do Pai, ora essa! 
EU AMO O MEU PAI! AMO, AMO, AMO! Mê rico rataninha! (é a alcunha dele). Confesso que, ainda não o vi hoje. Mas estou ansiosa pela chegada dele, nós combinamos um abraço especial para hoje (eu + o meu pai só fazemos palhaçada), somos assim... que fazer?!
Tenho o presente dele guardado no guarda-fato (ele pensa que não comprei nada, porque fiz entender que não deu para comprar. De facto, o que queria oferecer não foi possível, mas eu tenho sempre um fundo de emergência para ocasiões paternais especiais). Pareço uma pequena a falar, não?! Mas é normal, quando se chega a este dia, voltamos todos a ser meninos dos nossos pais.
Bem... sem mais delongas, desejo um Feliz Dia do Pai, passado da melhor maneira possível!! 
Eu sei que, nem todas as pessoas partilham de uma realidade ou memória feliz dos seus pais, mas eu digo sempre que devemos agradecer por estarmos vivos e inspirarmo-nos naquilo que queremos ser um dia.
Se temos más recordações, trabalhemos hoje para termos boas memórias amanhã. Se temos boas... trabalhemos para continuar o bom trabalho feito. Ser Pai pode ser Deus, a Natureza, alguém que nos marcou... a vida! Inspiram-se nisso e não deixem de agradecer, porque Dia do Pai não se destina só a um homem, mas ao facto de estarmos vivos.
 Um Feliz Dia do Pai!

 

FotoJet (4).png

 

Viver fora: o que eu gostei e o que eu não gostei.

Olá.


Como já tinha dito, eu vivi 4 anos longe de casa. Fiquei por lá o tempo que foi possível ficar e regressei quando não houve mais nada para eu fazer lá. A minha intenção nunca foi ficar de vez a viver lá, claro que se as coisas se tivessem proporcionado, teria aproveitado. Em tempos de fome, não se desperdiça pão. Mas não foi, não há que remoer no assunto. Bem... quando eu digo longe, não me refiro a distância de carro, vivi mesmo fora. Antes já tinha vivido fora da minha área de residência a uma distância de 1:30 de carro, agora com a via rápida feita  fica a 40min. de distância de carro de casa. E o que eu gostei e não gostei da minha segunda experiência fora de casa? Eu não vou repetir aquela história do mau bocado que passei, da tristeza nem dos problemas, que escrevi há pouco tempo. Vou relatar coisas ''normais'' de quem vive fora de casa.

Só para entenderem, quando eu decidi ir viver para o lugar onde vivi, não foi com a ideia de farras e festas, porque eu até gosto mais de estar em casa. Gosto de sair e tal, de vez em quando, mas aprecio um serão passado em casa, um jantar entre amigos.... Coisas desse género.
Quando eu decidi ir viver fora e, especificamente, na cidade onde vivi, em primeiro, porque sempre gostei da história da cidade em si, dos monumentos..., e, em segundo, eu quis experimentar viver sozinha sem ninguém a quem pudesse pedir socorro (família) para ver até onde eu ia, os meus limites e por aí a fora.

Vamos começar pelo que eu não gostei:
 1.dos doces típicos da região;
 2.de algumas tradições;
 3.dos centros comerciais: os que estavam perto de mim, não ofereciam muita coisa (lojas), o único que tinha alguma coisa de jeito (mais oferta de lojas e etc) ficava em cascos de rolha;
4. não gostei do facto de não haver tantos transportes públicos para os sítios mais distantes ou com tanta regularidade. Para andar no ''centro'' há a todo o momento, se se precisa de sair para os subúrbios, não há. Foi a impressão com que fiquei.
5. não gostei de (só) haver descontos e apoios e residências só para os estudantes universitários. Na maioria das vezes.
6. não gostei do aspeto degradado das casas que eu via na rua, algumas casas, não têm mesmo condições. Havia pessoas a viver em casas a cair aos bocados.
7. não gostei da pressão social: haver festas e toda a gente vai e quem não vai, é um E.T. Parecia obrigação. Ou é fim de semana e ninguém  pode ficar em casa. Há uma pressão muito grande. Eu senti isso. 
8. não gostei do padrão social, por exemplo, as meninas andam como ''rapunzeis'' e os meninos como senhores.
9. da inexistência de zona balneares + próximas. Para uma cidade, acho que devia haver algo mais central, uma vez que há muito espaço verde abandonado e poluído na cidade. Acho que a Câmara devia cuidar mais disso, porque tive a oportunidade de conversar com pessoas idosas que se lamentavam da falta de uma zona balnear mais próxima. Esquecemo-nos das pessoas idosas e com necessidades especiais que até podem ter uma boa qualidade de vida se as coisas forem bem feitas. Eu conheci algumas pessoas idosas e com deficiência que comentaram isso mesmo: até podiam aproveitar melhor o Verão, se as piscinas fossem mais centradas, havia, pelo menos 2 espaços (até onde sei), mas distantes e caros.
10. as ruas eram pouco arranjadas e limpas.
11. não gostei de andar de comboio.
12. Detestei a existente hierarquia entre as pessoas. Os gostos e desgostos das pessoas umas com as outras, dependem muito se os ''maiores'' gostam, toda a gente gosta, se acontece o contrário... ninguém olha para aquela determinada pessoa. As relações entre as pessoas  (na cidade onde vivi) se baseiam muito das influências, do que se ouve e se deixa de ouvir. E, ainda existem os grupos bem distintos uns dos outros. Não há mistura. Isso faz-me confusão. Para mim... uma pessoa africana é igual a um europeu que, por sua vez é igual a um chinês. Somos todos iguais. Vinhamos de onde viemos, independente da nossa cor, da nossa etnia. Somos um. E lá, também percebi que vão uns atrás dos outros, ninguém pode ficar com menos. Igual ou melhor. As pessoas atropelam-se para atingir o melhor.
13. Detestei o facto de se nomearem tias. É tudo tias e sobrinhos. DETESTEI. 

Esta é a minha opinião (a minha) baseada na minha experiência. Quem se dá bem, ainda bem, fico feliz! Mas, acho que a cidade em questão (ainda) tem o hábito de olhar, de mexericar, de estranhar, do disse-que-disse, de rotular as pessoas, de se intrometerem muito, não gostei disso. Porque eu sou de uma ''terrinha'' assim e fui para uma cidade com uma mentalidade igual ou pior. Desiludi-me um pouco com o sonho. Ma' pronto. Desiludiu-me porque é cidade, mas as pessoas não evoluiram com ela. Ficam naquela coisa que vivem na cidade, a sobrevalorizar o que têm e só.

 


Eu defino a cidade assim: 
Uma cidade que vive dentro de uma  bonita redoma, mas velha e cheia de pó. Enquanto isso, o resto do mundo avança e eles continuarão na sua redoma, a autovalorizarem-se daquilo que têm, sem se aperceberem no quanto estão atrasados.


O que eu gostei:

1. do pão;
2. dos horários e dos dias de abertura dos estabelecimentos, 7:30 da manhã, já  estava (quase) tudo aberto e às 23:00 ainda estava muita coisa aberta, maneira que, não precisava de andar a correr. Aos fins de semana, a mesma coisa. Mas isso, acontece em todas as cidades.
3. da proximidade dos estabelecimentos relativamente à casa onde vivi. Depois de conhecer, só andava pé.
4. da existência de pontos de táxi em todo o lugar, ou quase todo o lugar.
5. das mercearias. É engraçado. As pessoas que conheci, queixavam-se da falta de produtos das mercearias, eu não notei falta. Comparativamente ao local de onde eu sou, as mercearias das cidades têm bastantes produtos, quase que não se precisa de ir às grandes superfícies, inclusive, os horários são muito melhores. Abrem pelas 7:30 e fecham às 20:00. (aquelas que conheci).
6. ah... eu vivia perto dum café/gelataria. 'tava sempre lá a comer crepes. Sempre; sempre que me crescia uns tostões.
7. da baixa da cidade, é linda!
8. gosto do facto de terem mantido a parte velha da cidade.
9. apreciei o facto de tudo ou quase tudo ter o nome de reis. Aqui é só santos. :D
10. adorava aquelas ruazinhas da baixa da cidade, pareciam labirintos, andei em todas e perdi-me também :D mas aqui 'tou eu.
11. gostei dos últimos tempos que vivi, estava a estagiar num lugar impecável e tinha rotina de trabalho. Chegava a casa 19:00, comer, banho, cama. Adorava aquela correria de ir para o estágio.
12. Adorava a cidade à noite.


Tudo tem o seu lado bom e o seu lado mau. E, em ambos, temos a nossa culpa e razão. E, ambas morrem sozinhas, por isso, não nos devemos focar muito nisso. Muitas coisas não deram certo, devido às circunstâncias da vida e porque eu também não soube lidar com elas: era muito menina. 
Mas são as dificuldades que nos fazem crescer e fortalecer e digam-me lá, quem nunca chorou por estar fora do ninho dos seus pais?! Quem nunca se sentiu uma formiga num mundo de gigantes?! Quem nunca quis voltar a casa dos papás?! E quem nunca errou e depois, passado um tempo, pensou para consigo que não era preciso ter sido da maneira que foi?! Quem nunca teve vontade de se pontapear todo?! C'est la vie.

 

Tudo o que eu escrevi aqui e escrevo no blog é sobre as MINHAS experiências, segundo as minhas opiniões e visão que eu tenho sobre a vida e o mundo. Jamais é com a intenção de ofender quem quer que seja, muito menos, influenciar! Cada cabeça, sua sentença!  

E nada que, por pior que passei, invalida que eu não vá de novo viver para fora, foi só uma experiência numa cidade, quantas cidades têm Portugal?  quem sabe, daqui a uns tempos não estarei noutro canto do meu país...? ;) 
Essa experiência só me veio ensinar e eu só aprendi com ela. Capiche? Foi um dos sonhos mais lindos que sonhei e, realizei-o... com muitas pedras pelo caminho, mas fui e ia de novo! 

Beijs.

A verdade disto!

Olá! 
Hoje vim falar (escrever) sobre a minha verdade de como é viver com uma deficiência. Eu sei que há pessoas piores, problemas piores, vidas piores, um todo o mundo pior mas  para mim ser deficiente ou pessoa com deficiência (como quiserem chamar) é uma grande

PORCARIA

 

Algumas pessoas dizem-me coisas do género: ''enquanto te vires com uma deficiência, todos te virão assim'', mas alguém está dizendo o contrário? Eu nunca neguei. Mas, se eu tenho uma deficiência, eu vivo com ela, eu sinto-a, eu vejo-a... é legítimo falar sobre ela, como todas as pessoas que falam e escrevem sobre os seus problemas quer a nível de saúde, quer a outro nível e da sua vida no geral o quanto quiser. 1500 vezes, se for preciso. E nenhum problema é maior do que outro, cada um tem os seus, as suas dores, os seus fantasmas e todos temOs legitimidade de falar/escrever sobre isso, SEM QUE NINGUÉM NOS INTERROMPA!

Começando a descascar a batata:

Quando/se eu falo sobre isso, as pessoas fogem ao assunto, tem pressa para fazer alguma coisa, não se querem demorar ali, dizem que eu não me posso ver assim, etc, etc, etc. (eu não me vejo de nenhuma forma, apenas 'tou a falar) MAS quando/se alguém aparece com uma depressão meio fingida, para comover e chamar atenção, toda a gente se compadece, toda a gente ouve, comenta, quer ajudar. (Desculpem-me... eu sei  que a depressão é uma doença séria que atinge mais de metade da população mundial e condiciona milhares de setores na vida de uma pessoa, mas convinhamos e sem julgamento, que existem pessoas que por um dia sem sair de casa, ficam desnordeados da cabeça e aí, também acho que as pessoas têm de se acalmar e aproveitar o que têm ao seu redor. Por exemplo, passam uma semana em casa por uma razão qualquer, aproveitem para organizar a casa, para redecorar a casa (mudar a disposição dos móveis), ler, pôr o sono em dia... sei lá... inventem!)
Seguinte, pouca gente perde mais que 5 minutos a falar comigo. Pouca gente: a minha família (FAMÍLIA NÃO É PARENTE), os meus amigos e quem me conhece realmente... ah... algumas pessoas com interesse em algo, perdem tempo... sim. Mas para a maioria,  considera-se que eu não digo nada... não tenho assunto, e eu posso dizer a coisa mais inteligente e séria do mundo que se riem como se eu estivesse a dizer uma piada... ou ficam 

 

autocolante-smile-admirado~649712.jpg

 


Sexo oposto? Ui... fogem de mim, desviam o olhar e não me dão muita conversa. A maioria deles pensa que eu crio amores platónicos com toda a gente... (não tinha mais nada que fazer),  por isso, evitam-me.

amorplatonico.jpg

 

(Sempre) foi assim, quer socialmente, quer no trabalho, quer em que setor, as pessoas do sexo masculino evitam-me! Só mesmo o necessário do necessário e meme assim... se puderem mandar uma mulher falar comigo por eles...  mandam. Analisemos a situation, eu sou heterossexual, mas por exemplo, se eu fosse bissexual?! Era complicado... hein? Ningué falava comigo. LOL! verdadeiros patetas. Enxerguem-se... vá!
E ser cortejada? Isso já nem existe mas poucos o fazem publicamente, poucos hombres me abordam num lugar público a fim de me conhecer (quando abro a boca e notam a minha fala, lembram-se da ''namorada'' que deixaram no café e se ficam a falar é por pena e acham que sou tola e não percebo o objetivo). A maioria que já é pouquíssima fazem-no só por mensagem  e, mesmo assim, alguns pensam que eu nah percebo niente de niente e acham que me podem ''gozar''. Eu disse ACHAM! Eu só me dou a conhecer a quem eu também quero conhecer (em tudo na minha vida, sempre fui assim). 
Graças a Deus, que não é TODO O SEXO OPOSTO, senão estava desgraçada! 
Dia da Mulher? Qual quê?! Para mim é ''Feliz Dia da Menina, querida!'' . E... já tenho 28 anos mas na cabeça das pessoas, hei-de morrer menina.
Relativamente ao argent, money, money, muita gente pensa que eu trabalho para dar aos meus pais, porque nunca vou sair de casa, nunca me vou casar, nunca serei independente, etc, etc, etc e é só para ter ocupação. Nem os meus pais permitiriam que eu trabalhasse para eles. Ma' pronto. Os outros podem gastar o caracol dos pais ou do seu trabalho no luxo e na boa vai ela e eu não posso ter nem guardar o meu próprio dinheiro porque...? NUNCA ME CASAREI! Uma pessoa não guarda dinheiro pra comer, pra combater problemas futuros, pra quando ficar sem os pais, por exemplo (que seja daqui a muito tempo). Cá nada... uma pessoa só se casa. De resto...  na faz nada.  Idiotas! Ah... pois'é, porque quando os meus pais partirem, eu vou para uma Instituição, assim pensam todos ao meu redor, menos eu e a minha família e uma e outra pessoa de alma avançada. Posso ir, claro. Na minha velhice. Ninguém sabe o que será amanhã, mas nada me impede de tocar a minha vida sozinha, ter o meu emprego, ter a minha casa, os meus pertences...
Mais...?
Ah... a seleção que me perdoe, mas eu passo-lhes à frente. A minha vida íntima, amorosa e privada já foi mais discutida do que o Mundial. Acho que até já foram feitas apostas, palestras e debates sobre isso. Incluindo as pessoas que junto de mim tentam saber quelque chose, COMO SE EU FOSSE TOOOOOOOOLAAAAAAA!!! BAAAAAAAAAAH!!!!!!!! Acham mesmo que vou admitir alguma coisa?
Próximo, já aconteceu algumas vezes, na escola ''somos todos iguais'', ''à mesma altura'', mas depois, as pessoas seguiram para as suas vidas. Todos nós!  Uns foram para doutores, outros engravidaram pelo meio e tiveram de ir mais cedo à vida, outros entraram logo para o mercado de trabalho, outros tornaram-se empreendedores, jardineiros, empregados, etc, etc, etc. Caminhos diferentes e não melhores nem piores.  E, de repente, essas pessoas da mesma idade do que eu e até mais novas, dirigem-se para mim como se eu fosse uma atrasadinha... coitada, uma criança. Isso incomoda-me!! Uma coisa são pessoas mais velhas, ''doutro tempo'' digamos assim, outra coisa são pessoas da minha idade ou  idade relativamente próxima ou mais novas! Arght!  que bofetadas!!!!
As pessoas envelhecem rápido... poooh! Hoje, ''andam de umbigo à mostra'', digamos assim. Amanhã, já pensam como velhas Marias da aldeia! Se bem que... eu acho que é ida ao paradise. Depois de ir, acham que ningué é mais do que elas e eles. Ou, ficaram deslumbradas com o poder e se sentem superiores. Vale lembrar que quando digo elas refiro-me a pessoas.
Prioridades? A maior treta escrita que existe! A maioria das prioridades que tive até ao momento ao meu dispor: umas não se praticam. Estão escritas apenas. As restantes, só me incapacitam e tenho de andar como uma vaca marcada com um número, uma referência... desde infância que é assim. As poucas vezes que eu usufruí de apoios e prioridades, quase que fui apedrejada no meio da rua. Mas é engraçado, pois algumas dessas pessoas que me ''quase'' apedrejaram pelos apoios e prioridades que tive, não tinham a mínima noção da sorte que tinham e têm. Não estou dizendo que não tiveram razão nas criticas e que o motivo não fosse válido, mas como vou explicar... Muitas dessas pessoas nasceram em berço de ouro, a única coisa que tinham de fazer era estudar - obter boas notas - passar de ano. Assim que terminado, já têm trabalho por influência dos pais, pelo sobrenome e etc, muitas delas falavam de dinheiro como de quem fala de água a correr na fonte, sem reparar na pessoa que estava ao seu lado, que podia ter menos possibilidades e sentir-se mal. TAMANHA FUTILIDADE! Às vezes, apeteceu-me dizer (gritar): ''TU QUANDO SAÍRES DAQUI JÁ TENS EMPREGO GARANTIDO, ACORDA! DE QUE É QUE TE ESTÁS A QUEIXAR?!'' e isso, confirma-se! Outros que ouro não tinham, votaram no partido certo, lambem os pés e estão de igual forma bem de vida!
A escola é dos justos e o trabalho é dos afilhados!


Há pessoas que estudam para caramba e merecem o cargo que ocupam, deveras! E, em alguns casos, até merecem mais, mas sabe-se como funciona na maioria das vezes.
Falando de padrinhos, é a tal coisa, poucas das pessoas que se ofereceram para me ajudar em situações passadas, julgavam que eu tenho mais dificuldades do que aquelas que realmente tenho e, em vez de me ajudarem a encontrar algo que, realmente me garantisse estabilidade a longo prazo, foi mais ao contrário. Por isso, a fantasia de que uma deficiência me salva a vida a-c-a-b-o-u. Salvaria, se eu aceitasse passar  de ''atrasadinha'' com + dificuldades do que as que tenho, se ficasse calada e submissa. Mas essa não seria eu. Saber mamar é uma arte e requer que a pessoa engula muitos sapos e não tenha opinião, só a opinião que é induzida a ter. Eu não sei fazer isto: ''Dina, vai pôr o lixo fora. - Sim senhor, é para já'' , por exemplo. Eu responderia: ''Vai tu. O processo é o mesmo.'' Posto isto, fila da agência de emprego espera por mim com MUITO ORGULHO! Antes assim do que estar de cabeça baixa, como uma cassete riscada a dizer: ''Sim senhor, sim senhor, sim senhor!'', há quem só se importa com o caracol na panela ao fim do mês, eu também mas não só com isso. Tenho brio. Não quero a melhor poltrona nem o melhor computador, mas ter a minha função e ser responsável por ela, ter alguma liberdade para construir, sem estar pouco a pouco a perguntar se posso, ter trabalho no meu local de trabalho. Óbvio que, depende do local de trabalho, mas do tipo escola ''Posso?'' , eu não suporto isso. Eu sei que tenho uma DEF. e, por isso, vou sempre ter de recorrer aos abutres ditos normais, mas não quero um trabalho onde esteja sempre sujeita a autorizações e avaliações, como se fosse uma atrasada. Nah gosto disso.
 

Quase a acabar... 


Por mais feitos grandiosos que faça, nunca passarei, na cabeça de muita gente, da petxena deficiente, da menina sorridente. Até posso ''salvar o mundo'', mas quem sou eu? A petxena deficiente, fraca, pequenina, sensível, inexperiente.. etc, etc.
Se ao menos, eu tivesse nascido com 1,60cm, 70... a coisa podia melhorar, mas não.  Na hora de me fazer, Deus disse '' Tu minha filha, não vais só ser deficiente, como também vais uma franga de 1,46cm'' . E, dizendo isto, carregou bem pra baixo. Carrega, Nosso Senhor que Tu sabes o que fazes! Haja fé... e meme assim, eu acredito em Ti! Amén.

Álcool & others drugs, Calma! Não existem outras drogas, só usei o título daquele filme Love & others drugs. Eu até gosto de algumas bebidas alcóolicas mas se bebo em público, fica tudo:

nelson-simpsons-haha-placa-D_NQ_NP_604836-MLB26695

Bom... essa a  minha verdade mais sincera que consegui para descrever como é viver com uma deficiência.
É como se tivesse de viver dentro de uma  caixa e lá estão todas as alíneas que devo seguir para ninguém me considerar uma doida varrida, mas eu sou uma varrida doida, não pelo que tenho, mas sim por quem sou.
Lembro que este texto foi escrito com todo o humor, a rir-me de mim própria e de muitas coisas que vivi à conta da minha querida estimadíssima deficiência. A intenção nunca foi e não é comover nem ofender/criticar ninguém. Apenas 'tou a escrever COM TODO O RESPEITO. Se eu quisesse ofender ou lavar roupa suja, relatava momentos, nomeava pessoas e etc, etc, etc.
A  minha verdade é que eu estou viva! Estou aqui, sei o que tenho, até onde posso ir e o que fazer, desde que não prejudique ninguém ao meu redor... eu não nasci para agradar. Por vezes, apetece-me enumerar tudo aquilo que já fiz e esfregar na cara das pessoas e dizer: '' tás a fazer o que já fiz?'', mas aí... estarei a dar às pessoas o que elas querem. 

a-vida.jpg

 

Beijs

 

 

Imagens: Google.

'tás a brincar?!

Uma pessoa faz um esforço maior do que o mundo e vai buscar sono não sei aonde... também tenho 1,46cm não há muito por onde procurar mas enfim.  Prosseguindo, uma pessoa esforça-se por dormir. Eu fiz força com os olhos! Acordei levemente durante a noite, mas ignorei esse facto e tentei adormecer outra vez por umas 3 ou 4 vezes. Consegui. Acordei pela última vez, pensando na minha inocência: ''ah já deve ser por volta da 7h da manhã, vou-me levantar.'' , nisto procuro alguma coisa para ver as horas, quando eu vejo 4:12. Até enfiei a cara no ecrã para confirmar!
- Ne pas possible!
Eu fiz um esforço maior do que todas as minhas forças (que são quase nulas) , qualquerum pega em mim e atira-me pela janela, até o meu cão se ele quissesse (mas) acordei às 4:12. Desisto! Levantei-me, pequeno-almoço e agora estou a escrever. Agora é que são 6:19. Para ser uma pessoa normal, tenho de esperar, pelo menos, até às 7:30 - hora que o pessoal acorda cá em casa. E HAJA O QUE HOUVER, bata-me o sono que bater, nem que saia de casa, eu não vou dormir mais hoje, só me deito na cama a virar para as 00:00. Ma' nã vale a pena. Amanhã às 4h da manhã (quando não é mais cedo), estarei despertíssima. O que acontece e faz com que eu durma até tarde é que tenho (TER não tenho, mas não me vou pôr a fazer coisas pela casa com pessoas a dormir.) que me submeter aos horários de cá de casa ou que amanheça, pelo menos e, nessa espera, eu fico na cama ou no quarto a fazer qualquer coisa e pelas 7:30 dáaaa-me um sono que ao muitas vezes entrego-me, por isso, ando sempre com uma expressão de caveira. E é isto, a vida duma pessoa. 
De qualquer modo, BOM DIA blogsfera! Que tenham um ótimo Domingo! Eu vou ficar prá'qui a ouvir música...

52 + 1 = 53 #liçõesdevida

Desde que saí de casa, aos 17 anos, eu já partilhei casa com 52 pessoas, mais ou menos, 53 contando comigo. Isto fora todas as outras com quem convivi. E, nesse período de tempo, eu tive a oportunidade de aprender e absorver muita ''coisa'', isto porque errei, acertei, magooei, ofendi, ultrapassei, caí, levantei-me, fui estúpida e vice-versa. Sobretudo, aprendi exatamente o que eu não quero ser, o que quero diminuir e o que quero continuar a ser.
Vou tentar resumir, mas vamos lá.
Eu não quero ser:
Uma mulher quase a cair nos 30's (EU TOU A CAIR) ou a passar deles, sentada no sofá a fazer comentários irónicos sobre tudo e todos e ficar sorrateiramente a ouvir as conversas alheias ou a ver onde as discussões vão dar, só por mero prazer. Do género, solteironas, mal f**d**d_s, frustadas, invejosas mas não sabem disso.
Eu não quero ser uma pessoa da mesma idade que, depende dos pais e controlada por eles. Chata, irritante, picuinhas... #nojo.
Eu não quero ser uma mulher submissa ao seu companheiro que deixa de se divertir e de viver a sua vida em função do seu relacionamento. E que só podem sair com eles.
Eu não quero ser daquelas pessoas cheias de métodos, cremes, pílulas... para tudo! Um comprimido para ser feliz, um comprimido para dormir, um comprimido para ter apetite. 
Eu não quero ser daquelas mulheres que ficam horas no WC a falar da gordura que têm no nariz ou noutra parte do corpo ou a falar de outra coisa qualquer. NUNCA GOSTEI DE CONVERSAS DE MULHERES. E sou uma.
Eu não quero ser uma mulher que usa roupas SÓ típicas de mulher. 
Eu não quero ser daquelas pessoas que chegam aos 36/40 anos insatisfeitas com a vida e que se tornam aborrecidas e depressivas. E A CULPA É DO MUNDO E NÃO DELAS.
Eu não quero ser daquelas pessoas que se casam ou se prendem a alguém às pressas, por causa da idade ou de outra razão qualquer.
Eu não quero ser daquelas pessoas materialistas, fazem dinheiro por dinheiro. #nojo.
Eu não quero ser daquelas pessoas que compram o mundo para mostrar aos outros que têm.
Eu não quero ser daquelas pessoas com a panca da limpeza e organização.
Eu não quero ser daquelas pessoas que não se podem sujar...
Eu não quero ser daquelas pessoas que não podem ouvir um p**d* que ficam chocadas, que ouvem um grito ficam escandalizadas. 
Eu não quero ser daquelas pessoas fúteis, que não se aguentam com nada.
Eu não quero ser daquelas pessoas que passam fome com dinheiro na carteira, mais porque não sabem cozinhar do que outra coisa e quando chegam à rua ou a casa de alguém, quase que comem a loiça.
Eu não quero ser daquelas pessoas que só elas é que sabem da vida,  porque elas já viajaram imenso, é que conhecem tudo porque são mais velhas, quase apontam uma arma aos outros, impondo a sua vontade e só a sua vontade.
Eu não quero ser daquelas pessoas que não se pode fazer barulho, não se pode sair da linha... #boring.
Eu não quero ser daquelas pessoas que influenciam outras contra outras e que ficam a favor destes e daqueles por causa das amizades e conviniências.
Eu não quero ser daquelas meninas ''riquinhas'' protegidas pelos papás, e quando levam na cara fazem becinho.
Eu não quero ser daquelas pessoas que passam a vida na casa dos outros, a incomodar quem lá vive.
Eu não quero ser daquelas pessoas que tudo conta para obterem aquilo que querem ter.
Eu não quero ser daquelas pessoas que magoam os outros e gozam deles porque, estes outrora lhes magoaram.
Eu não quero ser daquelas pessoas que duvidam de tudo e são negativas, inseguras ao extremo.
Bom... é mais ou menos isso. Mas, como eu disse e digo sempre, eu não sou perfeita nem santa ( tenho muitaaaaaaaaaa culpa em muiiiiiitaaaaaaaaaaaaaa coisa) e nada me torna superior a ninguém, por isso, eu aprendi e, em algumas situações, ainda estou aprendendo:
A resguardar mais a minha vida, a minha privacidade, os meus objetivos.
Se eu quero fazer algo, seja lá o que for,  fazer sozinha. POR EXEMPLO, se quero fazer reciclagem, faço. 
Se for caso de partilhar casa, ter as minhas coisas, mesmo que a casa disponha de algumas.
Não expor as minhas dificuldades (esta vai ao encontrar da 1ª)
Não aceitar ajuda ou tanta ou de qualquer lado nem pedir ou perguntar se podem ajudar (se não tenho, não tenho).
Não sufocar ninguém com/desabafar (os meus problemas) com ninguém nem repetir histórias por vezes sem fim
Deixar ir, por mais que me custe. Deixar ir.
Não viver em função de uma amizade, só de uma e não alimentar tanto isso.
No fundo, é ser mais eu, as ''minhas pessoas'' e olhar o mundo como um todo. Eu sou possessiva e ansiosa e vivo muito as coisas, (muitas vezes, sou a miúda coitadinha por isso. O bobo da côrte.) levo muito ao peito e, às vezes, associo muita ''coisa'' à minha ''def'' e a ideia é deixar ir,  libertar-me de conceitos e  é por causa ''disso e daquilo'' ,analisar melhor e descobrir devagar. Estou aprendendo a não ter preconceitos e complexos sobre mim mesma. Pois, quem gostar fica, quem não, não se prende, mostra-se a porta. E ninguém mooooorre por te viraram a cara ou ficam a falar mal de ti.
Por fim,  eu quero continuar a ser:
EU!
Menina-mulher feliz, com o sorriso rasgado e esta alegria que trago nos olhos, nos meus e nos de quem me vê, sem pensar em regras, etiquetas, dietas. Com peso e medida, claro. Mas, livre! Do género Gabriela Que sorri para o mundo e ''finge''-que-não-percebe o que dizem e o que pensam (sobre mim). É esta pessoa que quero ser, a      (des)preparada para a vida que (todos) me acusam de ser. O ser autêntico que, uma vez, disseram que eu era. Uma pessoa que ama a vida, sobretudo, a sua simplicidade, uma pessoa que não se compra nem se vende. Uma pessoa que vive, que se vive, e se morrer que seja de tanto viver. Se for para morrer, que seja de vida! Eu sou assim, sou feliz a comer todas as porcarias que existe. A dormir até às tantas, a fazer diretas, a andar como zombie e etc, etc, etc. ''Quem quer come, quem não, deixe!''
Foi isso tudo o que aprendi e vou aprendendo.
Beijs.

 

eu não quero qualquer tipo de cura, eu quero enlo

 

Vamos celebrar a vida?

Olá, olá! 
Como foi a vossa semana?
A minha foi por casa, só hoje é que saí para tratar de assuntos e ir às compras. Claro que comprei coisinhas para eu comer ao fim de semana (bolachas, fritos...) tudo que faz bem à saúde d'alma! Pelo menos da minha faz e... como faz! 
Hoje, não tenho nada de especial para escrever, mas quis passar para vos dizer Olá!
E, antes de ir, partilho com vocês uma música que é das minhas preferidas, Celebrar dos Jammil.

 

 

Será mesmo amor?

À minha volta, eu vejo todas as pessoas a se casarem ou a viver juntas. E a minha questão é: será mesmo amor? Eu faço essa pergunta porque eu não vejo amor quando olho para muitos casais. Eu sei que não sou eu que tenho de ver nem de saber, não é da minha conta e que o tempo vai esfriando as relações. Apesar de não saber, eu sei.
Quando digo ''à minha volta'' não me refiro propriamente à minha localização geográfica, mas sim, mundo, sociedade.
Mas, é o que leva as pessoas ou parte delas ao casamento ou a viverem com o/a companheiro/a?
Amor será em alguns casos. Mas e noutros? 
Como disse à minha volta, eu vejo  (e, muitas vezes, ouço da boca de terceiros e dos próprios) um enorme desespero por não serem rotulados como solteirões, tias, sozinhos. E na minha opinião,algumas pessoas fazem-no por medo da solidão, vergonha do rótulo ou apenas continuação do ciclo, porque os bisavós o fizeram, os avós o fizeram, os pais o fizeram, porque chega-se a uma determinada idade é hora de resolver uma vida, porque ''fica mal'', porque aconteceu engravidar. E por outras razões. Eu tenho várias amigas que namoram mas ainda não deram o nó por opção e são questionadas por isso. Ah... eu também ainda não dei o nó nem tenho laço, de momento. Mas, no meu caso, diz-se que é porque eu sou deficiente e ninguém me pega.  Claro que não que ninguém me pega. Deve ser pecado ou algo do género. Dizem as ''boas línguas'' que se uma pessoa está solteira e tem mais de 20 anos é porque é deficiente ou p*ta ou cabr*o ou é  mau termino de vida, vai ficar para tia, solteirão ou solteirona...ah... também  há a designação ''fora do prazo''. E, para muitas pessoas quem se casa às pressas para esconder a barriga, porque está na hora, porque morrem de medo de ficar sozinhas e serem rotuladas com os nomes mais hediondos, por questões financeiras, porque não vivem bem com a família é que estão certas. O que para mim, é tudo uma parvoíce! Mas assim se pensa. Eu não digo que estejam erradas, pois '' cada cabeça, sua sentença '' e cada qual tem as suas razões e se vivem bem com a sua vida, deixa viver. Mas, se é amor em alguns casos? Atenção que, isto não é julgamento. Apesar de ser julgada e rotulada porque nasci com uma deficiência. Sinceramente? Eu não me vejo assim, nunca me vi assim e recuso-me a ver-me assim. Eu cá, vou vivendo a minha vida, se encontrar laço para  dar nó, encontrei, senão, tenho a minha vida, os meus amigos, sentindo-me bem... 'tá tudo bem. Pois na minha opinião, não temos de fazer nada à pressa, com medo de repressálias e de rótulos, temos sim, que fazer quando e estamos prontos para isso de acordo com a outra metade. porque o amor é lindo, quando o sabemos viver e sentir. Bom... e vocês o que acham? Talvez, seja eu que não saiba nada sobre o amor.
Sempre a desenvolver o pensamento viva e deixe viver. 
Beijs.

istock_82086545_large.jpgImagem do Google Imagens

 

Mais sobre mim

foto do autor

Frase do Mês

A vida precisa de ter vários vazios para serem preencidos com pessoas, sorrisos, momentos, emoções e coisas boas. Ler o post

Guardados no baú

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Depois não digam que eu não informei

1-Devido à importação dos textos de uma plataforma para outra, alguns deles surgiram sem espaço entre as palavras, sem pontuaçãoetc. De modo que, alguns posts anteriores a 5 de Nov. de 2018, ainda estão por corrigir. 2-Relativamente às imagens utilizadas no blog, como sempre refiro a fonte no fim de cada post, a maioria delas são retiradas da Internet. No entanto, se algum autor de alguma imagem ''passar por aqui'' e não permitir a sua utilização, por favor envie e-mail que logo que possível a imagem será retirada. As restantes, são mesmo fotografias minhas e outras são criadas por mim com auxílio de alguns programas de edição de fotografia e design. Em todo o caso, eu identifico sempre a origem de todas as imagens e fotografias utilizadas no blog.

Fala comigo em

blog_maufeitio@sapo.pt