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O blog do Mau Feitio

O blog do Mau Feitio

Feliz 2019

mau feitio, 31.12.18

Mais um ano que está de saída e mais um de entrada. 2019, já? Possa... estamos a voar! 
Os meus mais sinceros desejos para o ano que se segue são que não tenham medo de nada, não tenham medo de lutar, de chorar, de trabalhar, de recuar se precisarem, não tenham medo de NADA! Independente, do que aí vem, vivam! Vivam, lutem, persistam! Mas jamais desistam! Vivam e sejam felizes! Vivam e deixem viver!

Eu sou diferente_Sim.E pretendo fazer a diferençaBom ano para todos! 

 

aDeus Justina

mau feitio, 30.12.18

Obviamente que, Manuela Cassola se fez notar em muitos trabalhos na televisão, no cinema e no teatro, mas para mim, Manuela Cassola, foi, é e sempre será a Justina do Inspector Max. O Inspector Max fez parte da minha pré-adolescência e, eu sempre que via a Justina, eu adorava-a. Sempre me pareceu uma senhora tão querida, tão doce... uma verdadeira avozinha. Mas, como todas as estrelas têm de ir ocupar o seu lugar no céu, sim, porque ainda hoje, eu alimento a fantasia que todas as estrelas no céu são todas as pessoas que já partiram (pode ser uma infantilidade, mas «'tô nem aÍ»), Manuela partiu no passado dia 26 aos 93 anos e, segundo o filho morreu ''com o seu gatinho no colo''. Sem mais demoras, só queria dizer aDeus à querida e doce Justina que fez parte das minhas manhãs de Sábado. 

aDeus!
Aplausos à Manuela Cassola!
Viva o Teatro!

 

manuela cassola.jpg

Imagem do Google Imagens

 

Mary Quant

mau feitio, 30.12.18

Eu não sabia que Mary Quant tinha sido estilista, muito menos, que tinha desenhado para um modista de chapéus... que ignorância a minha! Agora, eu merecia um pontapé no meio das fuças! Sabia que, a senhora tinha popularizado a minissaia, mas estava convicta de que tinha sido apenas uma jovem rebelde que vestiu uma saia mais curta do que era visto na época e fez com que se começasse a moda do uso da minissaia. Mas não. Mary Quant criou a minissaia, pois abriu a sua loja onde produzia e criava, pensando no público jovem. Espetacular, não? Hoje em dia, Mary Quant tem 84 anos. Ao longo da sua carreira, os seus trabalhos foram reconhecidos e merecedores de vários troféus. Incrível! E eu aqui a pensar tudo ao contrário. É caso para se dizer que, conhecimento nunca é demais. Sempre que pensamos saber algo, aí é que devemos procurar saber se estamos certos. Porque nunca sabemos tudo. Partilho convosco um resumo que encontrei sobre Mary Quant.

 

Estilista inglesa nascida a 11 de fevereiro de 1934, em Londres. Durante dois anos, já depois de ter cumprido os estudos na Escola de Arte Goldsmith, entre 1950 e 1953, desenhou peças para um modista de chapéus dinamarquês. Em 1955, quando tinha apenas 21 anos, abriu uma loja em Londres, na zona de Chelsea, tendo o marido e um amigo como sócios neste negócio. A loja conheceu de imediato um grande sucesso e, em apenas sete anos, a empresa expandiu-se por quase toda a Europa e até aos Estados Unidos da América. A empresa de Mary Quant produzia vestuário em grande escala a nível mundial.
As criações de Mary Quant inspiravam-se e destinavam-se essencialmente às tendências jovens, o que na altura, início da década de 60, representou uma grande viragem no mundo da moda internacional, já que os costureiros de nomeada apostavam fortemente na alta-costura. Nessa época, as roupas desenhadas por Mary Quant eram similares às usadas pelas pequenas bailarinas, já que incluíam curtas saias de pregas, meias brancas e sapatos com fivelas brancas. Estava assim criado o que ficaria conhecido como Chlesea Look, que contribuiu para a vulgarização da minissaia em todo o mundo e dos collants muito coloridos.
Em 1966, o trabalho e o talento demonstrados por Mary Quant ao longo da sua carreira começaram a ser reconhecidos, tendo sido nomeada Membro da Ordem do Império Britânico, seguindo-se, até ao final da década de 60, uma série de outros troféus.

...

Ainda em 1966, publicou uma autobiografia, intitulada Quant by Quant (Quant por Quant).
No início dos anos 70, Mary Quant deixou de fabricar vestuário com o seu nome, mas continuou a desenhar roupas, peles, lingerie, panos em linho para a casa e armações de óculos. Simultaneamente, manteve-se à frente do negócio de cosméticos que tinha iniciado em 1966, que se caracterizava também pelo design dos produtos, onde predominava o preto e o prateado, sempre ornamentado com a margarida que se tornou a imagem de marca de Mary Quant.
Em 1973 e 1974, o Museu de Londres teve em exibição uma exposição de Mary Quant que retratava a moda dos anos 60. Posteriormente, entre 1976 e 1978, Mary Quant desempenhou funções no Conselho Consultivo do Museu Alberto e Vitória, em Londres.

 

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Sobre a imagem:
A imagem foi retirada do Google Imagens e retrata o uso da minissaia nos anos 60.
Fonte: Infopédia.

P.S- Se vocês souberem de mais algum detalhe/informação sobre Mary Quant ou sobre a minissaia, ou até mesmo, se eu estiver errada, partilhem comigo.  gosto imenso de saber sobre os nomes que fizeram história.

 

 

 

 

 

O mistério das minhas colãs

mau feitio, 28.12.18

Ainda não percebi o que se passa com as minhas colãs e, em boa verdade, não me tenho preocupado em descobrir esse mistério, pois é menos trabalho que eu tenho. Mas... algo de curioso se passa. Ora vejamos, pelas minhas contas, eu só tenho um par de colãs pretas e montes de leggings, de várias cores, texturas, etc. Nem sei como tenho tantas. Acho que algumas foram ofertas de Natal, aniversário e outras, devo ter comprado para alguma ocasião, para sair à noite com o objetivo de dar aquele efeito ''tchanan'', deve ter sido isso. Bom... as senhoras entendem. Todavia, colãs pretas, daquelas com o tecido mais fino, só tenho um par. Repito, um. O mistério é: como é que elas têm aparecido no meu armário cosidas? Passo a explicar. A partir do Outono, naquela altura que o frio já está mais evidente, eu começo a proteger-me, visto colãs e leggings por baixo das calças e uma camisa bem justa ao corpo, por baixo da camisola. Sempre ouvi dizer que a roupa de baixo é que aquece, não são as camisolas, cachecóis nem casacões. Claro que também aquecem. Mas, a primeira roupa que pomos no corpo é que nos mantém quentes. Eu uso (sempre) um encharpe e casaco mas não gosto de casacões nem cachecóis enormes e grossos, aliás só tenho um desses porque gostei da cor, azul com vermelho escuro. E não uso os encharpes para condizer, uso mesmo para tapar o pescoço. O meu pai sempre diz, ''ela entra é pelo pescoço'', ''ela'' - a gripe. Verdade ou não, o meu pescoço ninguém o vê.  Voltando às colãs,  já é a terceira que as estou usando, antes desta vez, elas romperam-se nos pés, a segunda vez, peguei nelas, e disse ''hum... tenho duas destas? Que estranho...'', o que aconteceu? Romperam-se. Hoje, de manhã fui ao armário, lá estavam elas... vesti-as e, outra vez, cosidinhas da silva, novinhas em folha... pelo que eu sei, a minha mãe não tenho andando a coser nada... que esquisito! Das duas, uma. Ou tenho um buraco interminável de colãs pretas de tecido mais fino no armário ou tenho um elfo costureiro a viver lá dentro.

 

 

MODC1347_wear_3782_F.jpgImagem Google Imagens

 

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